quarta-feira, 29 de junho de 2016
Novo SAP Business One com novas funcionalidades-chave para ajudar as pequenas e méidas empresas entrarem na era digital em tempo real.
WALLDORF - SAP SE (NYSE: SAP) anunciou hoje a disponibilidade geral da versão mais recente da aplicação SAP Business One com novas funcionalidades, incluindo análises inteligentes, gerenciamento de projetos e uma interface app-like para o acesso em tempo real às principais funções de negócios. (confira notícia oficial no site da SAP clicando aqui)
Disponível nos modelos on premise e cloud, SAP Business One, versão para SAP HANA, ajuda pequenas e médias empresas (PME) e filiais de grandes empresas.
"Nós estamos no negócio de comércio de vestuário e nossas soluções ficaram ultrapassadas, era uma solução composta por várias e desconectadas soluções como o Microsoft Excel. Portanto, decidimos implementar nosso primeiro sistema de ERP com SAP Business One ", disse Arun Gupta, fundador e diretor da Nittu Creations. "O benefício é de um sistema centralizado, o que nos dá idéias em todas as funções dentro do nosso negócio."
A nova versão também apresenta um módulo de gerenciamento de projetos, o que ajuda a monitorar o progresso de fases e tarefas, incluindo todas as transações relacionadas com o projeto, documentos e recursos. Os parceiros podem agora também reduzir o tempo ocioso de manutenção, controlando ambas as tarefas de software e parceiros SAP para seus clientes em um único fluxo com uma plataforma de suporte remoto.
SAP Business One: Moldando o novo jeito de fazer negócios no futuro hoje.
Em 2020, a informação será usada para reinventar, digitalizar ou eliminar 80% dos processos de negócios e produtos de uma década antes, segundo o Gartner.*
Com a última versão do SAP Business One, versão para SAP HANA, os usuários podem prever a demanda de produtos e ganhar uma base para o planejamento de recursos de materiais. Um processo de previsão proporciona visibilidade sobre a história da demanda que ajuda a priorizar oportunidades e canais de posição para enfrentar essa crescente demanda. Suporte crítico agora inclui previsões inteligentes com base em análises preditivas que são exibidos com a funcionalidade rapid dashboarding possível com SAP HANA.
"Nós facilitamos o uso de recursos analíticos para aproveitar a vantagem dos dados em tempo real e informações para empresas menores que também desejam executar seus negócios dessa maneira", disse Luis Murguia, vice-presidente sênior e gerente geral, SAP Business One, SAP.
SAP Business One suporta o Microsoft SQL Server 2014. SAP Business One também pode ser complementado pelo aplicativo SAP Business Sales Mobile App recentemente anunciado, que trabalha integrado com o software e é alimentado pela plataforma SAP HANA.
Fonte SAP News
terça-feira, 28 de junho de 2016
Setor financeiro: sucesso passado não é garantia de sucesso futuro
Muito mais do que uma transformação, vivemos uma revolução digital. Não se trata da adoção de novas tecnologias, mas de uma mudança de mentalidade, de diretrizes de ação, de hábitos e de conceitos de atendimento, muitos deles enraizados. Não há um único segmento à beira da transformação, ou imune às modificações que estão sendo impostas pelo novo cenário econômico-digital. E um dos grandes segmentos afetados, talvez o maior, é o financeiro.
É irreversível que as ferramentas tecnológicas – nuvem, big data, mobilidade, analytics, plataformas poderosas – abram caminhos, ao virar do avesso padrões de atendimento até hoje estabelecidos, permitindo que empresas e instituições cruzem pontes e tracem novas rotas e jornadas. Se não, como atender o novo consumidor interconectado com a velocidade que ele deseja? Como oferecer serviços e propor soluções a problemas que ele nem mesmo se deu conta de ter? Ou levar as empresas a novos patamares de gestão, produtividade e reter talentos?
Para responder a essas demandas, é preciso ir fundo. Há de se incorporar velocidade e flexibilidade a modelos mais tradicionais, como os do setor financeiro, naturalmente complexo pela sua variedade de instituições, composta não apenas por bancos e seguradoras mas, ainda, por operadoras de cartões, empresas de crédito, adquirentes, entre outras. Um grupo financeiro age como uma orquestra regida sob uma regulamentação que mantém a solvência do sistema nacional mesmo ao longo de crises.
Obrigatoriamente, será preciso abrir mão de um passado e um legado pesados, aliados à morosidade “natural” das grandes instituições, para atender os novos tempos e os novos clientes. O segmento financeiro terá de mudar em processos e tecnologia para competir – ou se aliar – aos novos players do mercado: as startups. Não é de estranhar que algumas instituições já fomentem discussões com essas empresas inovadoras em que a principal moeda de troca é a ideia.
O impacto é profundo.
Cadê a TI? – As startups não “têm” área de TI: elas foram concebidas e nasceram em berço tecnológico. São comandadas em sua maioria por millenials, indivíduos que respiram tecnologia. São ágeis, disponíveis, adaptadas, querem o melhor – se já existe, ótimo – das ferramentas tecnológicas que precisam. São disruptivas, velozes, inovadoras, abertas ao mercado, respondem aos desejos dos consumidores e clientes em real time.
As grandes instituições conseguirão fazer o mesmo? Em que velocidade? O sucesso de ontem não é mais, absolutamente, garantia do sucesso no futuro. Lembrou do prospecto do fundo de investimento?
A resposta está na tecnologia. Competidores ou parceiros, instituições tradicionais e startups precisam, mais do que nunca, de ferramentas inovadoras de alta tecnologia e uma revisão de processos. Ambos enfrentam um desafio comum: a regulação. Independente do fato de que também as leis terão de se ajustar aos novos tempos, será preciso lidar com esse cenário de controles e sistemas rígidos.
De um lado, os bancos e outras instituições financeiras terão de simplificar processos e abrir as portas para o novo. De outro, as startups terão de se enquadrar ao modelo legal estabelecido sem perder a leveza e a disponibilidade.
O que a tecnologia pode fazer para ajudar a uns e outros? Disponibilizar ferramentas simples para abrir espaço para a criação de novas soluções, novos conceitos de abordagem, novos usos da inteligência. A tecnologia é a grande simplificadora dos dados que estão em circulação, para sua análise, para o uso direcionado, personalizado das informações em tempo real, online, em benefício de empresas e pessoas. É fazer com que as empresas se tornem vivas, com uma integração digital fluída que permita aos clientes perceber, responder, aprender, adaptar e prever para criar valor.
Sem média – Algumas instituições já percorrem o novo caminho, procurando aproximar-se dos novos consumidores e das empresas, e entender que não existe mais o “perfil médio”, o “desejo médio” ou o “consumidor médio”. Existe “um” consumidor, “um” cliente, com desejos, necessidades e perfil específicos, a ser atendido naquilo que quer, do jeito que deseja, como prega Todd Rose em sua obra “The end of average”. O mesmo é válido para as empresas: cada uma delas com vários departamentos ou “perfis únicos” em sua organização. Empresas ou clientes, todos estão prontos para novas ofertas e serviços, desde que sejam moldadas especificamente para cada um, de forma ágil, veloz, segura e responsável.
Consumidores e clientes buscam respostas e apoio. A tecnologia está pronta. Você está pronto para as respostas que ela oferece?
Fonte SAP News Brasil
É irreversível que as ferramentas tecnológicas – nuvem, big data, mobilidade, analytics, plataformas poderosas – abram caminhos, ao virar do avesso padrões de atendimento até hoje estabelecidos, permitindo que empresas e instituições cruzem pontes e tracem novas rotas e jornadas. Se não, como atender o novo consumidor interconectado com a velocidade que ele deseja? Como oferecer serviços e propor soluções a problemas que ele nem mesmo se deu conta de ter? Ou levar as empresas a novos patamares de gestão, produtividade e reter talentos?
Para responder a essas demandas, é preciso ir fundo. Há de se incorporar velocidade e flexibilidade a modelos mais tradicionais, como os do setor financeiro, naturalmente complexo pela sua variedade de instituições, composta não apenas por bancos e seguradoras mas, ainda, por operadoras de cartões, empresas de crédito, adquirentes, entre outras. Um grupo financeiro age como uma orquestra regida sob uma regulamentação que mantém a solvência do sistema nacional mesmo ao longo de crises.
Obrigatoriamente, será preciso abrir mão de um passado e um legado pesados, aliados à morosidade “natural” das grandes instituições, para atender os novos tempos e os novos clientes. O segmento financeiro terá de mudar em processos e tecnologia para competir – ou se aliar – aos novos players do mercado: as startups. Não é de estranhar que algumas instituições já fomentem discussões com essas empresas inovadoras em que a principal moeda de troca é a ideia.
O impacto é profundo.
Cadê a TI? – As startups não “têm” área de TI: elas foram concebidas e nasceram em berço tecnológico. São comandadas em sua maioria por millenials, indivíduos que respiram tecnologia. São ágeis, disponíveis, adaptadas, querem o melhor – se já existe, ótimo – das ferramentas tecnológicas que precisam. São disruptivas, velozes, inovadoras, abertas ao mercado, respondem aos desejos dos consumidores e clientes em real time.
As grandes instituições conseguirão fazer o mesmo? Em que velocidade? O sucesso de ontem não é mais, absolutamente, garantia do sucesso no futuro. Lembrou do prospecto do fundo de investimento?
A resposta está na tecnologia. Competidores ou parceiros, instituições tradicionais e startups precisam, mais do que nunca, de ferramentas inovadoras de alta tecnologia e uma revisão de processos. Ambos enfrentam um desafio comum: a regulação. Independente do fato de que também as leis terão de se ajustar aos novos tempos, será preciso lidar com esse cenário de controles e sistemas rígidos.
De um lado, os bancos e outras instituições financeiras terão de simplificar processos e abrir as portas para o novo. De outro, as startups terão de se enquadrar ao modelo legal estabelecido sem perder a leveza e a disponibilidade.
O que a tecnologia pode fazer para ajudar a uns e outros? Disponibilizar ferramentas simples para abrir espaço para a criação de novas soluções, novos conceitos de abordagem, novos usos da inteligência. A tecnologia é a grande simplificadora dos dados que estão em circulação, para sua análise, para o uso direcionado, personalizado das informações em tempo real, online, em benefício de empresas e pessoas. É fazer com que as empresas se tornem vivas, com uma integração digital fluída que permita aos clientes perceber, responder, aprender, adaptar e prever para criar valor.
Sem média – Algumas instituições já percorrem o novo caminho, procurando aproximar-se dos novos consumidores e das empresas, e entender que não existe mais o “perfil médio”, o “desejo médio” ou o “consumidor médio”. Existe “um” consumidor, “um” cliente, com desejos, necessidades e perfil específicos, a ser atendido naquilo que quer, do jeito que deseja, como prega Todd Rose em sua obra “The end of average”. O mesmo é válido para as empresas: cada uma delas com vários departamentos ou “perfis únicos” em sua organização. Empresas ou clientes, todos estão prontos para novas ofertas e serviços, desde que sejam moldadas especificamente para cada um, de forma ágil, veloz, segura e responsável.
Consumidores e clientes buscam respostas e apoio. A tecnologia está pronta. Você está pronto para as respostas que ela oferece?
Fonte SAP News Brasil
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Top cinco tendências tecnológicas na Economia Digital
Estamos vivendo a ascensão da 4º Revolução Industrial, a Era da Economia Digital. Tecnologias inovadoras estão rompendo antigas barreiras e oferecendo inúmeras oportunidades para as empresas reinventarem seus modelos de negócios e irem além.
Essa mudança é inevitável, e seu ritmo é acelerado. Segundo um estudo da John M. Olin School of Business da Universidade de Washington, 40% das empresas que hoje estão na lista da Fortune 500 do S&P 500 deixarão de existir em 10 anos.
Neste novo cenário, cinco tendências tecnológicas foram definidas como pontos-chave no futuro dos negócios dentro da Economia Digital:
Fonte: SAP News Brasil
Essa mudança é inevitável, e seu ritmo é acelerado. Segundo um estudo da John M. Olin School of Business da Universidade de Washington, 40% das empresas que hoje estão na lista da Fortune 500 do S&P 500 deixarão de existir em 10 anos.
Neste novo cenário, cinco tendências tecnológicas foram definidas como pontos-chave no futuro dos negócios dentro da Economia Digital:
Fonte: SAP News Brasil
quinta-feira, 19 de maio de 2016
SAP e Microsoft ampliam parceria com foco na nuvem
SAP e Microsoft anunciaram a integração de alguns dos produtos da multinacional alemã e a suíte de escritório Office 365 nesta terça-feira, 17.
A divulgaçao foi feita em grande estilo pelos CEOs das duas companhias, Bill McDermott e Satya Nadella, durante o Sapphire Now 2016, evento mundial da SAP que acontece em Orlando, nos Estados Unidos.
Por meio do acordo, o software de gestão de viagens corporativas Concur e de gestão de RH SucessFactors, adquiridos pelas SAP nos últimos anos, serão integrado à agenda do Office 365, por exemplo.
Outra funcionalidade é a integração do Skype com a solução de procurement digital Ariba, o que permitiria fechar negócios diretamente no software de videoconferência. A busca de preços do Bing também pode ser integrada.
Na área de mobilidade, a novidade diz respeito ao uso de tecnologia de segurança para apps do Microsoft Intune, já usados nos apps do Office 365, em aplicações móveis construídas no SAP Fiori.
As novas capacidades estarão disponíveis a partir do terceiro trimestre de 2016, com planos de lançar recursos de integração adicionais no futuro.
Também foi anunciado que o S/4, nova versão do software de gestão da multinacional alemã que roda exclusivamente no banco de dados em memória Hana foi homologado para rodar dos data centers da Azure, o que já acontecia desde 2014 com outros produtos da SAP.
Não é de hoje que a SAP e Microsoft tentam alavancar seu domínio no mercado corporativo (no caso da Microsoft, extensivo também ao segmento de pequenas empresas, onde a SAP faz esforços para aumentar sua presença).
As iniciativas relativas à infraestrutura são historicamente bem sucedidas: um dos primeiros bancos de dados no qual o SAP rodou é o SQL Server. O tipo de acordo focado no usuário final que foi o destaque hoje, no entanto, tem um passado menos bem sucedido.
Ainda em 2005, as companhias lançaram uma iniciativa chamada Duet, focada em integrar melhor os produtos de ERP com a suíte Office. Ela foi ressuscitada em 2011, quando a integração foi oferecida com o Sharepoint. As funcionalidades incluíam login único, ferramentas de monitoramento e suporte. Nenhuma das iniciativas decolou.
Com as duas companhias rodando suas soluções on premise, as integrações exigiam compras adicionais de software e projetos de implantação, o que provavelmente não será o caso no novo modelo (não foram dadas informações de preços).
Nos últimos tempos, isso tem se desdobrado para o contexto na nuvem, no qual a Microsoft parece destinada a ser um dos líderes, junto com Google a AWS. As duas empresas também precisam mais que a estratégia seja bem sucedida do que necessitavam 10 anos atrás, devido à evolução do cenário de tecnologia.
A Microsoft precisa reafirmar no domínio na nuvem que já teve com o Windows e o Office nas versões on premise. A companhia está bem encaminhada nesse sentido, mas o resultado está longe de ser garantido. Um estudo do Gartner apontou que a companhia tem o dobro de share do Google em suíte de escritório 8,5% x 4,7%.
Mas o número se referia somente a empresas de capital aberto na bolsa e os 87% restantes usam soluções de e-mail em nuvem híbrida, hospedada ou privada, gerenciadas por fornecedores menores.
Já a SAP precisa alavancar a visibilidade do seu novo posicionamento como uma provedora de soluções empresariais na nuvem, no qual a palavra chave é “simplificação”.
Um grande passo nesse sentido, aliás, foi dado poucos dias, com a assinatura de outro acordo, dessa vez com a Apple, a companhia que para um usuário final cada vez mais influente no meio corporativo encarna o tipo de conveniências cotidianas que a parceria com a Microsoft promete levar para o segmento corporativo.
A SAP vai vai oferecer um novo kit de desenvolvimento de software para iOS, com os quais os clientes poderão desenvolver apps usando dados armazenados na plataforma de computação em memória Hana.
Além disso, a SAP vai desenvolver aplicações iOS nativas para operações críticas de negócios, usando Swift, a linguagem de programação da Apple combinada com oFiori, a ferramenta de desenvolvimento móvel da SAP. As novas ferramentas serão disseminadas por meio de academias específicas. Em nota, a SAP prometeu ter tudo na rua até o final do ano.
Fonte: Baguete
sexta-feira, 13 de maio de 2016
O que é IoT – a Internet das Coisas?
O interesse em torno da Internet das Coisas (Internet of Things em inglês, ou IoT) vem crescendo exponencialmente, assim como a idealização de projetos que utilizam essa tecnologia. As inúmeras possibilidades de aplicação da IoT colocaram esse recurso no topo da transformação digital nos negócios.
Definição
A IoT pode ser definida como a comunicação máquina a máquina (M2M) via Internet, que permite que diferentes objetos, de carros a máquinas industriais ou bens de consumo como calçados e roupas, compartilhem dados e informações para concluir determinadas tarefas. A base para o funcionamento da IoT são sensores e dispositivos, que tornam a comunicação entre as “coisas” possível. Além disso, é preciso um sistema de computação para analisar os dados recebidos e gerenciar as ações de cada objeto conectado a essa rede.
Aplicações
A IoT pode ser aplicada em diversos setores, seja para otimizar as atividades de uma indústria ou facilitar a vida dos cidadãos. Veja alguns exemplos:
Casa
Um sistema de monitoramento por meio de termostato pode identificar as condições meteorológicas atuais e, com base no seu histórico de preferência, ajustar a temperatura da casa para que esteja agradável quando você chegar em casa.
Mais do que ter um controle remoto da casa, a ideia é torná-la inteligente e proativa. No SAP Forum Brasil 2015, o showcase Smart building mostrou como a IoT pode suportar toda a eficiência de um edifício medindo e controlando a luz do ambiente, a temperatura e os ruídos, além de gerenciar vagas de estacionamento disponíveis e outras instalações.
Agronegócio
Produtores podem integrar seu sistema de irrigação a sensores meteorológicos para controlar melhor a rega da colheita. Com um sistema integrado, o agricultor também pode monitorar remotamente e em tempo real o processo de plantio. Com os dados obtidos, ele pode tomar decisões imediatas garantindo um controle mais eficiente de custos com insumos. A Stara já utiliza sensores embarcados em seus tratores para capturar e transformar dados obtidos em campo em informação para os produtores.
Automotivo e logística
Começamos com carros que estacionam sozinhos e já estamos caminhando para os veículos autodirigíveis. Observando uma realidade mais próxima, temos a otimização do setor logístico, com sensores que acompanham o desempenho dos veículos avisando sobre manutenções preventivas, e a integração da IoT em veículos e vias, permitindo que as entregas sejam feitas de forma mais inteligente e eficiente, evitando congestionamentos. A IoT está entre as principais tecnologias que vão impactar a transformação da logística nos próximos anos.
Smart Cities
Indo mais além, as smart cities (cidades inteligentes) que hoje estão em pauta só serão possíveis graças à IoT. Lixeiras de coleta seletiva que avisam ao caminhão de coleta quando estão cheias podem poupar tempo e dinheiro destinado aos serviços públicos. A cidade de Buenos Aires conseguiu combater o problema das enchentes utilizando dados de sensores em bueiros, que nortearam a limpeza das ruas e dos sistemas de drenagem, evitando inundações. E isso é apenas o começo: quanto mais objetos conectados, mais inteligente poderá ser a gestão da cidade e, consequentemente, da qualidade de vida dos cidadãos.
O futuro da IoT
A IoT já não é mais uma tendência ou uma previsão, é uma realidade que está transformando as indústrias, os negócios e as nossas vidas. O Gartner estima que a Internet das Coisas incluirá 26 bilhões de unidades instaladas até 2020, e com isso fornecedores de produtos e serviços de IoT devem gerar uma receita adicional superior a US$ 300 bilhões até o mesmo ano.
Bem-vindo ao mundo hiperconectado!
Fonte SAP News Brasil
Definição
A IoT pode ser definida como a comunicação máquina a máquina (M2M) via Internet, que permite que diferentes objetos, de carros a máquinas industriais ou bens de consumo como calçados e roupas, compartilhem dados e informações para concluir determinadas tarefas. A base para o funcionamento da IoT são sensores e dispositivos, que tornam a comunicação entre as “coisas” possível. Além disso, é preciso um sistema de computação para analisar os dados recebidos e gerenciar as ações de cada objeto conectado a essa rede.
Aplicações
A IoT pode ser aplicada em diversos setores, seja para otimizar as atividades de uma indústria ou facilitar a vida dos cidadãos. Veja alguns exemplos:
Casa
Um sistema de monitoramento por meio de termostato pode identificar as condições meteorológicas atuais e, com base no seu histórico de preferência, ajustar a temperatura da casa para que esteja agradável quando você chegar em casa.
Mais do que ter um controle remoto da casa, a ideia é torná-la inteligente e proativa. No SAP Forum Brasil 2015, o showcase Smart building mostrou como a IoT pode suportar toda a eficiência de um edifício medindo e controlando a luz do ambiente, a temperatura e os ruídos, além de gerenciar vagas de estacionamento disponíveis e outras instalações.
Agronegócio
Produtores podem integrar seu sistema de irrigação a sensores meteorológicos para controlar melhor a rega da colheita. Com um sistema integrado, o agricultor também pode monitorar remotamente e em tempo real o processo de plantio. Com os dados obtidos, ele pode tomar decisões imediatas garantindo um controle mais eficiente de custos com insumos. A Stara já utiliza sensores embarcados em seus tratores para capturar e transformar dados obtidos em campo em informação para os produtores.
Automotivo e logística
Começamos com carros que estacionam sozinhos e já estamos caminhando para os veículos autodirigíveis. Observando uma realidade mais próxima, temos a otimização do setor logístico, com sensores que acompanham o desempenho dos veículos avisando sobre manutenções preventivas, e a integração da IoT em veículos e vias, permitindo que as entregas sejam feitas de forma mais inteligente e eficiente, evitando congestionamentos. A IoT está entre as principais tecnologias que vão impactar a transformação da logística nos próximos anos.
Smart Cities
Indo mais além, as smart cities (cidades inteligentes) que hoje estão em pauta só serão possíveis graças à IoT. Lixeiras de coleta seletiva que avisam ao caminhão de coleta quando estão cheias podem poupar tempo e dinheiro destinado aos serviços públicos. A cidade de Buenos Aires conseguiu combater o problema das enchentes utilizando dados de sensores em bueiros, que nortearam a limpeza das ruas e dos sistemas de drenagem, evitando inundações. E isso é apenas o começo: quanto mais objetos conectados, mais inteligente poderá ser a gestão da cidade e, consequentemente, da qualidade de vida dos cidadãos.
O futuro da IoT
A IoT já não é mais uma tendência ou uma previsão, é uma realidade que está transformando as indústrias, os negócios e as nossas vidas. O Gartner estima que a Internet das Coisas incluirá 26 bilhões de unidades instaladas até 2020, e com isso fornecedores de produtos e serviços de IoT devem gerar uma receita adicional superior a US$ 300 bilhões até o mesmo ano.
Bem-vindo ao mundo hiperconectado!
Fonte SAP News Brasil
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Em nova investida no mercado empresarial, Apple anuncia parceria com a SAP
Depois de anos e anos praticamente ignorando o mundo corporativo, a Apple deu hoje mais um grande passo na sua cruzada para conquistar este mercado já saturado por outras companhias. Depois de colaborações com a IBM e a Cisco, hoje a Maçã anunciou uma parceria com a SAP, multinacional alemã de software empresarial e uma das maiores do mundo no ramo.
A Apple está anunciando a parceria com pompa, colocando um banner na página inicial do seu site americano e atualizando sua página sobre o iPad nos negócios detalhando todas as novidades da colaboração.
A “junção de forças”, como define a própria Apple, ajudará companhias ao redor do mundo a redesenhar seus processos empresariais. Um novo SDK1 será disponibilizado e permitirá a criação de aplicações para o iOS que utilizem a ampla plataforma de inteligência SAP HANA da empresa, utilizada em 87% das 2.000 maiores companhia do mundo — incluindo, veja só, a própria Apple.
Este anúncio representa uma mudança de paradigma também para a própria SAP, com a entrada no mundo móvel da Apple, desenvolvedores poderão agora incorporar novas tecnologias nas soluções corporativas de cada empresa, como melhorias na segurança com o uso do Touch ID, sistemas de comunicação refinados, ou serviços, alertas e notificações baseados em localização, por exemplo.
Em uma nota relacionada, a SAP anunciou também hoje uma parceria com a IBM e sua tecnologia de computação cognitiva — o que pode, potencialmente, criar um “triângulo” de colaboração entre essas duas empresas e a Apple, que, como notado acima, já mantém uma relação de cooperação com a IBM há dois anos.
Fonte:
macmagazine.com.br
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