Atualmente, a participação das mulheres como proprietárias de empresas nos Estados Unidos é uma crescente. No entanto, em comparação com os homens de negócios, elas tendem a ter empresas menores, que geram menos receitas e empregam menos pessoas.
Três mulheres líderes de negócios: Jane Wesman, fundadora da Jane Wesman Public Relations; Sandi Webster, da Consultants 2 Go; e Nina Kaufman, da Entrepreneur.com Legal Expert, reuniram-se em um painel dedicado à discussão sobre os principais fatores que impedem as mulheres de obter maior sucesso como empresárias.
Foi unanime a afirmação de que a questão não está ligada ao gênero em si, mas sim a alguns aspectos psicológicos, como falta de modelos visíveis e estereótipos de gênero, que podem dissuadir e influenciar as mulheres em seu caminho para o sucesso. As palestrantes concluíram que o maior obstáculo era interno: o medo. Medos internalizados impactam de muitas maneiras a carreira de uma mulher.
Com base nessa discussão, o painel definiu 10 conselhos importantes para ajudar as mulheres no seu caminho para o sucesso. Confira:
“O caminho para o sucesso não é uma viagem solitária”
Para Jane Wesman construir uma rede forte, incluindo um time e um conselho consultivo, é essencial. Contar com um advogado e um contador, dois dos profissionais mais importantes na sua rede, é importante para obter orientação na criação de sua estrutura de negócios e contratos e para evitar armadilhas.
“O tempo passa rapidamente e você pode acabar em um lugar onde não esperava”
Nina Kaufman acredita que é preciso pensar no futuro para definir que caminho seguir. Estima-se que 40% das mulheres empresárias são chefes de família, e isso pode significar que erros financeiros e de tomada de decisão podem impactar seriamente as finanças de suas famílias e dos negócios. Você pode até mudar de objetivo no meio do caminho, mas é importante saber pelo que está trabalhando.
“Você realmente precisa ser capaz de descrever o que seu negócio é de forma muito concreta e concisa e, em seguida, começar a compartilhar esta informação com outras pessoas”
Para Wesman é essencial definir sobre o que é o seu negócio e quais são seus objetivos.
“Escolha uma ideia, se apaixone por ela, articule e compartilhe com o máximo de pessoas que você puder”
Aconselha Wesman. Trata-se de fazer networking, encontrar consultores para ajudá-la, e testar sua ideia para se certificar de que ela vai funcionar.
“Mesmo se você começar pelo caminho certo, você será atropelada se ficar sentada lá”
Citando Will Rogers, Kaufmann alertou que o mundo dos negócios não é estático, e seu modelo de negócios também não deve ser. Separe um tempo, pelo menos uma vez por ano para rever o projeto inicial e fazer atualizações.
“Desde o primeiro ano em que comecei minha empresa, tenho sido rentável, porque eu sempre soube o quanto me custou para executar o meu negócio e eu consegui descobrir para onde ir e obter esse dinheiro”
Wesman é enfática: não há problema em falar sobre dinheiro.
“O que as pessoas muitas vezes não percebem é que, sendo um proprietário você tem não só direitos, mas também obrigações”
Kaufman adverte contra o uso de capital próprio como uma ferramenta de troca nas fases iniciais do negócio, principalmente quando, provavelmente, ele não tem muitos recursos.
“Seja capaz de deixar seu negócio por pelo menos duas semanas. Isso realmente destaca o que está acontecendo em um negócio quando um CEO ou uma pessoa chave não está lá por um período de tempo”
Wesman acredita que o CEO precisa ser capaz de deixar seu negócio por pelo menos duas semanas consecutivas sem sua supervisão constante. Além de conseguir ver o que acontece quando ele não está lá, essa pausa pode dar aos funcionários a oportunidade de executar novas ideias de melhorias no negócio.
“Eu encontro com mulheres, elas sabem [números], elas são boas nisso, mas por alguma razão, alguém lhes disse há muito tempo que elas não são boas nisso, e elas ficaram com medo. Eu não amo números, mas eu vivo pelos meus números. Eu apenas faço disso parte do que eu faço”
Webster falou sobre a importância de por de lado os medos e preconceitos sobre finanças e contabilidade e ter tempo para realmente entender os números que sustentam o seu negócio.
“A diferença psicológica é que as mulheres sentem que, de alguma forma, foram informadas de que falar de dinheiro é muito pouco feminino”
Disse Wesman, observando as diferentes abordagens adotadas por homens e mulheres nas empresas.
Fonte: SAP News Brasil
terça-feira, 8 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
Gestão da cadeia de suprimentos é essencial para o crescimento das PMEs
Crescer é um dos principais (e primordiais) objetivos das PMEs. No entanto, à medida que os resultados aparecem, novos desafios surgem na gestão de um pequeno ou médio negócio: aumento da demanda, necessidade de ampliar e aumentar o estoque, melhorar o acompanhamento logístico, otimizar os processos de aquisição, enfim, gerenciar melhor toda a cadeia de suprimentos.
Planejando em longo prazo, é preciso obter um crescimento controlado, garantindo que a demanda seja atendida e a empresa continue a crescer de forma ordenada.
Soluções de gestão empresarial tornam-se aliadas para o ganho de eficiência e a redução de custo nos processos. Ao adotar uma solução tecnológica de gestão adequada, o responsável de supply chain conseguirá otimizar sua cadeia de suprimentos.
Com dados da cadeia de suprimentos organizados e integrados, todas as áreas da empresa conseguem obter a mesma visão do negócio, ampliando seu desempenho. Analisando os dados sobre estoque, por exemplo, o setor de Compras pode planejar as próximas aquisições, e a mesma informação permite que o Marketing planeje ações para dar giro aos produtos parados. Com os números sobre os resultados do setor de Vendas, a área de Logística poderá prever a demanda de trabalho e desenvolver um planejamento para otimizar essas entregas dos pedidos.
Como escolher uma solução de gestão para minha cadeia de suprimentos?
Um software de gestão da cadeia de suprimentos deve atender as três principais esferas de um negócio:
Financeira – auditoria de processos, controle de informações e gestão do fluxo de caixa.
Logística – gestão de estoque, produção e entregas.
Comercial – gestão da demanda, atendimento, controle de qualidade e controle de custos com o processo de vendas.
Entre os principais benefícios que um software de gestão da cadeia de suprimentos pode apresentar para uma PME, é possível citar:
* Integração automatizada de departamentos
* Informações e insights em tempo real
* Identificação e gestão de melhorias
* Otimização da experiência do cliente
Ao digitalizar e automatizar a gestão da cadeia de suprimentos, sua PME poderá otimizar processos e reduzir custos, além de obter uma visão mais completa do negócio para planejar os próximos passos para o crescimento.
Fonte: SAP Brasil - News
Planejando em longo prazo, é preciso obter um crescimento controlado, garantindo que a demanda seja atendida e a empresa continue a crescer de forma ordenada.
Soluções de gestão empresarial tornam-se aliadas para o ganho de eficiência e a redução de custo nos processos. Ao adotar uma solução tecnológica de gestão adequada, o responsável de supply chain conseguirá otimizar sua cadeia de suprimentos.
Com dados da cadeia de suprimentos organizados e integrados, todas as áreas da empresa conseguem obter a mesma visão do negócio, ampliando seu desempenho. Analisando os dados sobre estoque, por exemplo, o setor de Compras pode planejar as próximas aquisições, e a mesma informação permite que o Marketing planeje ações para dar giro aos produtos parados. Com os números sobre os resultados do setor de Vendas, a área de Logística poderá prever a demanda de trabalho e desenvolver um planejamento para otimizar essas entregas dos pedidos.
Como escolher uma solução de gestão para minha cadeia de suprimentos?
Um software de gestão da cadeia de suprimentos deve atender as três principais esferas de um negócio:
Financeira – auditoria de processos, controle de informações e gestão do fluxo de caixa.
Logística – gestão de estoque, produção e entregas.
Comercial – gestão da demanda, atendimento, controle de qualidade e controle de custos com o processo de vendas.
Entre os principais benefícios que um software de gestão da cadeia de suprimentos pode apresentar para uma PME, é possível citar:
* Integração automatizada de departamentos
* Informações e insights em tempo real
* Identificação e gestão de melhorias
* Otimização da experiência do cliente
Ao digitalizar e automatizar a gestão da cadeia de suprimentos, sua PME poderá otimizar processos e reduzir custos, além de obter uma visão mais completa do negócio para planejar os próximos passos para o crescimento.
Fonte: SAP Brasil - News
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Capacitação, foco e inovação.
O SAP Solution Center esteve em Ribeirão Preto para realização de um Workshop para Avannt Consultoria. Abordando as principais inovações do Portfólio SAP o evento contribuiu para a inovação constante de nossos colaboradores e o trabalho da Avannt de se manter atualizada ao oferecer os serviços e soluções SAP.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
SAP Forum Brasil – CFO, descomplique processos para obter mais resultados com a transformação digital
É da natureza do setor financeiro criar processos burocráticos para lidar com uma grande quantidade de informações restritas. No entanto, toda essa burocracia acabou tornando o setor complexo demais.
Para realizar operações cotidianas, o departamento de contabilidade e as instituições financeiras têm de lidar com diferentes sistemas, que nem sempre atendem às suas demandas específicas. A economia digital e compartilhada também está forçando as empresas a se reinventarem, rompendo velhos modelos de negócios e redefinindo o conceito de valor. Independentemente do cenário, os CFOs precisam abraçar a transformação digital para:
Ganhar mais agilidade
O mercado se movimenta na velocidade de Economia Digital. Com ferramentas mais ágeis, a empresa poderá entrar mais rapidamente em novos mercados e aproveitar novas oportunidades de negócios.
Agir em tempo real87% dos executivos de finanças concordam que o cumprimento dos objetivos de crescimento requer uma análise de dados mais rápida, mas apenas 12% são capazes de responder aos pedidos de informação em tempo real.
Obter poder de previsão e simulaçãoPor meio de recursos de simulação e previsão, qualquer membro da equipe de finanças poderá obter insights para orientar as melhores tomadas de decisões, otimizar a produtividade e aumentar a rentabilidade de forma significativa.
Melhorar a experiência do usuárioDigitalizar processos e integrar sistemas é essencial para melhorar a experiência dos colaboradores do setor financeiro, garantindo a precisão das informações, impulsionando o envolvimento dos usuários e sua produtividade.
Na 20ª edição do SAP Forum Brasil especialistas discutirão como a transformação digital pode ajudar gestores de finanças a tornar processos menos complexos, mais eficazes e produtivos. CFO, você está convidado para esse grande evento, dias 15 e 16 de março, no Transamerica Expo Center.
Clique aqui e descubra mais motivos para se registrar agora mesmo.
Fonte: SAP News Brasil
Para realizar operações cotidianas, o departamento de contabilidade e as instituições financeiras têm de lidar com diferentes sistemas, que nem sempre atendem às suas demandas específicas. A economia digital e compartilhada também está forçando as empresas a se reinventarem, rompendo velhos modelos de negócios e redefinindo o conceito de valor. Independentemente do cenário, os CFOs precisam abraçar a transformação digital para:
Ganhar mais agilidade
O mercado se movimenta na velocidade de Economia Digital. Com ferramentas mais ágeis, a empresa poderá entrar mais rapidamente em novos mercados e aproveitar novas oportunidades de negócios.
Agir em tempo real87% dos executivos de finanças concordam que o cumprimento dos objetivos de crescimento requer uma análise de dados mais rápida, mas apenas 12% são capazes de responder aos pedidos de informação em tempo real.
Obter poder de previsão e simulaçãoPor meio de recursos de simulação e previsão, qualquer membro da equipe de finanças poderá obter insights para orientar as melhores tomadas de decisões, otimizar a produtividade e aumentar a rentabilidade de forma significativa.
Melhorar a experiência do usuárioDigitalizar processos e integrar sistemas é essencial para melhorar a experiência dos colaboradores do setor financeiro, garantindo a precisão das informações, impulsionando o envolvimento dos usuários e sua produtividade.
Na 20ª edição do SAP Forum Brasil especialistas discutirão como a transformação digital pode ajudar gestores de finanças a tornar processos menos complexos, mais eficazes e produtivos. CFO, você está convidado para esse grande evento, dias 15 e 16 de março, no Transamerica Expo Center.
Clique aqui e descubra mais motivos para se registrar agora mesmo.
Fonte: SAP News Brasil
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
SAP S/4HANA: Conjunto de negócios de próxima geração
Por que isso muda todo o jogo?
SAP Business Suite 4 SAP HANA (S/4HANA) é a maior inovação da SAP desde o lançamento do SAP R/3 e fundamentalmente redefine como o software corporativo cria valor em uma economia digital e conectada. A S/4HANA é um conjunto de negócios completamente reinventado, criado para tirar proveito da tecnologia em memória mais avançada de hoje, modernizar dramaticamente a experiência de usuário em qualquer dispositivo e conectar nativamente o Big Data, a Internet das Coisas, Redes de Negócios e mais
Por que a SAP?
O SAP S/4HANA é montado em e para a plataforma SAP HANA. No topo dessa plataforma revolucionária, aproveitamos nossos mais de 40 anos de experiência ajudando mais de 280.000 clientes para reinventar um conjunto de negócios projetado para entregar valor instantâneo para cada função de negócio e cada setor.
Veja mais em http://goo.gl/yYLL49
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Transformação digital pode ajudar o Brasil a se reerguer
Cristina Palmaka, Presidente, SAP Brasil
O Brasil está em sua pior recessão em nas últimas décadas, mas fiquei muito animada quando participei recentemente, da cerimônia de premiação da APEX em São Paulo para homenagear empresas que contribuíram para o crescimento do país. Os economistas acreditam que agora é hora de se concentrar nas exportações, e a APEX, agência brasileira cuja missão é promover a competitividade brasileira em nível mundial, está fazendo exatamente isso.
Neste ano, 13 mil empresas exportaram produtos brasileiros para mercados internacionais. A maioria delas são pequenas ou médias empresas; as empresas menores compõem quase 99% de todo o empresariado brasileiro e contribuem com 25% do PIB do país. No entanto, essas empresas enfrentam muitos desafios, especialmente quando se trata de fazer negócios no exterior! Além das barreiras do idioma e culturais, existem muitos obstáculos jurídicos e administrativos.
Talvez o maior desafio para empresas de todos os tamanhos seja a transformação digital necessária para atualmente fazer negócios com sucesso.
Exemplos de excelência
De acordo com um estudo da Economist Intelligence Unit, 69% das PMEs brasileiras consideram como prioridade máxima o uso da tecnologia com mais eficiência. Para mim, isso reforça a importância do apoio aos pequenos negócios, com a melhor tecnologia possível.
A PADO, fabricante brasileira de fechaduras, por exemplo, está usando seus sistemas a partir de estação central sem interromper a produção. Como tudo está sendo executado na nuvem, os funcionários podem acessar os dados de qualquer dispositivo em qualquer lugar e a qualquer hora. Isso reduziu o tempo que se levava para tomar decisões em 50 por cento! As novas ferramentas também permitem visualizar os dados em diferentes formatos. Operadores de máquina podem fazer alterações no desenho das fechaduras em 3D diretamente de suas estações. Esse tipo de tecnologia torna a empresa mais eficiente e mais competitiva à medida que buscam expandir seus negócios para fora do Brasil.
Empresas de manufatura, em geral, estão sofrendo com a recessão. Enquanto muitas temem a mudança, outras estão aproveitando a oportunidade para investir agora para estarem prontas quando a recuperação da economia chegar.
Por exemplo, mesmo que a queda 19% nas exportações brasileiras de veículos no ano passado, a Randon, fabricante de veículos comerciais, está investindo agora em tecnologias de nuvem para aumentar a eficiência, em vez de demitir um grande número de operários. Como a maior empregador em sua região, a Randon está comprometida com seus profissionais e usando proativamente a tecnologia para ajudar a eliminar custos de manutenção, melhorar a governança e reduzir os níveis dos estoques bem como para gerenciar suas equipes com mais sucesso.
Otimista em relação a 2016
Não sou a única que acredita que a tecnologia terá um papel vital no crescimento da economia. Apenas algumas semanas atrás, participei do IT Fórum Expo e encontrei meus colegas da Microsoft, IBM, Totvs e outras empresas de TI. O clima era de otimismo, mas todos nós concordamos que o maior desafio para as empresas brasileiras é a transformação digital. Isso será a prioridade número um em 2016 porque os negócios estão sendo profundamente impactados por tendências como hiperconectividade, computação em nuvem e tecnologias inteligentes.
E não nos esqueçamos – mesmo em uma recessão, 200 milhões de pessoas ainda têm um alto poder de compra. O Brasil é um dos maiores mercados consumidores do mundo. Cerca de novos 40 milhões de consumidores se juntaram à classe média na última década. Eles adquirem telefones celulares, TVs e produtos de saúde através de uma grande variedade de canais, não apenas em lojas físicas.
Conforme disse na cerimônia da APEX onde a SAP foi homenageada por seus investimentos produtivos no Brasil, a transformação digital não é uma visão de futuro, é um fato da vida. E estou muito animada para colaborar com a transformação das empresas brasileiras para que possam continuar se expandir para além das nossas fronteiras e fazer crescer seus negócios localmente.
Fonte: Por SAP News Brasil
O Brasil está em sua pior recessão em nas últimas décadas, mas fiquei muito animada quando participei recentemente, da cerimônia de premiação da APEX em São Paulo para homenagear empresas que contribuíram para o crescimento do país. Os economistas acreditam que agora é hora de se concentrar nas exportações, e a APEX, agência brasileira cuja missão é promover a competitividade brasileira em nível mundial, está fazendo exatamente isso.
Neste ano, 13 mil empresas exportaram produtos brasileiros para mercados internacionais. A maioria delas são pequenas ou médias empresas; as empresas menores compõem quase 99% de todo o empresariado brasileiro e contribuem com 25% do PIB do país. No entanto, essas empresas enfrentam muitos desafios, especialmente quando se trata de fazer negócios no exterior! Além das barreiras do idioma e culturais, existem muitos obstáculos jurídicos e administrativos.
Talvez o maior desafio para empresas de todos os tamanhos seja a transformação digital necessária para atualmente fazer negócios com sucesso.
Exemplos de excelência
De acordo com um estudo da Economist Intelligence Unit, 69% das PMEs brasileiras consideram como prioridade máxima o uso da tecnologia com mais eficiência. Para mim, isso reforça a importância do apoio aos pequenos negócios, com a melhor tecnologia possível.
A PADO, fabricante brasileira de fechaduras, por exemplo, está usando seus sistemas a partir de estação central sem interromper a produção. Como tudo está sendo executado na nuvem, os funcionários podem acessar os dados de qualquer dispositivo em qualquer lugar e a qualquer hora. Isso reduziu o tempo que se levava para tomar decisões em 50 por cento! As novas ferramentas também permitem visualizar os dados em diferentes formatos. Operadores de máquina podem fazer alterações no desenho das fechaduras em 3D diretamente de suas estações. Esse tipo de tecnologia torna a empresa mais eficiente e mais competitiva à medida que buscam expandir seus negócios para fora do Brasil.
Empresas de manufatura, em geral, estão sofrendo com a recessão. Enquanto muitas temem a mudança, outras estão aproveitando a oportunidade para investir agora para estarem prontas quando a recuperação da economia chegar.
Por exemplo, mesmo que a queda 19% nas exportações brasileiras de veículos no ano passado, a Randon, fabricante de veículos comerciais, está investindo agora em tecnologias de nuvem para aumentar a eficiência, em vez de demitir um grande número de operários. Como a maior empregador em sua região, a Randon está comprometida com seus profissionais e usando proativamente a tecnologia para ajudar a eliminar custos de manutenção, melhorar a governança e reduzir os níveis dos estoques bem como para gerenciar suas equipes com mais sucesso.
Otimista em relação a 2016
Não sou a única que acredita que a tecnologia terá um papel vital no crescimento da economia. Apenas algumas semanas atrás, participei do IT Fórum Expo e encontrei meus colegas da Microsoft, IBM, Totvs e outras empresas de TI. O clima era de otimismo, mas todos nós concordamos que o maior desafio para as empresas brasileiras é a transformação digital. Isso será a prioridade número um em 2016 porque os negócios estão sendo profundamente impactados por tendências como hiperconectividade, computação em nuvem e tecnologias inteligentes.
E não nos esqueçamos – mesmo em uma recessão, 200 milhões de pessoas ainda têm um alto poder de compra. O Brasil é um dos maiores mercados consumidores do mundo. Cerca de novos 40 milhões de consumidores se juntaram à classe média na última década. Eles adquirem telefones celulares, TVs e produtos de saúde através de uma grande variedade de canais, não apenas em lojas físicas.
Conforme disse na cerimônia da APEX onde a SAP foi homenageada por seus investimentos produtivos no Brasil, a transformação digital não é uma visão de futuro, é um fato da vida. E estou muito animada para colaborar com a transformação das empresas brasileiras para que possam continuar se expandir para além das nossas fronteiras e fazer crescer seus negócios localmente.
Fonte: Por SAP News Brasil
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Principais tendências para TI a partir de 2016
No final do ano costumamos seguir muitas tradições, e uma delas é criar uma lista de resoluções para o novo ano.
Mas qual a melhor forma de definir objetivos e estabelecer metas para a indústria de TI em 2016? Observar dados e analisar tendências são ações importantes para direcionar suas estratégias e investimentos.
No levantamento Top Strategic Predictions for 2016 and Beyond: The Future Is a Digital Thing, da Gartner, encontramos dados que apontam para uma intensa transformação digital dos negócios e uma grande mudança e ruptura para a indústria de TI nos próximos cinco anos. Confira:
por Ivy Leça - SAP Brasil
Mas qual a melhor forma de definir objetivos e estabelecer metas para a indústria de TI em 2016? Observar dados e analisar tendências são ações importantes para direcionar suas estratégias e investimentos.
No levantamento Top Strategic Predictions for 2016 and Beyond: The Future Is a Digital Thing, da Gartner, encontramos dados que apontam para uma intensa transformação digital dos negócios e uma grande mudança e ruptura para a indústria de TI nos próximos cinco anos. Confira:
por Ivy Leça - SAP Brasil
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