sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Tenho uma PME – por que devo adotar a simplificação nos meus negócios?

“Crescimento exige sofisticação e gera complexidade” – esse é um pensamento muito comum entre executivos de PMEs, que muitas vezes prejudica a evolução de um negócio.

 
Confira a seguir os principais equívocos das PMES quando falamos de simplificação dos negócios:

Pensar em quanto crescer antes de definir como crescer
Quando a demanda aumenta, aumenta também a quantidade de trabalho, e é difícil continuar crescendo sem uma estrutura escalável e adaptável. No entanto, investir em um sistema robusto não é suficiente. É preciso pensar na simplificação antes de pensar em expansão. Em um estudo de caso, Sharon Romem, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Weight Watchers Israel, exemplificou como o crescimento pode ser um obstáculo para o próprio crescimento quando não planejado. “Quando ampliamos [nosso negócio], aumentamos o número de reuniões semanais de 150 a 450. Para ajudar a gerenciar esse crescimento, precisávamos substituir os inúmeros aplicativos de gerenciamento que estávamos usando por um único aplicativo que permitiu a comunicação e colaboração eficientes e coordenadas entre vários departamentos”, explicou.



Não ter um sistema unificado
Muitas PMEs adotam diferentes sistemas para cada setor, sistemas esses que não funcionam efetivamente juntos. Não adianta redefinir operações de forma individual. Esse sistema fragmentado pode dificultar muito os processos no futuro. Quando a Weight Watchers Israel implementou o SAP Business One como uma plataforma unificada para todos os seus serviços, a empresa cresceu sem ser bloqueada por questões logísticas ou administrativas. Sharon Romem conta que a unificação trouxe velocidades aos processos da empresa: “Hoje eu posso obter as informações que preciso imediatamente”.


Investir em soluções temporárias

Adotar soluções mais baratas e de curto prazo para atender às necessidades imediatas pode gerar um gasto muito maior no fim das contas, além de tornar os processos excessivamente complexos e até ineficazes. As PMEs devem optar por uma plataforma operacional flexível e escalável para manter a empresa resiliente não só em um determinado momento. Uma solução de definitiva, mas também adaptável às mudanças do mercado, às demandas do negócio e que possa cumprir sua estratégia de crescimento corporativo.


Não entender o real significado de simplificação e seus benefícios

Quando falamos em simplificação, algumas PMEs se confundem acreditando que isso significa reduzir o valor entregue ao cliente, quando na verdade é justamente o contrário. Um documento produzido pela Knowledge@Wharton apresenta os principais benefícios da simplificação para os negócios e revela que as melhorias obtidas só agregam mais valor para o cliente. Alguns pontos incluem melhores experiências do cliente, custos mais baixos, maior engajamento e retenção de talentos, aumento da eficiência operacional e muito mais. Executando processos mais simples as PMEs ganham velocidade para atender mais rapidamente às necessidades dos clientes.


Para crescer e ir mais longe, as PMEs precisam abraçar desde o princípio a cultura da simplificação e adotar processos mais simples e escaláveis. Sua PME está pronta?

Fonte SAP News Brasil

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Transporte do futuro – como a tecnologia está nos conduzindo


Os meios de transporte sempre fizeram parte do nosso imaginário sobre o futuro. Os carros voadores dos “Jetsons”, os velozes tubos a vácuo de “Star Trek” e até mesmo o teletransporte dos filmes de ficção científica, entre tantas outras máquinas que nos levariam rapidamente para qualquer lugar do mundo.

Embora nem todas essas ideias sejam reais ainda, a tecnologia nos deixa cada vez mais próximos dessas visões. Confira alguns dos avanços tecnológicos no transporte mais promissores até agora:

Hyperloop
Já pensou percorrer quase 300 quilômetros em apenas 15 minutos? Ou realizar uma viagem de carro de 6 horas em somente 35 minutos? Essa é a proposta do Hyperloop, a ideia mais futurista de meios de transportes atuais.

Como funciona
Idealizado por Elon Musk, o Hyperloop é um sistema de tubos de baixa pressão nos quais cápsulas aerodinâmicas e de alta resistência irão flutuar sobre um fluxo constante de ar pressurizado. O tubo mantém um vácuo parcial, o que reduz a resistência do ar, fazendo com que as cápsulas consigam atingir 1.200 km/h, ou seja, uma viagem de São Paulo a Belo Horizonte levaria cerca de meia hora.

Desafios
O objetivo inicial é construir um sistema de túneis que conecte duas das maiores cidades do estado da Califórnia: Los Angeles e São Francisco. Para sair do papel, o projeto está buscando investidores dispostos a aplicar US$ 7 bilhões no sistema. Outro obstáculo, é claro, são os interesses econômicos de empresas de transporte, além da própria geografia da região. A Califórnia é um dos estados mais propensos a terremotos nos EUA. As constantes atividades sísmicas são mais um ponto que os desenvolvedores devem considerar. Enquanto isso, Musk planeja construir uma pista de testes aberta a empresas e estudantes para testar projetos baseados na tecnologia.



Carros sem condutor
O assunto em pauta nos últimos meses prova que a ideia de carros autodirigíveis está cada vez mais próxima da realidade. Este mês a Tesla Motors anunciou a atualização de seu “piloto automático” no Modelo S, os carros que são capazes de dirigir e estacionar sozinhos. A General Motors também tem planos de introduzir um recurso semelhante em seus carros Cadillac até 2016. O recurso deverá manter o carro dentro a pista com ajustes de direção e automaticamente regular a velocidade para manter os passageiros em segurança.

Como funciona
No geral, os veículos utilizam um sistema que combina sensores, câmeras, radares e dados de mapeamento para trafegar. Chegando ao seu destino final, utiliza os mesmos recursos para buscar uma vaga disponível e estacionar.

Desafios
Apesar de toda tecnologia envolvida, a segurança dos passageiros e dos pedestres ainda é a maior preocupação. Provavelmente o maior desafio dos carros sem condutores são os próprios condutores. É preciso programar os carros para reconhecer e lidar com todas as situações possíveis e imagináveis na estrada, mas como prever a atitude dos outros motoristas? Um dos caminhos aponta para a comunicação entre veículos, algo em que os idealizadores estão pensando, mas para o qual ainda não existe um padrão.



Combustíveis alternativos
Os carros elétricos já são uma realidade crescente, apesar de ainda serem minoria, e incentivos estatais estão tornando veículos elétricos cada vez mais populares. O próximo passo: a era dos carros movidos a hidrogênio. Pioneira, a Toyota lançou em 2016 o primeiro modelo movido a célula de hidrogênio fabricado em larga escala no mundo.

Como funciona
Em questão de funcionamento, os carros movidos a hidrogênio são semelhantes aos elétricos, com o diferencial que a eletricidade que alimenta o motor do carro vem de uma célula de combustível de hidrogênio, em vez de uma bateria. Esses carros são considerados veículos com emissão zero de poluentes, uma vez que o único subproduto é a água. O tanque de hidrogênio pode ser recarregado em apenas alguns minutos, diferentemente dos carros elétricos, que podem exigir várias horas de carregamento.

Desafios
O mercado tradicional de combustíveis, a indústria do petróleo e do diesel, é o maior obstáculo. Encher o tanque desses veículos pode ser um grande desafio devido à escassez de postos de combustível de hidrogênio.

Apesar de toda a tecnologia disponível hoje, é impossível prever o futuro dos transportes. Mas com todos os olhares voltados para a melhoria da mobilidade urbana, a garantia da segurança de condutores e pedestres e a necessidade urgente de diminuição da emissão de carbono, fica mais fácil imaginar que é só uma questão de tempo antes que rodovias e ruas pareçam lugares muito diferentes. Quem sabe nosso 2020 será mais parecido com o 2015 de “De volta para o futuro”?

Fonte: SAP News - Brasil

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

O que esperar do futuro dos negócios

Inovação é o fator chave para o crescimento no futuro dos negócios. As diversas mudanças que estão acontecendo, sejam elas na tecnologia, nos negócios ou no relacionamento com o consumidor, estão transformando o mercado e dando uma prévia do que podemos esperar desse futuro.

Confira o primeiro infográfico da série que trará insights sobre o futuro dos negócios:




























  
SAP Brasil | Blog | por Raquel Casciato

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O efeito do Big Data no sucesso da Uber

Sempre que uma iniciativa disruptiva entra em um mercado, é comum que encontre barreiras, principalmente por parte daqueles que já atuam nesse mercado. Um exemplo recente disso é o controverso sucesso da empresa Uber.




A Uber cresceu na economia compartilhada, conectando passageiros e motoristas diretamente através de um aplicativo. Fundada em 2009, rapidamente ganhou expansão global e chegou ao Brasil, colecionando fãs fiéis e também conquistando a aversão não apenas dos taxistas – por oferecer a oportunidade de novos negócios para motoristas não licenciados – como também de inúmeras empresas de transporte tradicionais, que estão perdendo sua fatia do mercado.

Se considerarmos que tanto Uber quanto táxi oferecem o mesmo serviço de deslocamento por custos semelhantes, é possível concluir que o segredo do sucesso do primeiro está na entrega de valor para o usuário.

Parte chave dessa entrega de valor está no uso de ferramentas de Big Data. Antes mesmo do carro chegar, dados como tarifa, percurso, condições de tráfego e tempo são cruzados, uma análise preditiva é feita para determinar previamente quanto tempo sua viagem deverá levar e qual será o valor final. Em caso de mudança de percurso, o aplicativo recalcula o novo trajeto em tempo real para que o passageiro não tenha nenhuma surpresa.

O aplicativo conta ainda com um sistema de avaliação rígido e totalmente compartilhável. Quando um usuário utiliza o serviço, ele avalia o motorista e deixa esses dados disponíveis para os próximos clientes. A ‘taxa de aceitação’ do motorista (corridas aceitas) deve se manter em  80%. A análise dos dados ajuda a manter a qualidade dos serviços, fidelizar clientes, além de conquistar novos passageiros.






Os dados são tão importantes para a Uber que o aplicativo também está firmando parcerias com locais de entretenimento, restaurantes e redes de hotéis. Um potencial usuário acaba de descer no aeroporto e está pronto para ir ao seu hotel preferido na cidade; então ele descobre que se baixar o aplicativo do Uber, fizer o cadastro e fechar a corrida até o hotel, ele ganha uma diária. Estadias gratuitas, milhas aéreas, descontos, acesso VIP e tantas outras recompensas são oferecidas ao usuário em troca de compartilhar algumas informações pessoais que serão valiosas para o aplicativo.

Se por um lado a tecnologia utilizada pelo Uber pode gerar críticas dos mais conservadores, algumas empresas estão tomando o sucesso do aplicativo como exemplo. É um ciclo virtuoso: mais concorrência gera mais avanços e inovação. Na cidade de São Francisco, nos EUA, por exemplo, algumas frotas de táxi já estão adotando programas destinados a competir com Uber e outras empresas. Dessa forma, o mercado se mantém em evolução, o que só pode gerar melhores resultados para o consumidor.

A ruptura que vimos nos mercado de transportes nos últimos tempos é apenas o começo. O amanhã promete carros que dirigem sozinhos, e com tecnologias como Big Data e computação em nuvem se tornando mais comuns, outras ideias revolucionárias provavelmente surgirão.

Com a economia digital influenciando o comportamento das pessoas, a previsão é que cada vez mais empresas disruptivas desafiem o mercado e a indústria tradicional em todos os setores possíveis. Essa é uma realidade que os líderes precisam considerar e rápido. Sua empresa vai se moldar e crescer na economia digital ou será apenas mais um coadjuvante dessas mudanças?


Fonte: Sala de Imprensa SAP Brasil -  Raquel Casciato 

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Showrooming: como as estratégias omnichannel estão mudando hábitos de compra


Showrooming é uma palavra que daria arrepios a qualquer varejista. O termo define o comportamento de compras no qual o consumidor entra em uma loja física para experimentar, testar e tirar dúvidas sobre um produto antes de comprá-lo em uma loja online, que nem sempre é a mesma loja onde foi feita a visita.




Segundo um estudo desenvolvido pela IBM em 2013 analisando os hábitos de compra de 30 mil consumidores globais, quase 50% de todas as compras online são feitas por consumidores seguindo algum tipo de showrooming. Um ano depois, os novos resultados da mesma pesquisa revelaram uma mudança inesperada: apesar do aumento de compras online, apenas cerca de 30% dessas compras realmente foram resultado de showrooming.


A grande questão era: como poderia o comportamento do consumidor mudar tão drasticamente em um ano? Na verdade, ele não mudou completamente. Um novo cenário havia sido criado. O consumidor ainda ia até as lojas físicas com o intuito de fazer o showrooming, mas agora se deparava com uma nova experiência. Os varejistas se tornaram mais cientes da abordagem “omnichannel” para o varejo, e passaram a criar uma experiência online e offline completa para os clientes.


A “omniloja” possui quatro pilares estratégicos:


Atendimento customizado
O atendimento é provavelmente o maior diferencial da loja física. O contato visual, a leitura expressiva e a percepção de sentimentos são situações que só podem ser desenvolvidas no atendimento presencial, por isso o atendimento deve focar no lado mais humano e pessoal. É preciso entender a pessoa e reagir às suas necessidades, muito mais do que marketear os atributos de um produto. Mas para atender a demanda, o atendimento precisa ter acesso fácil e rápido ao catálogo de serviços ou produtos, dessa forma é possível encontrar a melhor opção para cada cliente com precisão a agilidade.


Plataforma tecnológica
Com a transmissão de informações, como histórico de compras, preferências e outros dados digitais, para a loja física, o varejista passa a ter uma visão mais integrada e personalizada do cliente, o que ajuda a valorizar o atendimento individualizado. Ao entrar na loja física, o cliente pode ser identificado por meio do seu smartphone: beacons utilizam o sistema de proximidade em ambientes fechados para enviar mensagens com ofertas e promoções de acordo com o comportamento do cliente na loja.


Design
Um novo design pensado para um novo consumidor ajuda a criar um ambiente que envolva experiência e conveniência como elementos visuais integrados à comunicação digital. Ofereça um espaço mais interativo, dinâmico e ao mesmo tempo simplificado, que facilite as decisões de compra. Uma comunicação mais direta permite um aprofundamento gradativo de acordo com o interesse do consumidor.


Sistema de monitoramento
Por fim, é importante monitorar, mensurar e acompanhar os resultados integrados da experiência física e digital. Com um sistema simples e acessível de monitoramento é possível analisar de forma individual comportamentos e reações dos consumidores. Essas informações proporcionam uma análise preditiva que permite corrigir, melhorar e ampliar a experiência futura do consumidor e, como consequência, os resultados da loja.


Com a aplicação das ferramentas tecnológicas adequadas e de estratégias omnichannel, o showrooming deixa de ser um problema e se torna uma oportunidade. A experiência física passa a ser uma forma de fortalecimento da marca, enquanto a compra migra para o ambiente online, no qual o varejista pode oferecer uma “prateleira infinita” que atende completamente a demanda do consumidor.

Fonte: SAP News Brasil

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Vale do Silício brasileiro: três cidades que incentivam iniciativas tecnológicas

O ecossistema de inovação e empreendedorismo da América Latina está em ascensão. Devido aos últimos anos de crescimento da economia brasileira – e apesar da atual instabilidade – muitos investidores do Vale do Silício (EUA) têm investido no Brasil e em toda a América Latina.


Em toda sua vasta extensão geográfica, o Brasil tem abrigado cada vez mais centros tecnológicos, incubadoras e institutos de pesquisas. Entre diversas cidades, três delas estão sendo consideradas o “Vale do Silício brasileiro”, devido às suas iniciativas de incentivo à inovação tecnológica: Campinas, no estado de São Paulo, Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais, e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.


Campinas

Muitas vezes referida como o Vale do Silício no Brasil, a cidade conta com muitos institutos de pesquisa, parques tecnológicos e incubadoras. Além disso, mais de 30 das 100 maiores empresas de tecnologia do mundo estão localizadas em Campinas.

A cidade também abriga o CPqD. Criado em 1976 como Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Telebrás, era uma empresa estatal que detinha o monopólio dos serviços públicos de telecomunicações no Brasil. Em 1998, após a privatização da Telebrás, o CPqD tornou-se uma fundação de direito privado, ampliando seu escopo e a abrangência do mercado.


Santa Rita do Sapucaí

Atualmente a cidade é considerada um dos principais polos da indústria eletrônica no Brasil. A história tecnológica da cidade teve inicio em 1959, com a criação do primeiro instituto de ensino técnico de eletrônica na América Latina. Santa Rita do Sapucaí abriga hoje mais de 150 empresas, que empregam cerca de 14 mil funcionários alojados na cidade e nos arredores.

Santa Rita do Sapucaí tem uma forte cultura de empreendedorismo, incentivada desde cedo nas escolas e que resulta na criação anual de vários projetos de incubação. Em 2014, a indústria local obteve uma receita de R$3 bilhões gerados pelos produtos fabricados em diversos segmentos da indústria de tecnologia.


Porto Alegre

No sul do país, a capital do Rio Grande do Sul está ganhando destaque na indústria tecnológica. O TECNOPUC, Parque Científico e Tecnológico da PUCRS lançou recentemente uma nova iniciativa: o Startup Garagem. O projeto tem o objetivo de auxiliar empresários a transformar boas ideias em negócios de sucesso. No segundo semestre de 2014, a primeira execução do programa de modelagem de negócios obteve-se um total de 45 participantes, entre professores, alunos e técnicos científicos.

8 de Setembro de 2015 | Blog | por Raquel Casciato

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Delineando a função de finanças do futuro

Podemos afirmar que os líderes financeiros do futuro estarão aplicando um conjunto de habilidades familiar em resposta à necessidade contínua de:


  • Obter capital pelo melhor custo
  • Gerenciar um número crescente de exigências de conformidade
  • Fornecer relatórios cada vez mais transparentes e divulgação inovadora



Contudo, de que forma esses líderes vão viabilizar direção estratégica e crescimento constante ainda é uma incógnita. Na verdade, um estudo recente indica que 76% dos executivos de finanças têm uma necessidade crescente de trabalhar mais próximos às unidades operacionais de suas empresas para conduzir os negócios. Como você pode atender a essa necessidade?

Transforme dados em análises

A nova justificativa de negócio da SAP, “Opere as finanças com simplicidade”, tem como foco a transformação da função de finanças e os passos necessários para alcançar o sucesso. Os resultados desta pesquisa confirmam que os avanços na tecnologia da informação estão permitindo que os CFOs forneçam significativamente mais dados e informações com mais agilidade para os tomadores de decisões de outras linhas de negócio. Mas ainda existem lacunas em como traduzir os dados em análises para que pessoas externas à área de finanças possam entender e usá-los de modo significativo. O estudo revela que:


  • Mais de 60% dos entrevistados disseram que seus sistemas de informação são “self-service” e que seus gerentes podem obter dados financeiros e de desempenho de modo independente
  • Um número similar de entrevistados indica que os gerentes de linha de negócio têm dificuldade em usar sistemas de informação para identificar e entender os dados de que precisam para tomar decisões eficazes


A área de finanças avançou bastante ao fornecer mais informações a seus pares de linha de negócios. Mas para se tornar um parceiro estratégico é necessário determinar qual é a melhor forma de integrar métricas operacionais a impactos financeiros e interpretar os dados para desenvolver insights que todos os tomadores de decisão possam transformar em ação.

Evoluir para uma função mais estratégica

Sistemas, informações e processos fragmentados prejudicam a capacidade da área financeira de se transformar em uma organização com foco em agregar valor. Para traduzir de maneira eficaz os dados em análises, as organizações financeiras devem implementar práticas que viabilizem a excelência financeira. Essas áreas precisam de soluções que auxiliem na solução dos desafios de negócios e acomodem a transformação da área financeira em uma organização de serviços dentro da empresa. A solução SAP Simple Finance oferece esses recursos.

Como o SAP Simple Finance gera valor

Como líder em soluções financeiras nas últimas décadas, a SAP trabalhou juntamente com clientes ao redor do mundo para identificar as tarefas mais complexas em finanças e torná-las mais simples para consumo e operação. O resultado foi o SAP Simple Finance. Esta solução financeira global é executada na plataforma SAP HANA e oferece uma gama completa de opções de implementação incluindo cloud, on-premise e híbrida.


  • O SAP Simple Finance combina o poder do software líder de gestão financeira da SAP com as análises em tempo real da plataforma SAP HANA. O sistema foi desenvolvido para trazer simplicidade a todos os processos financeiros e aos usuários permitindo:
  • Parceria de negócios: Envolvimento com o negócio para gerar predições, análises e planejamento imediatos com alavancagem de valor ao longo dos processos financeiros e operacionais
  • Excelência operacional: Ampliar os processos financeiros ao longo das redes de negócio para melhorar a colaboração com clientes, fornecedores, bancos e autoridades governamentais
  • Conformidade e risco: Manter conformidade regulatória e controles de padrões de contabilidade e tributários em diversas moedas, idiomas e setores


O SAP Simple Finance simplifica e elimina radicalmente a complexidade dos processos financeiros. Esta simplificação sem interrupção permite que os CFOs acelerem a transformação financeira para se tornarem parceiros estratégicos de valor para todo o negócio.

Para saber mais sobre as soluções inovadoras que podem auxiliar na simplificação de seus processos financeiros e agregar valor estratégico a seu negócio, visite http://discover.sap.com/brasil-finance-solutions.

11 de Agosto de 2015 | por Raquel Casciato | SAP Brasil
Fonte: CFO Publishing LLC, Shaping the Finance Function of Tomorrow, dezembro de 2013