Afinal, o que é gamificação e por que esse termo tem se popularizado tão rapidamente no mundo corporativo nos últimos anos? Podemos dizer que a gamificação (gamification) é a aplicação de conceitos, elementos e mecânicas de design de jogos em outros cenários, a fim de utilizar os gatilhos criados pelos jogos em outros contextos.
Aplicar uma estratégia de gamificação nos negócios pode trazer muitos benefícios para a força de trabalho, impactando seu engajamento e seu desempenho dentro da companhia de forma muito positiva. A ideia é utilizar os elementos incentivadores dos jogos para melhorar alguns pontos. Entre os benefícios de adotar um projeto de gamificação nos negócios, estão:
Socialização: desde sempre as pessoas querem pertencer a um grupo, querem interagir e se sentirem importantes, e não é diferente no trabalho. Quando inserimos um funcionário em uma dinâmica de gamificação, trabalhando em equipe ou individualmente, competindo no jogo, isso estimula a interação entre os participantes.
Produtividade e engajamento: a abordagem da gamificação focada no entretenimento incentiva o engajamento dos funcionários e, consequentemente, se traduz na produtividade dos mesmos, pois promove inovação, colaboração e diversão dentro do ambiente corporativo.
Espírito de equipe: quando a dinâmica de gamificação inclui um trabalho colaborativo, o espírito de equipe é encorajado. O funcionário não estará defendendo apenas a sua vitória, mas de toda a equipe. Seus pontos fracos serão supridos pelos outros colegas e seus pontos fortes serão exaltados.
Criatividade e pensamento lógico: a essência dos jogos é utilizar o pensamento lógico e a criatividade para atingir objetivos e passar para o próximo nível. Com a gamificação é possível estimular essas “ferramentas” em diversos cenários para imaginar alternativas viáveis, além do convencional.
Competitividade e superação: o ser humano é um competidor por natureza. Todos nós gostamos de receber reconhecimento e nos destacar. Quando um funcionário participa de uma palestra ou curso, por exemplo, seu desejo final é receber um diploma. Somos movidos pela conquista. A gamificação utiliza esse desejo nato como combustível para incentivar os funcionários a atingirem seu potencial máximo e baterem seus próprios recordes, além de aprenderem a competir de forma saudável, tirando lições em cada fase.
A gamificação oferece muitos benefícios, e tem a vantagem de não ser uma estratégia complexa de implementar. Um projeto de gamificação nos negócios deve ser elaborado com foco em um objetivo principal, que pode ser o engajamento de funcionários, análise de conhecimento e habilidades, entre outras coisas. A mecânica de todo projeto de gamificação tem três etapas principais: pontuação, premiação e leaderboard.
Primeiramente, os desenvolvedores do projeto devem criar um sistema de pontuação por desempenho, no qual o usuário acumulará pontos que podem ser contabilizados em milhas, medalhas ou qualquer outro tipo de contador. É preciso estabelecer e deixar claro os critérios para pontuar.
Os pontos acumulados poderão ser trocados por recompensas, e o tipo de prêmio deve ser definido pensando no público-alvo do projeto: o que incentivaria seus funcionários a participar?
O projeto também deve incluir um leaderboard. Esse quadro de liderança, no qual cada participante poderá acompanhar seu desempenho, é essencial para mostrar a transparência do processo, além de ajudar a engajar os usuários, incentivando-os a superar os concorrentes e bater seus próprios recordes.
SAP Game
Se você quer experimentar na prática os benefícios da gamificação no mundo corporativo, participe do SAP Game.
São diversas oportunidades de ganhar pontos e medalhas diariamente: participando dos jogos, respondendo a quizzes sobre a SAP e suas soluções, fazendo o check-in diário e convidando amigos a participar.
Bônus: acompanhando as redes sociais oficiais da SAP no Facebook e no Twitter, o participante tem acesso a links exclusivos para ganhar mais pontos, que podem ser trocados por prêmios.
Experimente o poder de engajamento da gamificação e ganhe prêmios no SAP Game!
Fonte: http://news.sap.com/brazil/2015/07/10/gamificacao-o-que-e-e-como-essa-ideia-pode-ajudar-o-seu-negocio/
terça-feira, 11 de agosto de 2015
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Crise: como manter sua equipe motivada em tempos desfavoráveis?
Em tempos de instabilidade econômica as empresas precisam rever seu planejamento e criar novas estratégias para evitar perdas. Isso também acontece com o setor de Recursos Humanos: durante uma crise é vital que a empresa foque na gestão estratégica de pessoas para garantir o presente e o futuro do negócio. Confira cinco estratégias que ajudarão a reter, desenvolver, incentivar e fortalecer sua força de trabalho em um cenário econômico incerto:
1. Atue em tempo real. Em um momento de mudanças externas a empresa deve se adequar rapidamente às novas circunstâncias para seguir firme no mercado. Por isso trabalhar com informações em tempo real é tão importante, somente assim os líderes terão o tempo necessário para executar as novas estratégias. Essas informações também precisam estar disponíveis para a força de trabalho, pois uma vez que os funcionários entendem as mudanças como um todo, o processo de adequação se torna mais rápido e simples.
2. Estabeleça metas claras e alinhe sua equipe. A liderança deve manter seus objetivos claros e desenvolver um método de comunicação ágil e eficaz, de modo a envolver sua força de trabalho e não atrasar as mudanças necessárias, colocando o novo planejamento em prática o mais rápido possível
3. Seja transparente. Estabelecer uma relação transparente com sua força de trabalho sempre foi importante; e em momentos de crise, quando a incerteza gera medo e desmotivação, torna-se uma tarefa essencial. Quando os líderes se comunicam de forma transparente, compartilhando a situação do mercado e da empresa, esclarecendo as novas metas, explicando a reordenação de hierarquias e as prioridades do negócio, os funcionários se sentem mais confiantes, como parte importante da empresa e abraçam a causa. Segundo uma pesquisa da Watson Wyatt, as empresas mais confiáveis funcionam 168% melhor do que as menos confiáveis.
4. Busque alternativas para reduzir custos sem alterar os benefícios da força de trabalho. Diante de uma situação economicamente desfavorável, a primeira opção de algumas empresas é a demissão, mas essa alternativa deve ser evitada ao máximo. Caso a reestruturação de gastos chegue ao RH, é possível criar um planejamento para compensar os funcionários de forma mais estratégica, realizando o pagamento por desempenho. Adotando esse método, em vez de fazer a divisão de compensação com base no cargo, a empresa estará incentivando o funcionário a atingir o seu máximo.
5. Caso o corte de funcionários seja inevitável, faça-o de maneira estratégica. É imprescindível que os líderes considerem o desempenho de cada trabalhador para que essa medida seja feita de forma inteligente e não abrupta. Sua empresa já utiliza ferramentas de análise de resultados por empregado? Você conseguiria estabelecer uma lista com 10% a 20% dos funcionários com menor desempenho? Lembre-se que neste momento é preciso deixar claro que o desempenho é reconhecido.
Coloque-se no lugar dos seus funcionários para entender suas necessidades e anseios e, assim, encontrar outras formas de manter sua força de trabalho motivada mesmo em momentos desfavoráveis. Ao adotar algumas ações simples é possível incentivá-los e unir esforços para atravessar qualquer crise com mais força.
Fonte: Blog SAP Brasil
terça-feira, 7 de julho de 2015
Provas de que a Economia Digital está mudando nossas vidas
Graças à evolução tecnológica e à hiperconectividade vivemos uma nova revolução econômica. Você vive isso sempre que paga suas contas a partir do seu smartphone, sem precisar se locomover até o banco, evitando filas. No entanto, a Economia Digital vai muito além das finanças, influenciando nossas experiências e preferências e, dessa forma, transformando a forma como trabalhamos, como agimos em sociedade e, finalmente, como vivemos.
Confira três provas de que a Economia Digital está, e continuará, mudando nossas vidas:
Estamos conectando tudo
A maioria dos motoristas atualmente utiliza um GPS, conectando-se a satélites para navegar por ruas e estradas com informações de rotas e trânsito em tempo real. Cada vez mais pais conectam câmeras de segurança aos seus computadores no trabalho para acompanhar o dia a dia de seus filhos em casa, assim como donos de animais de estimação gerenciam as refeições de seus pets ligando e desligando os alimentadores automáticos através de seus smartphones.
Estima-se que até 2020, cerca de 75 bilhões de dispositivos estejam conectados entre si, de smartphones e eletrodomésticos até carros e casas. O futuro está conectado, e as pessoas já estão seguindo essa tendência, evitando deslocamentos desnecessários e economizando tempo para realizar tarefas cotidianas. Para o futuro, a expectativa é que a conectividade proporcione ainda mais benefícios, como carros que se dirigem sozinhos por uma rota pré-estabelecida na agenda do celular do usuário, por exemplo. As possibilidades são infinitas.
Criamos novas oportunidades com a economia colaborativa
Com a economia digital criamos novos conceitos de valor: ter acesso é diferente de possuir. Por que comprar se você pode alugar? Você economiza dinheiro, espaço, recursos naturais e ainda obtém os mesmos benefícios. Muitas pessoas estão compartilhando o espaço disponível em seus carros pelo Uber, disponibilizando o quarto desocupado em suas casas através do Airbnb e utilizando diversos sites para alugar objetos que não utilizam frequentemente. Seguindo essa tendência, aprendemos a usar apenas o necessário, pois não queremos mais gastar recursos nem ocupar espaço armazenando coisas que não utilizamos com frequência. Dessa forma, economizamos tempo e dinheiro para fazer melhor uso desses recursos.
Conquistamos mais poder de escolha
Com a internet o consumidor ampliou suas opções e aumentou seu poder de escolha. Não estamos mais restritos à loja da cidade, temos acesso direto a um catálogo praticamente infinito de outras lojas e recomendações de outros compradores, além da vantagem de poder comparar preços em tempo real. Um projeto que antes precisava passar por um processo burocrático interminável para obter crédito, atualmente pode conseguir os recursos de que precisa em alguns dias por intermédio de um site de crowdsourcing. Além disso, a mídia tradicional está perdendo espaço para novos provedores de entretenimento conectados diretamente à smart TVs e consoles de videogame, que oferecem uma programação muito mais personalizável.
A Economia Digital não é apenas sobre pagamentos online, dispositivos e Big Data: é sobre pessoas. E ela tem tudo para tornar nosso futuro mais cômodo e mais rentável em todos os sentidos. Você está pronto para abraçar esse futuro?
7 de Julho de 2015 | Blog | por Raquel Casciato
Confira três provas de que a Economia Digital está, e continuará, mudando nossas vidas:
Estamos conectando tudo
A maioria dos motoristas atualmente utiliza um GPS, conectando-se a satélites para navegar por ruas e estradas com informações de rotas e trânsito em tempo real. Cada vez mais pais conectam câmeras de segurança aos seus computadores no trabalho para acompanhar o dia a dia de seus filhos em casa, assim como donos de animais de estimação gerenciam as refeições de seus pets ligando e desligando os alimentadores automáticos através de seus smartphones.
Estima-se que até 2020, cerca de 75 bilhões de dispositivos estejam conectados entre si, de smartphones e eletrodomésticos até carros e casas. O futuro está conectado, e as pessoas já estão seguindo essa tendência, evitando deslocamentos desnecessários e economizando tempo para realizar tarefas cotidianas. Para o futuro, a expectativa é que a conectividade proporcione ainda mais benefícios, como carros que se dirigem sozinhos por uma rota pré-estabelecida na agenda do celular do usuário, por exemplo. As possibilidades são infinitas.
Criamos novas oportunidades com a economia colaborativa
Com a economia digital criamos novos conceitos de valor: ter acesso é diferente de possuir. Por que comprar se você pode alugar? Você economiza dinheiro, espaço, recursos naturais e ainda obtém os mesmos benefícios. Muitas pessoas estão compartilhando o espaço disponível em seus carros pelo Uber, disponibilizando o quarto desocupado em suas casas através do Airbnb e utilizando diversos sites para alugar objetos que não utilizam frequentemente. Seguindo essa tendência, aprendemos a usar apenas o necessário, pois não queremos mais gastar recursos nem ocupar espaço armazenando coisas que não utilizamos com frequência. Dessa forma, economizamos tempo e dinheiro para fazer melhor uso desses recursos.
Conquistamos mais poder de escolha
Com a internet o consumidor ampliou suas opções e aumentou seu poder de escolha. Não estamos mais restritos à loja da cidade, temos acesso direto a um catálogo praticamente infinito de outras lojas e recomendações de outros compradores, além da vantagem de poder comparar preços em tempo real. Um projeto que antes precisava passar por um processo burocrático interminável para obter crédito, atualmente pode conseguir os recursos de que precisa em alguns dias por intermédio de um site de crowdsourcing. Além disso, a mídia tradicional está perdendo espaço para novos provedores de entretenimento conectados diretamente à smart TVs e consoles de videogame, que oferecem uma programação muito mais personalizável.
A Economia Digital não é apenas sobre pagamentos online, dispositivos e Big Data: é sobre pessoas. E ela tem tudo para tornar nosso futuro mais cômodo e mais rentável em todos os sentidos. Você está pronto para abraçar esse futuro?
7 de Julho de 2015 | Blog | por Raquel Casciato
sexta-feira, 3 de julho de 2015
A transformação até a empresa ideal
Há menos de uma década, as empresas debatiam em torno de problemáticas que hoje parecem já defasadas: a gestão de áreas distintas de negócios com sistemas diferentes; o uso de planilhas de cálculos para dar suporte a processos não contemplados pelo software; e o lançamento de produtos e serviços por decisão da própria empresa, sem levar em consideração a vontade dos clientes.
Nestes últimos anos, surgiram novas tecnologias que mudaram esse panorama por completo: a mobilidade, a nuvem, o big data e as redes sociais são alguns exemplos. Elas modificaram de forma radical a forma de fazer negócios.
A empresa ideal é aquela que produz oportunidades para aproveitá-las. Hoje, é possível fazer isso, ainda que os orçamentos sejam exíguos. Como? Através da simplificação.
No mundo das empresas, a simplificação pode ser aplicada a três elementos: aos processos, à forma de uso do software e à experiência do usuário.
Do ponto de vista dos processos, as empresas ideais são aquelas que conseguem simplificar suas operações em tempo real: todas sobre uma única plataforma que tenha o poder de tornar realidade essa premissa. Tomemos como exemplo o que ocorre na cidade de Buenos Aires, que sofre com inundações terríveis na temporada de chuvas – que ocasionam grandes perdas materiais e, ainda pior, de vidas humanas. Hoje, com a plataforma SAP HANA, o governo da cidade pode monitorar o sistema de saneamento das zonas mais sensíveis da cidade e saber, em tempo real, quais estão bloqueadas e quais necessitam de manutenção para providenciar suporte técnico. O resultado? Ruas mais limpas, nenhuma inundação e cidadãos mais seguros e felizes.
Quanto à forma de utilização do software, não é novidade que o mundo se dirige para a computação em nuvem. Um modelo que permite às organizações investir em inovação, a fonte que fará crescer o negócio. A consultoria IDC prevê que a nuvem crescerá, este ano, nada menos do que 50% na América Latina.
Em terceiro lugar, as empresas devem oferecer aos colaboradores a oportunidade de acessar qualquer informação ou aplicação de negócio a partir de qualquer dispositivo, de maneira simples, com apenas alguns cliques. A indústria de saúde conseguiu posicionar-se rapidamente neste conceito e as razões são óbvias: a saúde não pode e nem deve esperar. Tomemos por exemplo os pacientes que sofrem de diabetes, uma doença em ascensão na América Latina. A Divisão de Diabetes da empresa farmacêutica Roche criou uma aplicação móvel baseada na plataforma na nuvem SAP HANA para que os médicos controlem o progresso de seus pacientes em seus tablets e em tempo real. Caso haja qualquer problema, o médico pode contatar o paciente, oferecendo maior segurança em seu tratamento.
A empresa que conseguir simplificar esses três pontos será mais eficiente. Os funcionários não se deixarão levar pela complexidade cotidiana e utilizarão seu tempo valioso para executar tarefas que impactem de verdade o cumprimento da estratégia do negócio. Além disso, a empresa ideal libera recursos para inovar: o objetivo não é apenas manter o barco flutuando, mas fazer os ajustes necessários para ultrapassar os competidores.
A soma da eficiência e inovação, por outro lado, repercute em clientes mais satisfeitos com a experiência de contato com a companhia e, como consequência final, em maiores receitas. Porque a empresa ideal não acumula uma quantidade enorme de dados sobre seus clientes sem saber o que fazer com eles. Em vez disso, os utiliza para ofertar a cada consumidor uma experiência única e personalizada, para saber por qual canal, em que momento e em que lugar cada cliente quer interagir com ela.
Os negócios continuarão se transformando. A única forma de ingressar no próximo nível de competitividade é manter continuamente o espírito inovador. E, para isso, a receita é simplificar tudo para poder conseguir mais.
29 de Junho de 2015 | Artigos de Opinião | por SAP Blogs
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Quatro pontos-chave para engajar o cliente através de dispositivos móveis
As compras realizadas via dispositivos móveis continuam crescendo globalmente. Cada vez mais consumidores estão optando por efetuar suas compras através de smartphones e tablets. Grandes varejistas já entenderam a importância do m-commerce para os rendimentos do seu negócio.

Para ganhar vantagem nas vendas móveis é preciso bem mais do que apenas adaptar seu site para esses dispositivos. É preciso conquistar seu cliente mobile e impulsionar a interação desse m-consumidor. Confira quatro pontos importantes para considerar no momento de montar sua estratégia de engajamento móvel:
Entretenimento
Segundo o mais recente relatório da Nielsen Company, mais da metade de todo o tempo gasto em smartphones é destinado a redes sociais ou jogos. Ou seja, ao navegar em seus dispositivos móveis as pessoas costumam buscar formas de entretenimento, e tudo isso está competindo com sua empresa pela atenção do cliente. Considere isso para desenvolver uma estratégia que também entretenha seus consumidores.
Comunidade
Mídia digital é sinônimo de comunidade. Noventa por cento das pessoas utilizam os dispositivos móveis para conectar-se às redes sociais. Para atingir seu público-alvo as empresas precisam estabelecer conexões com essas pessoas, criando comunidades com as quais elas se identifiquem. Dessa forma, mantê-los engajados será algo naturalmente mais simples.
Liberdade
Consumidores não querem ser vistos apenas como a pessoa que paga por um produto ou serviço. Eles querem realizar suas compras quando, onde e como quiserem. A tecnologia atual permite oferecer essa liberdade de escolhas e personalização, e consumidores com mais poder sobre suas experiências são mais engajados.
Multicanal
Quando um usuário assiste seu comercial na TV, recebe um email com uma promoção e acessa seu site no notebook, ele tem a sensação de que tudo faz parte do mesmo processo e espera que sua experiência de compra aconteça harmoniosamente. Procure compreender quais dispositivos podem se conectar e imagine suas combinações de uso. É importante que a mudança entre os canais não afete negativamente, mas agregue mais à experiência do cliente.
Os dispositivos móveis são uma tendência em ascensão, e a melhor forma de engajar seus clientes também por esse meio é considerando a experiência total do usuário.
Fonte: http://goo.gl/424Ifp
Para ganhar vantagem nas vendas móveis é preciso bem mais do que apenas adaptar seu site para esses dispositivos. É preciso conquistar seu cliente mobile e impulsionar a interação desse m-consumidor. Confira quatro pontos importantes para considerar no momento de montar sua estratégia de engajamento móvel:
Entretenimento
Segundo o mais recente relatório da Nielsen Company, mais da metade de todo o tempo gasto em smartphones é destinado a redes sociais ou jogos. Ou seja, ao navegar em seus dispositivos móveis as pessoas costumam buscar formas de entretenimento, e tudo isso está competindo com sua empresa pela atenção do cliente. Considere isso para desenvolver uma estratégia que também entretenha seus consumidores.
Comunidade
Mídia digital é sinônimo de comunidade. Noventa por cento das pessoas utilizam os dispositivos móveis para conectar-se às redes sociais. Para atingir seu público-alvo as empresas precisam estabelecer conexões com essas pessoas, criando comunidades com as quais elas se identifiquem. Dessa forma, mantê-los engajados será algo naturalmente mais simples.
Liberdade
Consumidores não querem ser vistos apenas como a pessoa que paga por um produto ou serviço. Eles querem realizar suas compras quando, onde e como quiserem. A tecnologia atual permite oferecer essa liberdade de escolhas e personalização, e consumidores com mais poder sobre suas experiências são mais engajados.
Multicanal
Quando um usuário assiste seu comercial na TV, recebe um email com uma promoção e acessa seu site no notebook, ele tem a sensação de que tudo faz parte do mesmo processo e espera que sua experiência de compra aconteça harmoniosamente. Procure compreender quais dispositivos podem se conectar e imagine suas combinações de uso. É importante que a mudança entre os canais não afete negativamente, mas agregue mais à experiência do cliente.
Os dispositivos móveis são uma tendência em ascensão, e a melhor forma de engajar seus clientes também por esse meio é considerando a experiência total do usuário.
Fonte: http://goo.gl/424Ifp
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Sete categorias de softwares essenciais para o crescimento da sua PME
SAP News - 21 de Maio de 2015 | por Raquel Casciato
Segundo a pesquisa Ambição. Por que é importante ser ambicioso e como as PMEs estão alcançando suas metas, realizada pela Circle Research e patrocinada pela SAP, a principal prioridade das PMEs é o crescimento. Para alcançar esse objetivo, elas devem primeiramente estar preparadas para crescer. Um dos maiores erros das empresas em ascensão é não pensar no próximo passo. À medida que um negócio cresce, cresce o volume de trabalho, de dados, de processos, e surge a necessidade de obter novos softwares e sistemas de gerenciamento mais completos para não se perder no meio do caminho e deixar de atender a demanda.
Mas como uma empresa em crescimento pode investir em plataformas robustas, considerando seu reduzido poder de investimento? Nem sempre o mais sofisticado e mais caro é o mais indicado. Confira a seguir sete tipos de softwares acessíveis e altamente escaláveis para PMEs:
Suíte de Escritório
É composta pelas ferramentas de que todos os negócios precisam: editores de texto, planilhas, apresentações, entre outras. As maiores vantagens das suítes de escritório para as PMEs são a possibilidade de customizar os pacotes de acordo com suas necessidades, e a integração em nuvem, que permite que funcionários autorizados acessem documentos a partir de qualquer dispositivo, além de reduzir os gastos com manutenção do servidor da empresa.
Gestão de pessoas
Do processo de seleção à avaliação de funcionários, existe uma variedade de ferramentas e aplicativos para facilitar o dia a dia do RH. A possibilidade de coletar e analisar dados de desempenho é especialmente interessante para PMEs, pois auxilia as estratégias de contratação e retenção de perfis melhor direcionados.
Rede colaborativa
Criar uma rede social privada para sua equipe pode ser a melhor forma de incentivar a cultura colaborativa e a interação entre setores, sem expor informações e dados corporativos em redes públicas.
Gestão financeira
Sistemas que integram ferramentas de ERP e CRM oferecem soluções mais completas para o desenvolvimento de estratégias de direcionamento de investimentos e projeção de crescimento das PMEs. Com a simplificação de processos por meio da tecnologia, a gestão financeira deixa de ser tão complexa e passa a desempenhar um papel mais estratégico dentro do negócio.
Atendimento ao cliente
Para aumentar a produtividade do serviço de atendimento, novas plataformas permitem gerenciar interações, analisar a satisfação e entregar uma experiência mais completa aos clientes, unificando os canais de relacionamento. Dessa forma, as PMEs conseguem manter um atendimento de qualidade, mesmo tendo um departamento reduzido devido à sua infraestrutura ou orçamento.
Comunicação móvel
Aplicativos de comunicação móvel oferecem justamente o que as PMEs precisam: simplicidade, serviço sob demanda e agilidade. Sem a necessidade de um processo extenso de implementação, uma empresa pode realizar reuniões online com compartilhamento de tela entre membros de uma equipe em diferentes localidades. O gerenciamento de projetos online permite ainda trabalhar com funcionários remotos, mantendo a organização e o fluxo dos processos.
Soluções customizadas
É possível desenvolver aplicativos customizados que atendam as necessidades específicas do negócio, sem precisar investir em uma equipe de desenvolvimento in-house. As ferramentas podem ser personalizadas para todos os setores, com uma interface intuitiva para que qualquer usuário possa configurar sem maiores dificuldades.
Fonte: http://brasil.news-sap.com/2015/05/21/sete-categorias-de-softwares-essenciais-para-o-crescimento-da-sua-pme/
Segundo a pesquisa Ambição. Por que é importante ser ambicioso e como as PMEs estão alcançando suas metas, realizada pela Circle Research e patrocinada pela SAP, a principal prioridade das PMEs é o crescimento. Para alcançar esse objetivo, elas devem primeiramente estar preparadas para crescer. Um dos maiores erros das empresas em ascensão é não pensar no próximo passo. À medida que um negócio cresce, cresce o volume de trabalho, de dados, de processos, e surge a necessidade de obter novos softwares e sistemas de gerenciamento mais completos para não se perder no meio do caminho e deixar de atender a demanda.
Mas como uma empresa em crescimento pode investir em plataformas robustas, considerando seu reduzido poder de investimento? Nem sempre o mais sofisticado e mais caro é o mais indicado. Confira a seguir sete tipos de softwares acessíveis e altamente escaláveis para PMEs:
Suíte de Escritório
É composta pelas ferramentas de que todos os negócios precisam: editores de texto, planilhas, apresentações, entre outras. As maiores vantagens das suítes de escritório para as PMEs são a possibilidade de customizar os pacotes de acordo com suas necessidades, e a integração em nuvem, que permite que funcionários autorizados acessem documentos a partir de qualquer dispositivo, além de reduzir os gastos com manutenção do servidor da empresa.
Gestão de pessoas
Do processo de seleção à avaliação de funcionários, existe uma variedade de ferramentas e aplicativos para facilitar o dia a dia do RH. A possibilidade de coletar e analisar dados de desempenho é especialmente interessante para PMEs, pois auxilia as estratégias de contratação e retenção de perfis melhor direcionados.
Rede colaborativa
Criar uma rede social privada para sua equipe pode ser a melhor forma de incentivar a cultura colaborativa e a interação entre setores, sem expor informações e dados corporativos em redes públicas.
Gestão financeira
Sistemas que integram ferramentas de ERP e CRM oferecem soluções mais completas para o desenvolvimento de estratégias de direcionamento de investimentos e projeção de crescimento das PMEs. Com a simplificação de processos por meio da tecnologia, a gestão financeira deixa de ser tão complexa e passa a desempenhar um papel mais estratégico dentro do negócio.
Atendimento ao cliente
Para aumentar a produtividade do serviço de atendimento, novas plataformas permitem gerenciar interações, analisar a satisfação e entregar uma experiência mais completa aos clientes, unificando os canais de relacionamento. Dessa forma, as PMEs conseguem manter um atendimento de qualidade, mesmo tendo um departamento reduzido devido à sua infraestrutura ou orçamento.
Comunicação móvel
Aplicativos de comunicação móvel oferecem justamente o que as PMEs precisam: simplicidade, serviço sob demanda e agilidade. Sem a necessidade de um processo extenso de implementação, uma empresa pode realizar reuniões online com compartilhamento de tela entre membros de uma equipe em diferentes localidades. O gerenciamento de projetos online permite ainda trabalhar com funcionários remotos, mantendo a organização e o fluxo dos processos.
Soluções customizadas
É possível desenvolver aplicativos customizados que atendam as necessidades específicas do negócio, sem precisar investir em uma equipe de desenvolvimento in-house. As ferramentas podem ser personalizadas para todos os setores, com uma interface intuitiva para que qualquer usuário possa configurar sem maiores dificuldades.
Fonte: http://brasil.news-sap.com/2015/05/21/sete-categorias-de-softwares-essenciais-para-o-crescimento-da-sua-pme/
quinta-feira, 14 de maio de 2015
O que é SAP S/4HANA? 13 perguntas respondidas
Por Andreas Schmitz
Qual é o roteiro do SAP S/4HANA? Quanto ele custa? Que módulos serão oferecidos em seguida?
Uwe Grigoleit, diretor geral de Business Development Suite do SAP HANA e aplicativos SAP HANA, responde às perguntas mais urgentes sobre a próxima geração de business suite.
Qual é o valor comercial do SAP S/4HANA para os clientes? Qual é o tempo de recuperação? E quem provavelmente mais se beneficiaria?
Formulado nativamente para a plataforma SAP HANA, o SAP S/4HANA é uma geração inteiramente nova do SAP Business Suite, caracterizado por simplificações, eficiência extraordinariamente maior e recursos atraentes, como opções de planejamento e simulação em várias transações convencionais.
O SAP S/4HANA indica um distanciamento do sistema transacional, que simplesmete registra dados, para dar aos usuários suporte ativo a decisões em tempo real, com base em dados de fontes internas e externas.
Estamos atualmente desenvolvendo uma calculadora de valor comercial do SAP S/4HANA, que fará o detalhamento para quantificar os benefícios no nível de soluções individuais. No SAP Business Suite on SAP HANA, os clientes já têm a opção de calcular justificativas de negócio habilitada por otimizações e economias de TCO. Esses cálculos são igualmente válidos para o SAP S/4HANA. Mas as simplificações criadas pelo SAP S/4HANA trazem outros benefícios também – que a calculadora de valor comercial levará em conta – por exemplo, uso de novas interfaces do usuário, volume reduzido de dados, maior flexibilidade e maior produtividade. Os departamentos financeiros, por exemplo, lucrarão com serviços compartilhados mais eficazes e fechamentos financeiros mais rápidos.
Quanto tempo leva a implementação do SAP S/4HANA?
Obviamente é muito difícil generalizar, mas temos valores empíricos confiáveis para seguir: 75% dos clientes que migraram o SAP Business Suite on HANA existente como a primeira etapa importante para passar para o SAP S/4HANA concluíram em seis meses. É um resultado muito bom de migração para uma nova plataforma.
Algumas grandes empresas estão optando por projetos novos, por considerarem as inovações tecnológicas uma oportunidade de reconstruir completamente do zero suas estruturas de ERP. Reconstruir projetos a partir dos existentes também é uma opção: Nessa abordagem, o cliente deixa sua estrutura de TI intacta, mas adota a nova tecnologia para enriquecê-la e aprimorá-la. Construir e reconstruir projetos naturalmente levam mais tempo, às vezes até vários anos. E a migração para o SAP S/4HANA é apenas uma parte desse projeto.
A SAP oferece programas que simplificam a migração para o SAP S/4HANA?
Sim, e atribuímos grande importância ao fornecimento de suporte abrangente para nossos clientes nesse sentido. Especificamente, oferecemos soluções de Implantação rápida da SAP que permitem uma rápida migração para a plataforma SAP HANA e, portanto, também para o SAP Simple Finance. Esses pacotes de implementação predefinidos são entregues pela SAP ou pelos parceiros e, em alguns casos, até permitem implementações com preço fixo.
Qual é o grau de experiência dos possíveis parceiros de integração?
Nossos parceiros de integração trabalham com as soluções de implantação rápida até certo ponto. E nossos parceiros de serviços já possuem vasta experiência em implementação do SAP Business Suite on SAP HANA para nossos clientes. Na realidade, mais de 60% das implementações são feitas pelos parceiros e parceiros de integração, não pela SAP. Operamos com programas de implementação para informar e instruir nossos parceiros sobre todas as nossas novas soluções. Nossa GPO (Global Partner Organization, Organização global de parceiros) mantém “sessões de capacitação” regulares para que os parceiros conheçam as novas tecnologias e que explicam detalhadamente a eles sobre como o SAP S/4HANA impactará seu trabalho.
Quais capacitações são necessárias?
Na maioria dos casos, é o parceiro de implementação que trata do projeto, por isso, os clientes não precisam realmente se aprofundar nos detalhes. No entanto, há mais informações disponíveis na SCN, SAP Community Network. Parceiros e clientes podem consultá-la.
É possível migrar personalizações específicas da empresa?
Em princípio, sim. Quando desenvolvemos soluções, tomamos cuidado especial para garantir que elas sejam compatíveis com versões anteriores. Em outras palavras, o cliente pode manter as personalizações e continuar a usá-las após a migração. Entretando, isso nem sempre se aplica a modificações. Faça uma analogia com uma casa e imagine que o cliente não só adicionou uma varanda, mas também modificou a construção. Nesse caso, a função da casa pode ser afetada, enquanto as “varandas” ficarão bem.
Quais são os requisitos para migrar para o SAP S/4HANA?
O caminho inicial é migrar para o SAP Business Suite on SAP HANA e, em seguida, implementar pacotes que contenham as simplificações. Atualmente, eles são fornecidos na forma de SAP Simple Finance, embora o SAP Simple Logistics esteja programado para ser lançado em breve e mais simplificações sejam fornecidas em 2015.
O que é implementação “orientado ao sistema”?
Queremos simplificar radicalmente a implementação do SAP S/4HANA para que os clientes aproveitem o rápido êxito e recuperação do investimento. Isso é especialmente importante na nuvem, claro, na qual os clientes esperam implantar um sistema pré-configurado. Portanto, a SAP fornece “configuração orientada”. Isso significa que os clientes não mais definem parâmetros nas tabelas da maneira como faziam em sistemas ERP. A personalização não é mais uma tarefa manual. Ou seja, tudo o que os clientes precisarão fazer no futuro é responder a uma série de perguntas: O sistema fará sua própria configuração.
O modelo de dados são realmente atualizados?
Hoje, exatamente como no passado, um documento financeiro convencional é armazenado em uma ou duas tabelas. Mas, no passado, os agregados e índices precisavam ser mapeados para várias exibições do documento. Na nova arquitetura, esses agregados e índices são obsoletos.
Nossa meta foi reduzir e simplificar as estruturas de dados subjacentes, porque um banco de dados in-memory funciona melhor com tabelas amplas. As tabelas que costumavam ser aninhadas agora são compactadas. As estruturas de dados essenciais que determinam como será o documento financeiro, de transação de material ou de gestão de estoque permanecem as mesmas. Por isso, deixamos o documento basicamente como está, o que facilita para o cliente migrar de um sistema ERP convencional para a nova tecnologia. Uma nova estrutura de dados deixaria o cliente sem opção, a não ser a de realizar uma migração completa. Em termos de esforço, isso pode ser comparado a uma implementação de novo sistema.
Do ponto de vista do cliente, o caminho que escolhemos é mais simples, porque só envolve uma atualização para um novo sistema. Em resumo: O modelo de dados “antigo” estava essencialmente OK. E podemos conseguir muito mais com um modelo de dados ligeiramente adaptado, por isso, não vemos nenhuma razão para impor aos clientes um processo confuso de mudança para um modelo de dados totalmente novo.
O SAP Fiori foi bastante comentado, mas o SAP Screen Personas não aparece no contexto do SAP S/4HANA. Por quê?
O SAP Screen Personas não tem um papel dominante, porque no contexto do SAP S/4HANA, nos referimos a ele como uma tecnologia de transição que nos permite fazer com que o SAP GUI se pareça com o SAP Fiori em termos de layout e qualidades táteis. Os usuários não veem a diferença necessariamente.
Nossa direção estratégica está baseada no SAP Fiori, porque essa tecnologia nos permite não só alterar o layout, mas também mudar de um modelo operacional funcional ou transacional para um totalmente orientado a função. Levar todas as nossas transações para a nova tecnologia é obviamente uma tarefa importante para nós. Isso significa também esforço do cliente em treinamento de usuários na nova tecnologia, embora adiantemos que o esforço de treinamento para SAP Fiori será baixo. Esse é o motivo pelo qual estamos criando uma fase de transição.
Quais aplicativos do SAP S/4HANA estão disponíveis neste momento? É somente o SAP Simple Finance? Qual é a diferença entre ofertas em nuvem e on-premise?
Se eu implementar o SAP S/4HANA on-premise, estarei tecnicamente implementando o SAP Business Suite on SAP HANA e a “inovação de troca” do SAP Simple Finance. Mas essa é apenas a primeira etapa.
A SAP continuará entregando inovações de troca adicionais que substituem o código do SAP Business Suite existente pelo novo código SAP S/4HANA. No momento, o cliente recebe o código da nova solução contábil. Pretendemos enviar o código do SAP Simple Logistics no final do ano, e novo código adicional nos anos subsequentes. No momento em que chegarmos ao final dessa jornada, teremos mudado, de maneira incremental, todo o sistema do cliente, sem sujeitá-lo ao transtorno de uma grande migração.
A situação será diferente se o cliente optar por implementar o SAP S/4HANA na nuvem. Nesse caso, o cliente obtém a solução inteira de uma só vez. Pretendemos lançar uma versão para nuvem pública no final do primeiro trimestre de 2015 e uma versão para nuvem gerenciada no segundo trimestre.
Qual é o custo do SAP S/4HANA? Tem alguma taxa para clientes que já implementaram o SAP Business Suite?
O SAP S/4HANA é um produto novo, por isso não é gratuito para usuários do SAP Business Suite. No entanto, vamos oferecer uma promoção de licença até o final do terceiro trimestre deste ano. Os clientes que licenciaram a plataforma SAP HANNA para SAP Business Suite – que atualmente custa mais de 2.000 – estão qualificados a atualizar as licenças para o SAP S/4HANA sem custo adicional. Nós já assinamos os primeiros contratos com clientes, independentemente dos projetos-pilotos.
Qual é o roteiro? Quais lançamentos vão surgir em seguida?
O SAP S/4HANA está disponível hoje para clientes on-premise. A oferta atual, SAP Simple Finance, proporciona ao cliente um sistema financeiro simplificado. O próximo grupo principal de simplificações que estamos tratando e pretendemos entregar é em logística. Isso inclui a simplificação na gestão e avaliação de estoque e também na gestão da cadeia de suprimentos, particularmente no planejamento de demanda. A logística envolve alguns dos processos de ERP mais complicados de todos, mas essa é uma área em que a exigência do cliente é maior. Um dos benefícios que eles buscam é maior produtividade.
Qual é o roteiro do SAP S/4HANA? Quanto ele custa? Que módulos serão oferecidos em seguida?
Uwe Grigoleit, diretor geral de Business Development Suite do SAP HANA e aplicativos SAP HANA, responde às perguntas mais urgentes sobre a próxima geração de business suite.
Qual é o valor comercial do SAP S/4HANA para os clientes? Qual é o tempo de recuperação? E quem provavelmente mais se beneficiaria?
Formulado nativamente para a plataforma SAP HANA, o SAP S/4HANA é uma geração inteiramente nova do SAP Business Suite, caracterizado por simplificações, eficiência extraordinariamente maior e recursos atraentes, como opções de planejamento e simulação em várias transações convencionais.
O SAP S/4HANA indica um distanciamento do sistema transacional, que simplesmete registra dados, para dar aos usuários suporte ativo a decisões em tempo real, com base em dados de fontes internas e externas.
Estamos atualmente desenvolvendo uma calculadora de valor comercial do SAP S/4HANA, que fará o detalhamento para quantificar os benefícios no nível de soluções individuais. No SAP Business Suite on SAP HANA, os clientes já têm a opção de calcular justificativas de negócio habilitada por otimizações e economias de TCO. Esses cálculos são igualmente válidos para o SAP S/4HANA. Mas as simplificações criadas pelo SAP S/4HANA trazem outros benefícios também – que a calculadora de valor comercial levará em conta – por exemplo, uso de novas interfaces do usuário, volume reduzido de dados, maior flexibilidade e maior produtividade. Os departamentos financeiros, por exemplo, lucrarão com serviços compartilhados mais eficazes e fechamentos financeiros mais rápidos.
Quanto tempo leva a implementação do SAP S/4HANA?
Obviamente é muito difícil generalizar, mas temos valores empíricos confiáveis para seguir: 75% dos clientes que migraram o SAP Business Suite on HANA existente como a primeira etapa importante para passar para o SAP S/4HANA concluíram em seis meses. É um resultado muito bom de migração para uma nova plataforma.
Algumas grandes empresas estão optando por projetos novos, por considerarem as inovações tecnológicas uma oportunidade de reconstruir completamente do zero suas estruturas de ERP. Reconstruir projetos a partir dos existentes também é uma opção: Nessa abordagem, o cliente deixa sua estrutura de TI intacta, mas adota a nova tecnologia para enriquecê-la e aprimorá-la. Construir e reconstruir projetos naturalmente levam mais tempo, às vezes até vários anos. E a migração para o SAP S/4HANA é apenas uma parte desse projeto.
A SAP oferece programas que simplificam a migração para o SAP S/4HANA?
Sim, e atribuímos grande importância ao fornecimento de suporte abrangente para nossos clientes nesse sentido. Especificamente, oferecemos soluções de Implantação rápida da SAP que permitem uma rápida migração para a plataforma SAP HANA e, portanto, também para o SAP Simple Finance. Esses pacotes de implementação predefinidos são entregues pela SAP ou pelos parceiros e, em alguns casos, até permitem implementações com preço fixo.
Qual é o grau de experiência dos possíveis parceiros de integração?
Nossos parceiros de integração trabalham com as soluções de implantação rápida até certo ponto. E nossos parceiros de serviços já possuem vasta experiência em implementação do SAP Business Suite on SAP HANA para nossos clientes. Na realidade, mais de 60% das implementações são feitas pelos parceiros e parceiros de integração, não pela SAP. Operamos com programas de implementação para informar e instruir nossos parceiros sobre todas as nossas novas soluções. Nossa GPO (Global Partner Organization, Organização global de parceiros) mantém “sessões de capacitação” regulares para que os parceiros conheçam as novas tecnologias e que explicam detalhadamente a eles sobre como o SAP S/4HANA impactará seu trabalho.
Quais capacitações são necessárias?
Na maioria dos casos, é o parceiro de implementação que trata do projeto, por isso, os clientes não precisam realmente se aprofundar nos detalhes. No entanto, há mais informações disponíveis na SCN, SAP Community Network. Parceiros e clientes podem consultá-la.
É possível migrar personalizações específicas da empresa?
Em princípio, sim. Quando desenvolvemos soluções, tomamos cuidado especial para garantir que elas sejam compatíveis com versões anteriores. Em outras palavras, o cliente pode manter as personalizações e continuar a usá-las após a migração. Entretando, isso nem sempre se aplica a modificações. Faça uma analogia com uma casa e imagine que o cliente não só adicionou uma varanda, mas também modificou a construção. Nesse caso, a função da casa pode ser afetada, enquanto as “varandas” ficarão bem.
Quais são os requisitos para migrar para o SAP S/4HANA?
O caminho inicial é migrar para o SAP Business Suite on SAP HANA e, em seguida, implementar pacotes que contenham as simplificações. Atualmente, eles são fornecidos na forma de SAP Simple Finance, embora o SAP Simple Logistics esteja programado para ser lançado em breve e mais simplificações sejam fornecidas em 2015.
O que é implementação “orientado ao sistema”?
Queremos simplificar radicalmente a implementação do SAP S/4HANA para que os clientes aproveitem o rápido êxito e recuperação do investimento. Isso é especialmente importante na nuvem, claro, na qual os clientes esperam implantar um sistema pré-configurado. Portanto, a SAP fornece “configuração orientada”. Isso significa que os clientes não mais definem parâmetros nas tabelas da maneira como faziam em sistemas ERP. A personalização não é mais uma tarefa manual. Ou seja, tudo o que os clientes precisarão fazer no futuro é responder a uma série de perguntas: O sistema fará sua própria configuração.
O modelo de dados são realmente atualizados?
Hoje, exatamente como no passado, um documento financeiro convencional é armazenado em uma ou duas tabelas. Mas, no passado, os agregados e índices precisavam ser mapeados para várias exibições do documento. Na nova arquitetura, esses agregados e índices são obsoletos.
Nossa meta foi reduzir e simplificar as estruturas de dados subjacentes, porque um banco de dados in-memory funciona melhor com tabelas amplas. As tabelas que costumavam ser aninhadas agora são compactadas. As estruturas de dados essenciais que determinam como será o documento financeiro, de transação de material ou de gestão de estoque permanecem as mesmas. Por isso, deixamos o documento basicamente como está, o que facilita para o cliente migrar de um sistema ERP convencional para a nova tecnologia. Uma nova estrutura de dados deixaria o cliente sem opção, a não ser a de realizar uma migração completa. Em termos de esforço, isso pode ser comparado a uma implementação de novo sistema.
Do ponto de vista do cliente, o caminho que escolhemos é mais simples, porque só envolve uma atualização para um novo sistema. Em resumo: O modelo de dados “antigo” estava essencialmente OK. E podemos conseguir muito mais com um modelo de dados ligeiramente adaptado, por isso, não vemos nenhuma razão para impor aos clientes um processo confuso de mudança para um modelo de dados totalmente novo.
O SAP Fiori foi bastante comentado, mas o SAP Screen Personas não aparece no contexto do SAP S/4HANA. Por quê?
O SAP Screen Personas não tem um papel dominante, porque no contexto do SAP S/4HANA, nos referimos a ele como uma tecnologia de transição que nos permite fazer com que o SAP GUI se pareça com o SAP Fiori em termos de layout e qualidades táteis. Os usuários não veem a diferença necessariamente.
Nossa direção estratégica está baseada no SAP Fiori, porque essa tecnologia nos permite não só alterar o layout, mas também mudar de um modelo operacional funcional ou transacional para um totalmente orientado a função. Levar todas as nossas transações para a nova tecnologia é obviamente uma tarefa importante para nós. Isso significa também esforço do cliente em treinamento de usuários na nova tecnologia, embora adiantemos que o esforço de treinamento para SAP Fiori será baixo. Esse é o motivo pelo qual estamos criando uma fase de transição.
Quais aplicativos do SAP S/4HANA estão disponíveis neste momento? É somente o SAP Simple Finance? Qual é a diferença entre ofertas em nuvem e on-premise?
Se eu implementar o SAP S/4HANA on-premise, estarei tecnicamente implementando o SAP Business Suite on SAP HANA e a “inovação de troca” do SAP Simple Finance. Mas essa é apenas a primeira etapa.
A SAP continuará entregando inovações de troca adicionais que substituem o código do SAP Business Suite existente pelo novo código SAP S/4HANA. No momento, o cliente recebe o código da nova solução contábil. Pretendemos enviar o código do SAP Simple Logistics no final do ano, e novo código adicional nos anos subsequentes. No momento em que chegarmos ao final dessa jornada, teremos mudado, de maneira incremental, todo o sistema do cliente, sem sujeitá-lo ao transtorno de uma grande migração.
A situação será diferente se o cliente optar por implementar o SAP S/4HANA na nuvem. Nesse caso, o cliente obtém a solução inteira de uma só vez. Pretendemos lançar uma versão para nuvem pública no final do primeiro trimestre de 2015 e uma versão para nuvem gerenciada no segundo trimestre.
Qual é o custo do SAP S/4HANA? Tem alguma taxa para clientes que já implementaram o SAP Business Suite?
O SAP S/4HANA é um produto novo, por isso não é gratuito para usuários do SAP Business Suite. No entanto, vamos oferecer uma promoção de licença até o final do terceiro trimestre deste ano. Os clientes que licenciaram a plataforma SAP HANNA para SAP Business Suite – que atualmente custa mais de 2.000 – estão qualificados a atualizar as licenças para o SAP S/4HANA sem custo adicional. Nós já assinamos os primeiros contratos com clientes, independentemente dos projetos-pilotos.
Qual é o roteiro? Quais lançamentos vão surgir em seguida?
O SAP S/4HANA está disponível hoje para clientes on-premise. A oferta atual, SAP Simple Finance, proporciona ao cliente um sistema financeiro simplificado. O próximo grupo principal de simplificações que estamos tratando e pretendemos entregar é em logística. Isso inclui a simplificação na gestão e avaliação de estoque e também na gestão da cadeia de suprimentos, particularmente no planejamento de demanda. A logística envolve alguns dos processos de ERP mais complicados de todos, mas essa é uma área em que a exigência do cliente é maior. Um dos benefícios que eles buscam é maior produtividade.
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