A criação do Conselho Nacional de Canais SAP (CNCS), tem como objetivo estreitar os laços com os parceiros de negócios em todo País, bem como dar suporte para a expansão de seus negócios.O Conselho realiza encontros trimestrais para discutir as ideias apresentadas pelos parceiros nas reuniões e desenvolvê-las de forma colaborativa para encontrar a solução mais adequada ao negócio de cada empresa.
"Queremos atingir um crescimento sustentável e para isso devemos entender as perspectivas dos nossos parceiros. Nossa missão é acelerar o crescimento das empresas parceiras e da SAP, traçando em conjunto planos de ações e os próximos passos para questões de capital, especialização ou mão de obra", explica Sandra Vaz, Vice-Presidente de Vendas, Ecossistemas e Canais da SAP Brasil.
O conselho de canais é um meio de dar continuidade à estratégia de expansão geográfica da SAP e ao fortalecimento dos parceiros de negócios. No primeiro trimestre de 2013, o crescimento das vendas indiretas da companhia foi de 65%, em relação ao mesmo período do ano passado. Hoje, 27% das vendas da SAP Brasil são realizadas de maneira indireta e o objetivo é chegar aos 40% até 2015.
No encontro que aconteceu no dia 21 de agosto, foi discutido sobre como levar inovação aos clientes, educação e formação de profissionais e geração de demanda para o mercado de pequenas e médias empresas. Segundo Diego Dzodan, Presidente da SAP Brasil, “Sinergia e troca de conhecimentos são, sem dúvida, essenciais para a nossa estratégia de crescimento sustentável no Brasil junto a nossos parceiros e clientes”.
A criação do Conselho Nacional de Canais SAP (CNCS), tem como objetivo estreitar os laços com os parceiros de negócios em todo País, bem como dar suporte para a expansão de seus negócios.O Conselho realiza encontros trimestrais para discutir as ideias apresentadas pelos parceiros nas reuniões e desenvolvê-las de forma colaborativa para encontrar a solução mais adequada ao negócio de cada empresa.
"Queremos atingir um crescimento sustentável e para isso devemos entender as perspectivas dos nossos parceiros. Nossa missão é acelerar o crescimento das empresas parceiras e da SAP, traçando em conjunto planos de ações e os próximos passos para questões de capital, especialização ou mão de obra", explica Sandra Vaz, Vice-Presidente de Vendas, Ecossistemas e Canais da SAP Brasil.
O conselho de canais é um meio de dar continuidade à estratégia de expansão geográfica da SAP e ao fortalecimento dos parceiros de negócios. No primeiro trimestre de 2013, o crescimento das vendas indiretas da companhia foi de 65%, em relação ao mesmo período do ano passado. Hoje, 27% das vendas da SAP Brasil são realizadas de maneira indireta e o objetivo é chegar aos 40% até 2015.
No encontro que aconteceu no dia 21 de agosto, foi discutido sobre como levar inovação aos clientes, educação e formação de profissionais e geração de demanda para o mercado de pequenas e médias empresas. Segundo Diego Dzodan, Presidente da SAP Brasil, “Sinergia e troca de conhecimentos são, sem dúvida, essenciais para a nossa estratégia de crescimento sustentável no Brasil junto a nossos parceiros e clientes”.
Um empreendedor não pode trabalhar sozinho, isso é fato. Em um startup é indispensável buscarinvestidores de risco e mentores que poderão guiá-lo dentro do mercado.
Um estudo feito pela Endeavor com empreendedores de grande influência ao redor do mundo mostrou que atrair investidores de risco e conselheiros talentosos ajuda a evitar futuros riscos para os novos negócios.
É fácil se entusiasmar com a sua própria ideia, o difícil é convencer outras pessoas de que ela é realmente tão boa quanto você pensa.
O procedimento de buscar investimentos e conselhos externos precisa ser minusciosamente pensado. Realizar um teste prático do plano, se possível, também pode ser útil. É importante levantar capital para que existam recursos para a expansão de um negócio, mas não se pode deixar de lado a influência que os conselhos dados pelos próprios investidores ou mentores de confiança têm no sucesso de um negócio.
Outro estudo realizado pela Endeavor Insights revela que a maioria dos empreendedores busca auxílio externo das seguintes formas:
Atraindo investidores de risco e/ou dividindo riscos financeiros com seus clientes e fornecedores. 66% dos empreendedores entrevistados afirmaram que tinham, pelo menos, duas fontes de financiamento quando começaram.
Procurando conselhos externos dos mentores. 74% dos empreendedores entrevistados trabalharam com mentores fortemente engajados quando estavam estabelecendo seus negócios no mercado.
Ambas as funções estão conectadas para o sucesso de uma PME.
Com os conselhos de um bom mentor será possível demonstrar aos investidores os caminhos recomendados pelo seu conselheiro e facilitar a complicada tarefa de conseguir fundos para a expansão do seu negócio. E com o capital em mãos você poderá finalmente seguir em frente rumo ao sucesso da sua empresa.
Um plano de negócios pode ser comparado ao roteiro de um filme: visão, estratégias, objetivos e táticas para desenvolver sua empresa, enquanto em um roteiro, o desenvolvimento de diálogos, o entra e sai de personagens, deve ser tudo bem detalhado.
A única – e enorme – diferença é que em um roteiro de filme você conhece a história que escreveu até o final, as mudanças e oscilações estão sob controle, e no mercado as coisas são bem diferentes.
Se prender a um plano empresarial pode dificultar o crescimento da sua empresa. Muitos empreendedores de sucesso no mercado não escreveram planos de negócios. Consideram importante pensar nos aspectos fundamentais de um mercado sem acompanhar com rigidez o plano, pois isso pode prejudicar a flexibilidade e dificultar a adaptação a novos desafios de um mercado em constante mudança.
Se limitar ao Business Planpode prejudicar a evolução de uma empresa, e a falta de flexibilidade pode complicar o desenvolvimento de novas ideias.
A importância do plano de negócios para começar com a sua PME é indiscutível, mas segui-lo à risca é um erro. Existem cinco perguntas básicas que você deve responder para desenvolver o seu plano empresarial:
1. Qual o meu diferencial em relação à concorrência?
2. Qual o preço ideal para o meu produto?
3. Qual a demanda para o meu produto?
4. Qual a equipe ideal para o meu negócio?
5. O que pode dar errado?
A maioria das respostas a estas perguntas variam com o passar do tempo. O diferencial do negócio pode estar ultrapassado daqui a um mês, os preços podem não estar mais adequados ao produto, a demanda pode ter mudado, novos funcionários na equipe podem ser necessários para suprir novas necessidades, os possíveis erros mudam em conjunto com o mercado, mas é possível transformá-los em grandes acertos para os negócios.
Informações trabalhistas como folha de pagamento, Livro de Registro do Empregado e Caged passarão a ser transmitidas ao órgão por meio digital.
Getty Images
Todos os dados e prestação de contas passarão a constar de uma única plataforma digital
Depois da contabilidade e dos impostos, é a vez das informações trabalhistas. Dentro de pouco mais de cinco meses, empresas de todos os setores terão de se adaptar a uma nova forma de prestação das contas de seus funcionários. A partir de 2014, a Receita Federal receberá todos os dados relacionados aos empregados digitalmente – e praticamente em tempo real.
Trata-se da fase social da adequação das empresas ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). Todos os dados passarão a constar de uma única plataforma digital: desde as folhas de pagamento até os prontuários de medicina laboral, passando pela Relação Anual de Informações Sociais (Rais), Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), entre outros.
Com menos de seis meses pela frente, empresas enfrentam o desafio de recolher todas as informações necessárias para a adequação ao novo procedimento. “Na largada o processo é dolorido, mas o benefício é amplo”, afirma Victória Sanches, da Thomsom Reuters. A executiva faz parte do grupo de trabalho que, juntamente com a Receita, elaborou os layouts que deverão ser preenchidos pelas empresas.
Serão 44 eventos relativos a cada funcionário, que incluem registros de férias, folha de pagamento, pagamento de obrigações, entre outros. Enquanto o sistema não entra oficialmente no ar, será necessário recolher e reorganizar as informações de cada empregado. “É saneamento cadastral, armazenar as informações e capacitar os empregados”, diz.
É exatamente nesta fase que está a maior parte das empresas, segundo Marcelo Ferreira, supervisor de Suporte e Implantação da Easy-Way do Brasil. A maior parte das companhias já tinha seus próprios sistemas de gestão. Daqui para frente, a padronização passa a ser fundamental – e o formato da Receita tem sido escolhido. “Há empresas que estão alterando toda a estrutura da base de dados para se adequar aos leiautes da receita.”
Outra dificuldade é o prazo de envio. Todos os eventos deverão ser enviados à Receita no mesmo dia. “Os dados a serem enviados continuam sendo os mesmos, o que muda é o tempo e a forma como serão enviados”, destaca Ferreira.
O lado técnico dos Recursos Humanos
Além do aumento dos custos – as fornecedoras de software não divulgam a média de preço da contratação do aplicativo –, a contratação de mão de obra especializada pode ser mais um desafio a ser administrado.
As empresas que terceirizam os serviços burocráticos, como livro de empregados e folha de pagamento, têm um motivo a menos para se preocupar. “Pode ser que a empresa precise fornecer mais informações para que os leiautes sejam preenchidos adequadamente, mas a formatação dos dados e a transmissão fica a cargo da terceirizada”, explica Ferreira. No entanto, quem responde pelo registro da empresa é ela mesma – no caso de algum equívoco e posterior fiscalização, o outsourcing não será responsabilizado.
Atualmente, a Receita Federal encontra uma diferença de R$ 4 bilhões entre as informações apuradas e declaradas no Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP) em 2012. Só isso já seria motivo suficiente para a Receita buscar novas formas de identificar erros e fraudes.
Para isso, as informações do eSocial deverão se juntar às já coletadas pela Receita Federal. Segundo o órgão, haverá sincronismo das informações, reduzindo fraudes, trabalho informal, sonegação tributária e previdenciária. “Para o Fisco e para o FGTS, haverá um espaço muito menor para a fraude e evasão fiscal, para o trabalhador será a garantia de que seus direitos não serão frustrados quando em decorrência da ausência ou precariedade da informação prestada pelo seu empregador”, informou a Receita Federal em nota oficial.
Para Leonardo de Albuquerque, gerente jurídico da ProPay, essa era uma mudança que “tinha de acontecer”. “Desde o começo da implantação do Sped, a evolução de arrecadação da Receita foi significativa”, afirma.
No entanto, a extensão do prazo para não é descartada pelo advogado. “Não me surpreenderei se houver prorrogação da data da entrega. Em mudanças drásticas, como no caso do ponto eletrônico, o aumento do prazo acaba se fazendo necessário.”
As informações estarão disponíveis para os trabalhadores que poderão acompanhar de perto o status de suas contribuições – bem como dos depósitos feitos pela empresa. Para o empregador, segundo informa a Receita, servirá como um grande backup dos registros que as empresas precisam manter, eliminando toda a necessidade de se manter arquivos em papel por 30 anos.