segunda-feira, 10 de março de 2014

Os melhores apps da semana para iPad e iPhone

Nesta semana, tivemos desde uma boa atualização no Gmail, que agora consegue atualizar em segundo plano, até o lançamento de um app para impedir que o café atrapalhe seu sono à noite, além de apps para comprar comida e jogar bola nas ruas de Praga do começo do século passado. Veja estas e outras dicas na nossa lista:







Gmail (grátis): O app do Gmail para iOS ganhou a opção de fazer atualizações em segundo plano, o que promete acabar com a demora para receber novas mensagens ao abrir o app. Para iPhone e iPad.





 Click! 2 (US$0,99): Este é um app de câmera que tem dois grandes destaques: a função Time Warp, que permite “voltar no tempo” e conseguir o clique perfeito, desde que você tenha deixado passar por um tempo mínimo, e o Burst Mode que promete fotos contínuas numa velocidade 60% maior. Para iPhone e iPad.





Polaris Office (US$12,99): Um dos melhores pacotes de escritório para o iOS, o Polaris Office chegou à versão 5 nesta semana. Entre as novidades, estão melhor suporte a arquivos do Microsoft Office e um teclado personalizado para editar planilhas, além de um visual remodelado seguindo os padrões do iOS 7. Para iPhone e iPad.






UP Coffee (grátis): Tomar café ajuda sua produtividade, mas o excesso pode acabar atrapalhando seu sono. O UP Coffee é um app para ajudar você a lidar com isso: anote cada cafezinho que você toma e quanto tempo você dorme (se você tem uma pulseira UP, da Jawbone, ele registra isso seu sono automaticamente) e descubra como a cafeína está afetando seu sono e o que você pode fazer para dormir melhor. Para iPhone e iPad.





FancyLock (grátis): Cansado da tela de bloqueio do seu iPhone? O FancyLock pode dar uma ajuda. Escolha uma foto da sua câmera, um tema entre as várias opções e pronto, você tem uma bela nova opção de bloqueio. Para iPhone e iPad.





Disk Cook Delivery (grátis): O Disk Cook é um serviço de entrega de comida, disponível em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Com o app, você pode pedir seu almoço em mais de 200 restaurantes afiliados diretamente do seu iPhone. Ele ainda memoriza seus pedidos anteriores, caso você queira repeti-los, e permite acompanhar em tempo real a entrega. Apenas para iPhone.







Smash Hit (grátis): A premissa deste game é simples: você anda por salas e tem que quebrar vidraças e demais objetos usando bolas de metal. A jogabilidade é boa e os gráficos, excelentes. O app é grátis, mas alguns extras, como continuar jogando a partir de checkpoints, dependem de uma in-app purchase de US$1,99. Para iPhone e iPad.






Soccerinho (US$4,99): Você é um garoto que mora em Praga no começo do século XX e que adora futebol. Chute sua bola de capotão em gols, desviando de barris, na janela da vizinha, na roupa da mãe do seu amiguinho… tudo isso em primeira pessoa, o que é bastante curioso para um game de futebol. Para iPhone e iPad.

Tem alguma sugestão? Deixe sua dica nos comentários!



sexta-feira, 7 de março de 2014

Entenda como é uma transação feita com a moeda virtual bitcoin

O que está por trás de uma operação que envolve bitcoins não é exatamente um caminho muito simples, existem detalhes mais técnicos de como o bitcoin é usado.




































































Carteiras e endereços
A "carteira" do Bitcoin é o arquivo que guarda o par de chaves públicas (que toda a comunidade pode verificar) e privadas usadas na autorização das transações. O endereço de Bitcoin é formado a partir de uma codificação da chave pública, para representá-la de uma forma mais compacta.



Chave pública e privada
O sistema de chave pública e privada não é exclusivo do bitcoin – ele é base de muitos sistemas de confiança e criptografia digitais, inclusive parte do "cadeado" que aparece em sites seguros da web e os certificados digitais brasileiros (como o e-CPF). Funciona da seguinte forma: a chave pública pode ser usada para verificar se uma assinatura digital foi gerada pela chave privada, bem como codificar dados que somente a chave privada poderá abrir. Ou seja, a chave pública é para o uso dos outros, enquanto a chave privada é usada por você.
Uma transação de bitcoins inclui a chave pública do(s) destinatário(s). Quando essa transação for referenciada como origem do dinheiro, apenas a chave privada, que somente o destinatário possui, será capaz de gerar o código autorizador (assinatura digital) que será aceito. Caso alguém roube sua "carteira", que contém a chave privada, essa pessoa poderá gerar as assinaturas e gastar seu dinheiro. Tudo no bitcoin é um contrato que exige sua assinatura.
Bloco e corrente de blocos
Todas as transações de bitcoin são reunidas em blocos. Um bloco é "ligado" ao bloco anterior informando qual foi o "hash" (um código que é calculado e aceito pela rede de bitcoins), formando a "corrente de blocos" até o primeiro bloco do bitcoin. Ou seja, ao ler todos os blocos é possível ver todas as transações já realizadas com a moeda.
O hash é um número que representa uma informação, gerado a partir de uma fórmula preestabelecida. Mínimas alterações nos dados geram um hash completamente diferente e imprevisível. Dessa forma, alterar os blocos do bitcoin mantendo os hashes já computados é extremamente difícil, o que protege a corrente contra manipulação do seu "passado". O hash, por ser um número muito grande, costuma ser representado em hexadecimal, ou seja, com números de 0 a 9 e letras de A a F.

Mineradores
Mineradores montam os blocos do bitcoin. Primeiro, eles agrupam as transações que estão sendo propagadas na rede, mas que ainda não foram inclusas em um bloco já ligado com a corrente. Uma vez com o bloco montado, o minerador calcula o "hash" para o bloco. Mas o bitcoin não aceita qualquer hash.
Calcular o hash dos mesmos dados sempre terá o mesmo resultado. Existe, portanto, um dado dentro do bloco que o minerador pode manipular. Esse dado é apenas um número, chamado de "nonce". O minerador então começa a calcular repetidos hashes do bloco, alterando apenas o número nonce a cada tentativa.
Como o "hash" é apenas um número, o bitcoin estabelece um valor máximo para o hash. O bitcoin trabalha com números extremamente grandes, mas, para fins de exemplo, vamos supor que o hash não pode ser maior do que 8. Quando o minerador encontrar um "nonce" que faz o bloco ter um hash 6, por exemplo, ele propaga isso para a rede. O bloco está resolvido e pode integrar a corrente de blocos.
Blocos de bitcoins devem levar, em média, 10 minutos para terem seu "nonce" encontrado. Caso os mineradores estejam encontrando o "nonce" muito rapidamente, o valor máximo (8, no exemplo) é diminuído, para dificultar o trabalho. Caso os mineradores estejam muito lentos, o valor máximo é aumentando, facilitando o trabalho, pois o número de hashes válidos aumenta. Esse ajuste é proporcional e é calculado pela rede periodicamente, baseando-se na velocidade média de geração de cada bloco.
Pelo seu trabalho, os mineradores ganham uma quantidade de bitcoins. Atualmente, esse valor é de 25, mas ele será diminuído pela metade quando a rede atingir determinado número de blocos, até que moedas não sejam mais geradas. O minerador também fica com o "troco" de todas as transações do bloco, caso esse troco não tenha sido "devolvido" ao pagador na transação.
Blocos órfãos
Caso dois mineradores encontrem um "nonce" juntos ou quase juntos, a rede terá dois blocos válidos em circulação. Eventualmente, um novo bloco será gerado, mas ele referenciará apenas o hash de um dos blocos anteriores. O bloco que sobrou, chamado de "bloco órfão", é descartado. Se a transação foi incluída apenas no bloco órfão, ele terá que ser novamente incluída em um bloco futuro, o que pode fazer com que uma transação leve mais de 30 minutos até ser oficialmente parte do histórico do bitcoin.
Não há 'saldo'
Quando se fala que o bitcoin é uma "moeda criptográfica", supõe-se que ele funcione como o papel-moeda, e que as "carteiras" de bitcoins guardam seu dinheiro até você transferir para outra pessoa. Esse, porém, não é o caso. Carteiras de bitcoin não guardam dinheiro algum, e você não tem necessariamente um "saldo".

Em vez disso, todas as bitcoins ficam nas transações. As moedas que você recebe não ficam em sua carteira e não são gastas dizendo o equivalente "vou usar agora 5 BTC da minha carteira". Para usar as bitcoins, o software gerenciador precisa apontar uma transação específica de onde as moedas foram recebidas.
Por exemplo, se você recebeu três moedas de bitcoin (BTC) de uma pessoa A, e mais duas moedas de bitcoin de uma pessoa B, e quer usar quatro moedas, o software do bitcoin iniciará uma transação que identifica como "origem" essas duas transações anteriores, que somam 5 BTC. A moeda bitcoin que sobra é o troco e ele também é enviado – de volta para você mesmo. Quando você quiser usar essa moeda, o software terá de referenciar essa mesma transação, dizendo, de certa forma, "quero usar esse 1 BTC que ficou de troco para mim".
Detalhe: o envio desse "troco" não é automático. O software é que gerencia isso. Essa "transação", portanto, tinha dois destinatários: 4 BTC para uma pessoa, 1 BTC de volta para você. Caso essa segunda transação do "troco" não fosse informada, a moeda que sobra ficaria com o minerador que incluiu a transação no bloco que foi incluído na corrente de blocos do bitcoin (entenda o que são mineradores e a corrente de blocos, acima).
O bitcoin funciona assim por dois motivos. Um deles é que calcular o "saldo" de uma carteira levaria muito tempo. O banco de dados completo do bitcoin, somando todos os blocos da corrente, tem aproximadamente 13 GB hoje, mas aumentará muito mais. Para calcular o saldo de uma carteira, seria preciso processar esse banco de dados inteiro e chegar ao balanço. Especificar a origem das moedas permite que a verificação seja mais simples: basta procurar as transações em que aquela mesma moeda foi gasta. Se houver uma transação mais nova do que a especificada, e que não dá o direito de uso da moeda para quem a está usando, então ela já foi gasta e não pode ser usada.
Outro motivo é que as transações permitem a configuração de autorizações programadas. Ou seja, o bitcoin não funciona apenas dizendo que A quer autorizar ou enviar moedas para B. O bitcoin permite muito mais que isso. As autorizações de uso da moeda são uma sequência de regras. Em linguagem técnica, é um "script".
Transações futuras
É possível, por exemplo, enviar dinheiro para duas pessoas ao mesmo tempo, exigindo que as duas forneçam uma autorização para que aquela moeda seja gasta no futuro – as moedas pertencem a ambas, mas nenhuma tem o direito de usá-las sozinho. Com isso, é possível criar um fundo de doação, no qual alguns ou todos os doadores podem reter o controle do dinheiro e autorizá-lo somente quando uma compra foi acertada entre todas as partes.
Também é possível criar um "depósito garantido", no qual um valor é depositado, mas retornado, em todo ou em parte, após uma data combinada (as transações de bitcoin são todas datadas). Outras possibilidades levantadas são a de distribuição automática de heranças e criação de loterias.
Essas possibilidades ainda nem começaram a ser exploradas e são, em grande parte, hipotéticas. Mas atestam o poder do bitcoin como não apenas uma moeda de "troca", mas um poderoso protocolo de autorizações programadas, contratos e registros virtuais.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Internet pode ficar mais barata no Brasil com novo cabo submarino

Expectativa é que os custos de transmissão de dados caiam até 15%. Além das vantagens econômicas, cabo deve proporcionar mais seguranças para usuários da rede e uma conexão mais rápida.



A construção do novo cabo submarino de fibra óptica que vai ligar o Brasil à Europa deve começar a partir de julho. A expectativa é que em 2016 ele já esteja em plena atividade. O projeto, estimado em US$ 185 milhões (cerca de R$ 430 milhões) dará ao Brasil uma alternativa de transmissão de dados via internet.
A Telebrás estima que o novo cabo deva gerar uma economia em torno de 15% em relação aos custos atuais – e parte disso poderia ser repassada ao consumidor. As tubulações sairão de Fortaleza, chegarão a Portugal e deverão acelerar o fluxo de informações entre o Brasil e o continente europeu.
"Esse novo cabo submarino possibilita a conexão direta com o continente europeu, diminuindo a latência, ou seja, o tempo de resposta das transmissões. Espera-se que com isso haja uma diminuição do custo", conta à DW Brasil o coordenador do projeto de cabos submarinos da Telebras, Ronald Valladão.


Atualmente, qualquer comunicação digital precisar passar pelos Estados Unidos. Ou seja, quando um usuário da rede na América do Sul digita um endereço de um site hospedado em um servidor na Europa ou Ásia, essa informação segue primeiro para os EUA, de onde é enviada para o destino. Assim, é necessário pagar duas vezes para que esses dados sejam transmitidos.
Cerca de 80% do tráfego de dados sul-americanos ocorrem dessa forma. O Brasil possui apenas uma ligação direta entre América do Sul e Europa, o cabo Atlantis II. Porém, além de ser antigo e possuir uma capacidade limitada, ele é usado quase que exclusivamente para a telefonia. Além do Atlantis II, o país possui outros quatro cabos submarinos, todos ligando o Brasil aos Estados Unidos.

Leia notícia completa: http://bit.ly/1juOWDZ



sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Confira abaixo alguns dos APPs mais baixados do momento!

Firefox

O Firefox chegou nesta semana à versão 27. Agora, a ferramenta Social API, que dá a possibilidade ao usuário de utilizar recursos das redes sociais direto do browser, permite rodar mais de um serviço ao mesmo tempo. É possível, por exemplo, abrir o chat do Facebook para Firefox junto com a ferramenta do Delicious, serviço de organizar links da web.

De resto, as mudanças anunciadas pela Mozilla na nova versão do navegador são, principalmente, ajustes de segurança e conserto de alguns bugs. Além disso, o Firefox 27 suporta agora novos protocolos de criptografia e segurança.




Badland

Com um visual que lembra o ótimo Limbo, Badland fez relativo sucesso no iOS antes de finalmente chegar ao Android. No jogo, você controla um pássaro um tanto estranho, e deve voar por 40 fases, fugindo das rochas que caem do alto da tela e colhendo itens que fazem a ave crescer e diminuir. Parece até bobo, mas o desafio é alto – passar por alguns trechos depois de ingerir três “frutas” de crescimento exige um timing preciso. O jogo fica ainda melhor se jogado com fones, já que os efeitos sonoros são muito bons, assim como a arte. 

No sistema do Google, o game é gratuito, mas, se quiser, dá para comprar mais fases. No iOS, ele sai por 4 dólares, mas todo o conteúdo já vem liberado.




Duolingo

Este webware, que conta também com versão para iOS e Android, é ótimo para brasileiros que querem aprender inglês. Ele traz lições que vão do nível mais básico até um avançado, e ensina de números a pronomes e conjugações.

As tarefas apresentadas pelo Duolingo envolvem traduzir termos básicos, entender a pronúncia de palavras e montar frase, sempre de acordo com o nível escolhido pelo aluno. 

O sistema funciona mais ou menos como um jogo de perguntas e respostas: você tem três "vidas" no começo, que representam a quantidade de vezes que pode errar. Se perder todas, terá que começar a atividade novamente.

Além de inglês para brasileiros, o Duolingo oferece aulas de espanhol, francês, alemão e italiano para quem sabe inglês.




HomeSlice

O app Homeslice surgiu com o intuito de facilitar a vida de quem divide a moradia - e tornar a vivência em conjunto bem mais agradável. O aplicativo tem quatro abas. Uma tem uma lista de produtos de compras, outra um tarefas relacionadas a limpeza e uma de contas. Em cada uma delas, é mostrada uma lista em que cada ítem pode estar verde (em estoque, feito ou pago) ou vermelho. Além disso, há uma aba onde os avisos das outras três são mostrados.

Em cada uma das compras ou contas, é possível colocar um valor gasto. O aplicativo automaticamente divide o valor entre todos os usuários no grupo. Além das três categorias mencionadas acima, é possível criar outros avisos genéricos, que são disponibilizados aos moradores.




OptimizeMe

OptimizeMe é um aplicativo que busca melhorar o bem-estar do usuário, analisando as suas atividades diárias.

Para tal, o aplicativo precisa saber tudo o que ele faz no seu dia. As atividades são divididas em quatro categorias: saúde, criatividade, rotina e prazer. Além disso, é preciso cadastrar algumas informações importantes ao fim de cada dia. São elas: quantos copos de água tomou, como está sua saúde, qual o nível de stress, o seu peso e quantos passos deu no dia (uma aproximação).

Ele proporciona gráficos e tabelas que relacionam as suas atividades com o seu bem-estar. É possível isolar uma certa atividade para ver o quanto ela afeta o stress, a saúde e o bem-estar em geral, por exemplo. Também é possível marcar pessoas nas atividades para ver quem faz mais bem a usuáriono dia-a-dia.




Rosetta Course

Rosetta Course é um aplicativo para aprender diversas línguas com recursos bastante variados. Em cada língua, há diversos níveis e em cada um algumas unidades. Dentro de cada unidades, há várias lições. Portanto, o aprendizado é bastante completo.

Entre as lições, existem variações de vocabulário, pronúncia, gramática, leitura e escrita. Cada uma tem um tempo que varia, mas gira em torno de 10 minutos. Além disso, existem lições principais em cada unidade, com recursos de todas as anteriores, que acabam levando mais tempo.

São 24 línguas disponíveis para aprendizado, incluindo mais comuns como inglês, espanhol e francês, assim como mais inusitadas como grego, persa e vietnamita. Para habilitar o conteúdo completo de cada língua, é preciso comprar algum dos pacotes no site.





Onde Fui Roubado

Onde Fui Roubado é um mapa coletivo com ocorrências de crimes a partir do Google Maps. O usuário deve selecionar a cidade em que deseja consultar os roubos e aí pode visualizar o mapa com os crimes.

É possível filtrar os resultados por data (escolher visualizar apenas os crimes em um determinado período) e buscar um endereço específico. Além disso, o usuário pode consultar um painel de estatísticas, com informações como ranking de objetos mais roubados e tipos de assaltos mais frequentes.

Para fazer uma denúncia, basta indicar o endereço do ocorrido, tipo de crime, data e hora, dar um título que descreva o crime, quais objetos foram roubados, se registrou boletim de ocorrência, um prejuízo estimado e o gênero (homem ou mulher do usuário.




sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Sua PME precisa prestar mais atenção a segurança

Toda empresa sabe que a segurança da rede é um assunto crucial a ser tratado. Não é nenhum segredo que há legiões de hackers, ladrões de identidade e até mesmo outras organizações que se infiltram nos sistemas de computação apenas para explorá-los. Recentemente, grandes empresas como Target e Neiman Marcus foram objeto de ataques de hackers que roubaram valiosas informações de cartão de crédito de seus clientes.

Em quais pontos o seu negócio está suscetível a ataques? Que tipo de proteção é necessária?  Todas essas são questões válidas que qualquer empresa precisa enfrentar, e para as PMEs, isso pode ser uma despesa adicional.
Para encontrar a melhor solução, o primeiro passo é avaliar as necessidades do seu negócio.
1)      Proteção antivírus versus segurança endpoint
Não é preciso dizer que a proteção antivírus é um requisito essencial, mas é suficiente? Programas de segurança padrão oferecem apenas o mais básico dos serviços. Por sua vez, a solução endpoint também inclui serviços firewalls, que criam uma barreira entre a rede e o mundo exterior. Além de possuir ferramentas de gerenciamento de sistemas que permitem monitorar e controlar sua atividade. Alguns programas chegam a verificar todos os dispositivos dentro da rede de sua empresa para prevenir potenciais problemas.
2)      Escolhendo o programa certo
As pequenas empresas tendem a possuir uma infra-estrutura de rede menor. Quanto mais complexa seja, maior deve ser a segurança. Se a infra-estrutura é complexa, com várias estações de usuário, servidores, pontos de acesso e redes periféricas, então se deve considerar a implementação de um conjunto de segurança endpoint, que oferece mais alternativas de controle e monitoramento. Se o seu sistema é composto por apenas alguns computadores e uma impressora compartilhada, então, um programa antivírus padrão pode ser suficiente.
3)      Informações compartilhadas
Outra questão a considerar é o conteúdo da informação que se está processando. Não importa o tamanho da rede, as informações privilegiadas devem ser protegidas. Dados como números de contas, de cartões de crédito e informações pessoais dos clientes devem ser guardados, protegidos e acessados ​​em um ambiente seguro. Programas básicos de antivírus simplesmente detectam vírus e malware. O conjunto de segurança endpoint fornece uma cobertura mais ampla, o que ajuda na proteção da informação privilegiada.
Oferecer soluções de segurança é uma preocupação que nunca acaba. Estando ciente das necessidades de sua rede, o empresário mantém o sistema funcionando de maneira confiável e diminui as chances de ataque.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

“Vamos falar de futuro?”

O segundo dia do SAP Forum Brasil começou com três palestrantes renomados que compartilharam inovações com os participantes e anteciparam o futuro do mundo e dos negócios.
SAP Forum Brasil
Em clima de futebol, Diego Dzodan, Presidente da SAP América Latina do Sul (SoLA), apresentou a ferramenta analítica que compila informações sobre os campeonatos e cria um padrão para entender o comportamento dos times. Desta forma, é possível prever os resultados e saber o que deve ser melhorado para montar uma equipe vitoriosa.
Como isso se aplica ao mundo dos negócios? Ao antecipar o futuro, a análise preditiva melhora a capacidade de tomar decisões, não apenas com base nos padrões do passado, mas também visando o que vem adiante.  As empresas mais capacitadas são aquelas que sabem prever e agir.
SAP está preparada para oferecer soluções sofisticadas e simplificadas a seus clientes para que alcancem seu melhor rendimento. “Temos certeza de que com essa visão iremos mudar o futuro. Impactar o mundo dos negócios mais além de antecipar”, concluiu Dzodan.
Na segunda exposição do dia, o neurocientista Miguel Nicolelis mostrou o vínculo entre o desenvolvimento tecnológico e o melhor entendimento do cérebro humano e como isso pode trazer inúmeros benefícios para a humanidade.
Nicolelis é coordenador do projeto Andar de Novo, e emocionou a plateia ao contar que haverá uma demonstração científica na cerimônia de abertura da Copa do Mundo, que mostrará como a tecnologia pode restaurar a mobilidade de uma pessoa com paralisia. Por meio de um exoesqueleto controlado pela atividade cerebral, um jovem brasileiro paraplégico irá se levantar e dar o pontapé inicial do Campeonato Mundial.
“No país do futebol, a ciência brasileira também existe”, conclui Nicolelis, sendo aplaudido de pé pelos participantes do SAP Forum.
As grandes palestras deste dia ainda contaram com a dinâmica exposição de Steve Lucas, presidente para a SAP Platform Solutions. Ele demonstrou como a Internet das Coisas mudará a economia e o modo de interagir com o consumidor.
“Em um mundo com 50 bilhões de dispositivos conectados, há uma quantidade infinita de oportunidades para seu negócio crescer”. E a América Latina é o mercado mais próspero do mundo para o Big Data, além de possuir uma poderosa classe média que definirá o consumo nos próximos anos.
O segundo dia do SAP Forum Brasil mostrou que o futuro já começou!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

SAP Forum 2014



“Inovação não é só uma boa ideia, mas a capacidade de transformá-la em uma vantagem competitiva”. Foi assim que Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil, abriu a 18ª edição do SAP Forum, em São Paulo, que começou hoje e encerrará nesta quinta-feira, 13 de fevereiro.