segunda-feira, 3 de abril de 2017

O que é SAP Leonardo?

A Internet das Coisas é uma realidade que está ganhando a indústria e transformando modelos de negócios por meio de processos digitais. A tecnologia IoT trouxe novo ritmo para os negócios. As cadeias de produção e abastecimento, cada vez mais complexas, vislumbram novas oportunidades para aumentar a produtividade e eficiência, além de agregar valor aos seus processos, reduzindo custos e obtendo uma visão mais completa de cada etapa do negócio.

SAP Leonardo

Ciente do potencial da Internet das Coisas, a SAP unificou seu portfólio de soluções IoT sob o nome SAP Leonardo. “Escolhemos o significativo nome Leonardo porque ele reflete a inauguração de uma era inovadora da ciência e de novas descobertas”, conta Rebecca Pascuas, diretora de Digital Supply Chain e IoT da SAP Brasil. A SAP também pretende ampliar suas ofertas e, até 2021, vai investir €2 bilhões em novidades para Internet das Coisas.

SAP Leonardo Jump Start

Com o objetivo de ajudar os clientes na adoção de estratégias e com a capacitação para o portfólio, a SAP desenvolveu o SAP Leonardo Jump Start, uma rede global de capacitação do SAP Labs para facilitar desde os primeiros passos da jornada IoT até a aplicação em larga escala.

Mas afinal, o que SAP Leonardo pode oferecer para o seu negócio? Convidamos você a saber mais sobre o portfólio com esse infográfico.

 


quinta-feira, 23 de março de 2017

O que os consumidores esperam dos pagamentos digitais

Este mês, o Facebook anunciou um novo recurso que permite que os usuários enviem dinheiro para o exterior através do seu aplicativo Messenger, aquecendo o debate e as expectativas sobre pagamentos online por meio das mídias sociais.


 Recentemente, um estudo realizado pela Mastercard mostrou que os consumidores estão entusiasmados com as novidades tecnológicas nos meios de pagamentos e outras transações financeiras. O estudo anual analisou em 2016 mais de 3,5 milhões de interações públicas entre consumidores em canais de mídia social (Facebook, Instagram e Twitter).

Com os dados obtidos é possível ter uma visão sobre as opiniões e atitudes dos consumidores em todo o mundo em relação às novas tecnologias de pagamento.
Carteiras digitais e móveis

O tema carteiras digitais e móveis foi o mais popular, fazendo parte de 75% das conversas sobre pagamentos em desenvolvimento e gerando mais de dois milhões de menções, sendo 72% delas positivas. O subtópico mais comentado foi o aumento da adesão de carteiras digitais em lojas. As possíveis melhorias das funcionalidades da tecnologia também foram frequentemente debatidas, como a capacidade de armazenar cartões de fidelidade e a possibilidade de usá-las para pagar tarifas de trânsito.

Tecnologias de ponta
Ao serem questionados sobre qual tecnologia de pagamento eles estavam mais entusiasmados, os entrevistados responderam: 37% wearables, 29% Internet das Coisas, 20% assistentes pessoais inteligentes, 9% Realidade Virtual e 5% Inteligência Artificial.
O segundo tópico mais discutido em interações públicas sobre métodos de pagamento inclui inteligência artificial (IA), wearables e assistentes pessoais inteligentes. No quarto trimestre de 2016, o assunto ganhou mais relevância, uma vez que muitos usuários utilizaram as mídias sociais para discutir como tais serviços poderiam ajudar com suas compras de férias.

O tema Internet das coisas (IoT) e como os pagamentos poderiam ser integrados em qualquer dispositivo conectado foi destaque especialmente na América do Norte e na Europa.

Segurança
O estudo também revelou que os consumidores estão cientes e preocupados com questões de segurança dos pagamentos, e muitos acreditam que o sucesso de um método de pagamento depende muito da segurança de dados que ele pode oferecer. Entre os consumidores que discutiram o tema, 43% expressaram interesse em outras formas de autenticação para substituir as senhas tradicionais, inclusive, solicitação constante de senhas tradicionais foi uma das queixas comuns entre os consumidores. 51% das discussões sobre autenticação foram sobre o desenvolvimento de tecnologias de reconhecimento facial, biometria e autenticação por toque.

Sua empresa está preparada para a demanda desse consumidores? Conheça as soluções de comércio móvel da SAP e saiba como:
* Utilizar recursos de compras móveis para evitar o showrooming e entregar uma experiência de compra personalizada e envolvente.
* Promover ações de fidelização com pontos de análise, status, recompensas e listas de compras colaborativas e aumentar o engajamento e fidelidade do seu cliente.
* Transformar o dispositivo móvel do cliente em uma carteira digital, oferecendo serviços móveis inovadores como pagamentos, cupons, serviços de remessa internacional, transferências pessoais, pagamentos de contas e mercadorias e muito mais.

Fonte SAP News Brasil

quarta-feira, 1 de março de 2017

Por que um blefe de poker pode mudar o futuro da Inteligência Artificial


Os avanços da Inteligência Artificial têm nos surpreendido a cada dia. A capacidade das máquinas de utilizar dados, estatísticas, raciocínio e inteligência para tomar decisões e realizar ações com mais exatidão e rapidez está moldando o nosso futuro.

A Inteligência Artificial ainda está entrando no nosso dia a dia. Enquanto isso, cientistas trabalham para alcançar um grande pequeno feito: utiliza-la para garantir a vitória em uma partida de poker.

Esse pode parecer um objetivo irrelevante, mas para vencer uma partida de poker é preciso lidar com uma série de informações imperfeitas, blefes e possibilidades quase impossíveis de se calcular. Diferentemente de jogos como dama e xadrez, nos quais as probabilidades de jogadas são mais fáceis para uma máquina calcular, no poker as cartas do oponente ficam ocultas durante a partida, o que torna o jogo muito mais complexo – assim como muitas situações no mundo real.

Por esse motivo, garantir que a IA sempre ganhe um jogo de poker pode significar o primeiro passo para uma nova era da tecnologia, com aplicações em outras áreas onde as estratégias e respostas podem ser menos lógicas. Veja neste infográfico como a criação de um robô jogador de poker poderia mudar o jogo e marcar um Royal Flush em diferentes áreas.



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Tendências para a gestão do relacionamento com o cliente

Para atender as novas demandas do consumidor mais bem informado e altamente conectado, as empresas precisaram entender cada cliente como uma pessoa única, e não mais como parte de um nicho. Para ajudar nesse processo, ferramentas e soluções de Customer Relationship Management (CRM) são essenciais.

Com as tendências de comportamento e os hábitos de consumo em constante mudança, os softwares de CRM também precisam que se adaptar para oferecer o que as empresas precisam para criar experiências cada vez mais personalizadas e relevantes. Diante desse cenário, existem algumas tendências em CRM que podemos observar.

NUVEM
Serviços e soluções em nuvem, de forma geral, continuarão a crescer e se expandir, já que a nuvem oferece flexibilidade, escalabilidade, mobilidade e economia para as empresas.

O CRM baseado na nuvem permite coletar dados para proporcionar experiências significativas e em tempo real ao cliente. Além disso, facilita a integração de equipes e setores ao sincronizar dados, permitindo acessar informações a qualquer hora, em qualquer lugar.

INTEGRAÇÃO DE DADOS
Ao coletar e integrar dados provenientes de outras ferramentas no sistema de CRM, as empresas poderão compreender, segmentar e envolver seus clientes de forma mais eficaz. Com dados integrados, o CRM pode ir além da geração de leads para se tornar uma ferramenta importante para o fortalecimento do relacionamento com o cliente. Portanto, a tendência é que as ferramentas de gestão da empresa possam se integrar às soluções de CRM para alimentá-la com o máximo possível de informações.

MOBILIDADE
A mobilidade se transformou em um componente corporativo essencial, que impacta profissionais e clientes. Soluções móveis de CRM permitem que os clientes tenham acesso ao atendimento e suporte com muito mais facilidade. Soluções móveis de brainstorm e briefing ajudam a melhorar a produtividade e desempenho das equipes de marketing e vendas, permitindo que elas obtenham informações e insights com mais velocidade, onde e quando for preciso.

Existem também soluções que permitem capturar e explorar funções analíticas de dados móveis, em tempo real, ajudando a gerar insights sobre o comportamento dos consumidores, o que permite desenvolver melhores estratégias de marketing para publicidade móvel.

SOCIAL MEDIA
Consumidores querem compartilhar suas experiências com as marcas e buscar informações sobre os produtos e serviços nas redes sociais. Mais do que nunca, os influencers têm poder de mudar percepções. Social selling nunca foi tão eficiente quanto agora, nessa era da conectividade social digital. A gestão da imagem da marca nas redes se torna um desafio diante de tanta interação e informação. O CRM social se tornou necessário para as empresas e deve continuar assim.

CROWDSOURCING
O CRM deve alcançar outro patamar nos negócios, indo além da gestão de relacionamento com os clientes. As soluções de CRM, especialmente de coleta e análise de dados, permitirão que as empresas descubram novas oportunidades para o negócio. Analisando dados atuais dos clientes, a empresa pode obter insights importantes sobre melhorias e oportunidades de novos produtos, serviços ou negócios. A voz dos clientes nas redes sociais e seu comportamento em relação à marca serão uma fonte de inovação.

O potencial de impacto do CRM nos resultados de relacionamento com os clientes é imenso. O papel da gestão de relacionamento só deve se expandir nos próximos anos. Com consumidores mais exigentes, social e digitalmente ativos, os desafios parecem maiores – e as oportunidades também, tudo depende de como se aproveita o cenário.




Fonte: SAP News Brasil

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Cinco preocupações dos líderes do futuro na Quarta Revolução Industrial

A Quarta Revolução Industrial, ou Revolução 4.0, já é uma realidade, caracterizada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas.

Esse novo cenário possibilitou transformações disruptivas na nossa sociedade. O volume de pessoas conectadas é cada vez maior, bem como o fluxo de informação que circula entre elas. Em setembro de 2016, o Facebook atingiu a marca de 1,79 bilhões de usuários ativos mensais, um número significativamente maior do que a população da China ou da Índia.



Segundo o levantamento ITU ICT Facts and Figures 2016, realizado pela UIT, a agência das Nações Unidas especializada em tecnologias da informação e da comunicação, os países em desenvolvimento representam a maioria dos utilizadores da internet global, 2,5 bilhões de usuários em comparação com um bilhão nos países desenvolvidos. O estudo ainda revela que a cobertura de telefonia móvel está agora quase onipresente, com cerca de 95% da população mundial – ou cerca de sete bilhões de pessoas – vivendo em áreas cobertas por uma rede básica 2G de celulares móveis.

A tecnologia democratizou a informação como nunca antes, tornando-a mais acessível. Mas isso é o suficiente? Ao mesmo tempo em que a tecnologia evolui, os líderes precisam saber como utilizá-la para garantir que gere não apenas lucro para suas empresas, mas também beneficio para toda a sociedade. Essa preocupação foi um dos temas debatidos este ano durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Podemos citar cinco pilares para que isso seja possível.

Transparência
Um dos maiores problemas mundiais envolvendo novas tecnologias é a falta de confiança nessas tecnologias e na forma como serão utilizadas. Aos poucos os consumidores se sentem mais dispostos a compartilhar dados em troca dos benefícios que a análise deles pode trazer para sua experiência de compra. Mas eles ainda querem ter controle sobre sua privacidade e ter certeza de que suas informações estão seguras. A transparência na política de segurança da informação é cada vez mais importante para criar uma relação de confiança entre as empresas e a sociedade.

Educação
Existe uma preocupação constante sobre como a automação, a digitalização de tarefas e a Inteligência Artificial impactarão o futuro do trabalho. Faz parte do papel dos líderes na Quarta Revolução Industrial garantir que sua força de trabalho esteja pronta para as mudanças que virão. Diversas atividades poderão ser realizadas por máquinas, e novas funções, especialmente de gestão dessas tecnologias, serão criadas. Compete às empresas treinar e desenvolver as novas habilidades que serão exigidas de seus talentos.

Sustentabilidade
Mais do que nunca adotar a sustentabilidade é uma atitude inevitável para as empresas. É uma necessidade urgente que as companhias em todo o mundo assumam seu papel na questão e atuem de forma responsável, não apenas para amenizar o impacto do seu trabalho no meio ambiente, como para desenvolver e incentivar novas iniciativas em prol da sustentabilidade.

Equidade
O acesso à educação e a informação é essencial para tornar a tecnologia acessível para a população. Sem elas a evolução tecnológica só aumenta mais a lacuna da desigualdade. Proporcionar equidade nas oportunidades de trabalho e educação que a empresa pode oferecer e incentivar a diversidade são formas de contribuir para diminuir esse desiquilíbrio.

Comprometimento social
O comprometimento de uma empresa não pode se resumir apenas aos seus clientes, devendo incluir sua comunidade, o meio do qual faz parte. Mais do que nunca os consumidores estão abraçando as marcas que adotam causas sociais. Os líderes devem pensar em formas de utilizar as novas tecnologias para melhorar a situação da população local. Programas de incentivo podem engajar a força de trabalho a fazer sua parte, contribuindo para projetos sociais. Muitas empresas também têm investido em educação e treinamento, não apenas de seus colaboradores, mas oferecendo cursos e palestras para a comunidade. É preciso se perguntar como a empresa pode ir além de empregar pessoas, impactando positivamente toda a sociedade.

O futuro na Quarta Revolução Industrial será disruptivo. Atualmente, temos um pequeno vislumbre do que nos espera, e o futuro pode ser incrivelmente positivo para a sociedade, mas cabe aos líderes assumirem seus papéis nessa nova realidade.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O potencial econômico da Internet das Coisas

A Internet das Coisas (IoT) se tornou um assunto indispensável para TI. Nos últimos cinco anos a tecnologia superou obstáculos técnicos, organizacionais e regulatórios e vem se popularizando, sendo aplicada de diferentes formas para diversas finalidades. Com isso a IoT está começando a representar um impacto real no dia a dia das pessoas.


Mesmo com esse avanço, ainda existe uma divergência de opiniões sobre o valor real que a IoT pode significar mundialmente para a economia. A consultoria McKinsey realizou um estudo que estima um potencial impacto econômico da IoT de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1 trilhões por ano até 2025.

A consultoria estima ainda que o impacto da tecnologia será maior em economias avançadas, devido ao maior valor por uso. No entanto, seu potencial nas economias em desenvolvimento é enorme, podendo representar quase 40% do valor da IoT. Alguns setores devem se destacar no uso da IoT, como a área da saúde. Estima-se que até 2025 o monitoramento remoto voltado a pacientes com doenças crônicas deve gerar cerca de US$ 1,1 trilhão por ano.

Os investimentos e aplicações da IoT serão disruptivos na economia nos próximos anos. Confira neste infográfico onde está o valor econômico potencial da Internet das Coisas e saiba o que esperar.

Ouça também nosso SAP Cast especial sobre a Internet das Coisas, com a participação de Leo Lopes, do Radiofobia; Rodrigo Murad, SAP; Maximiliano Cunha, SAP; Alexandre Jungermann, SAP digital marketing e o convidado especial Raphael Daolio, Industry Manager no Google.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Quatro tendências tecnológicas que vão guiar a Transformação Digital em 2017

Estamos nos acostumando cada dia mais com a velocidade dos avanços tecnológicos. 2016 foi um bom ano para fortalecer as inovações que entraram no mercado. E 2017 não será diferente, as tecnologias se tornarão cada vez mais conectadas, autônomas, acessíveis e impactantes.


Selecionamos quatro tendências tecnológicas que devem guiar a Transformação Digital nos negócios em 2017:


DIGITALIZAÇÃO DAS FINANÇAS

Os usuários não querem mais perder horas na fila do banco para resolver questões burocráticas, eles querem simplicidade, segurança e comodidade. O Internet Banking foi o primeiro passo rumo à digitalização das finanças. Consultar seu saldo, transferir valores e fazer aplicações em investimentos a qualquer hora e em qualquer lugar transformou a relação entre instituição financeira e clientes.

O surgimento e a rápida ascensão das fintechs (empresas que oferecem serviços financeiros com diferenciais proporcionados pela internet e outros tipos de tecnologia) são a prova de como a digitalização de serviços está revolucionando até os mercados mais conservadores.

Especialistas acreditam que o próximo grande passo disruptivo no setor financeiro serão os bancos automatizados. Consultores financeiros e analistas poderão contar com a ajuda de “robôs conselheiros” que, com o uso de Big Data e análise preditiva, poderão recomendar as melhores opções de investimento com base em dados mais concretos.


BIG DATA, AINDA MAIS BIG

Big Data é uma das tecnologias que mais geraram impacto nos últimos tempos, a análise de grandes volumes de dados revolucionou a forma como fazemos negócios. Big Data é como uma bola de neve, quanto mais dados são coletados, mais dados surgem e poderão ser coletados e analisados, dando origem a mais e mais informação.

A tendência é que Big Data se expanda para diferentes setores e indústrias e que cada vez mais as empresas se unam para conectar seus dados e enriquecer sua base de informações. Fabricantes de veículos, por exemplo, já fizeram parcerias com empresas de telefonia móvel para analisar dados de geolocalização e encontrar padrões de tráfego. As maiores inovações deverão vir do desenvolvimento de novas formas de armazenamento e processamento de grandes quantidades de dados.


A POPULARIZAÇÃO DA INTERNET DAS COISAS

A utilização de IoT e de sistemas inteligentes deverá se popularizar rapidamente em 2017, tanto para o mercado B2B, como para o consumidor de um modo geral. Novas promessas de aplicações para o ambiente doméstico vão fazer a IoT sair das empresas e entrar diretamente no cotidiano das pessoas.

Os recursos se tornarão mais acessíveis: controle inteligente de segurança, iluminação, eletrônicos e climatização serão o primeiro passo para as smart homes. Os wearables estarão mais baratos e fáceis de encontrar nas lojas e devem evoluir, especialmente, na área de cuidados médicos e monitoramento de pacientes.


NOVOS RUMOS PARA MOBILIDADE

Chegamos em um ponto sem volta para a necessidade de mobilidade em nossas vidas. O uso de dispositivos móveis vem crescendo exponencialmente no mundo todo. A Gartner prevê que em 2017 aplicativos mobile serão baixados mais de 268 bilhões de vezes, gerando receita de mais de U$ 77 bilhões, tornando os apps uma das ferramentas de computação mais populares para usuários em todo o mundo e fornecendo fluxo de dados personalizados para mais de 100 aplicativos e serviços todos os dias.

Essa tendência não se refere apenas ao usuário comum, a força de trabalho global está se tornando cada vez mais móvel. Nesse cenário, softwares e tecnologia de comunicação deverão evoluir ainda mais, para garantir aos colaboradores segurança, armazenamento e acesso ágil a informações. A nuvem será a principal tecnologia que vai tornar tudo isso possível.

Ouça o SAP Cast sobre a digitalização de tudo e confira o que especialistas de diferentes áreas têm a dizer sobre o futuro dos negócios na Transformação Digital.

Fonte SAP Brasil News

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Por que você precisa de um processo de vendas e como ele deve ser

As organizações dependem da integridade de seu processo de vendas. A preocupação número um das pequenas e grandes empresas é responder as questões:

De onde virá a próxima venda e como podemos fazê-la acontecer mais rápido?



Passe um tempo perto de qualquer empresário ou líder e você saberá que eles se preocupam com as vendas mais do que com qualquer outra coisa. É a força vital dos negócios que mantém a empresa viva e os colaboradores remunerados. Nenhum de nós tem vendas controladas ou garantidas, por isso é imperativo criar um processo de vendas. Sem ele, você é forçado a continuar sob pressão extrema, imaginando como será o próximo mês, trimestre ou ano. Sua empresa ainda sobreviverá?


As etapas de um processo de vendas bem-sucedido

Todos nós sabemos que o tempo é o maior recurso da liderança empresarial e, às vezes, a falta de tempo faz com que se negligencie a coisa mais importante que deveria acontecer para iniciar um processo de vendas saudável. Trabalhar “acima do funil” é essencial e deve vir antes de todo o resto. Para entender isso integralmente, você precisa entender o que é um funil de vendas e quais as etapas pelas quais passam os clientes potenciais.


Imagine um funil gigante com uma grande abertura que diminui de tamanho. No topo desse funil de abertura ampla estão todos os leads que você gerou. À medida que você trabalha nesses leads e filtra os sólidos para encontrar os clientes potenciais reais, pessoas que tenham uma necessidade que você pode atender, o funil se estreita. Em seguida, você trabalha duro na construção de relacionamentos com esses clientes potenciais para transformá-los em oportunidades. Oportunidades são clientes potenciais que você trabalhou para desenvolver possíveis clientes com quem iniciou negociações sérias.

Essas oportunidades geralmente estão onde a maioria das pessoas quer gastar seu tempo. Eles estão tão perto de se tornarem clientes de fato que você pode quase sentir esse gostinho. Caso consiga convertê-los e fechar o negócio, experimentará a alegria de ver o trabalho finalizado. Você terá a satisfação de assegurar uma venda para sua empresa, e a segurança da receita que será gerada. Mas usar todo o seu tempo aqui é um erro.


Em que parte você deve usar seu tempo
Vendedores seriamente bem-sucedidos sabem que a parte mais crítica do processo de vendas, na prática, começa antes de chegar ao funil; é o trabalho que eles chamam de “acima do funil”. As pessoas acima do seu funil de vendas não estão pensando em você, em seu produto ou serviço… ainda. É preciso saber sobre o que eles estão pensando, o que os preocupa, onde se encontra sua energia e tempo gastos e como você pode alcançá-los enquanto eles pensam nessas coisas.



O trabalho que você faz acima do funil é aquele que proporciona clientes potenciais, pessoas que procuram ativamente o seu produto ou solução. Pode ser um destes:

  • Atividade nas mídias sociais: Por algum tempo, era popular chamar de “social selling“, mas é realmente um termo errôneo. Nada é vendido nas mídias sociais, são feitas na verdade campanhas de marketing. A atividade que você realiza nas mídias sociais para se apresentar como líder de vanguarda e solucionador de problemas é um trabalho acima do funil, que fará os futuros clientes potenciais prestarem atenção em você.
  •  Criação de conteúdo: Esta é realmente uma atividade de marketing, mas vendedores inteligentes entendem o valor que isto agrega, principalmente se eles o criam. Se você quer ser conhecido como um consultor confiável, alguém que fornece soluções para os problemas dos clientes potenciais, postar no blog regularmente para fornecer orientações é uma excelente atividade acima do funil, mas isto exige tempo e disciplina.
  •  Networking: Se você encontra as pessoas on-line ou pessoalmente, na sua essência, essa atividade trata da construção de novos relacionamentos, e é de onde nascem clientes potenciais.

Talvez o problema mais comum responsável pela falta de sucesso nas vendas tenha a ver com o fato de esse trabalho acima do funil não ser feito. As necessidades mais urgentes de um cliente ou a tentação de fechar clientes potenciais geralmente tira esse trabalho de suas mãos. Você acha que vai fazer isso quando tiver mais tempo. Você menospreza sua importância. Assim, em breve, seu funil de vendas começará a secar, porque não se está investindo em novos leads.

O processo ajuda a evitar equívocos
A criação de um processo de vendas não acontece por acidente. Você precisa conhecer os fundamentos das vendas e as etapas apropriadas do processo. E, quando você tiver todos esses conhecimentos, deverá ter disciplina para trabalhar diariamente por meio desse processo. Realmente, não existem soluções mágicas para a construção de uma empresa saudável. Pessoas e empresas não são bem-sucedidas no longo prazo por questão de sorte, ou ainda, pelas condições econômicas. Elas são bem-sucedidas quando criam um processo de vendas que mantém a empresa saudável, gerando novas oportunidades todos os dias.

Se você quer saber mais sobre como criar e implementar um processo de vendas premiado, assista à gravação de nosso recente webinar, com o líder em vendas globais, Anthony Iannarino, “The Top 3 Challenges Small Sales Teams Struggle With… Solved.” Clique aqui para assistir à gravação

Fonte SAP Brasil

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

10 tendências tecnológicas estratégicas para 2017

A revolução digital não para. Durante o Gartner Symposium/ITxpo, evento anual da Gartner, David Cearley, vice-presidente da empresa, apresentou as dez principais tendências tecnológicas estratégicas para o próximo ano.

A Gartner define como “tecnológicas estratégicas” as tendências com um potencial disruptivo significativo para os próximos cinco anos e que também deverão ser os principais facilitadores para oportunidades de negócios digitais.


Essas tendências se encaixam em três pilares:


Inteligência: o aprendizado de máquinas e dispositivos vai evoluir consideravelmente, passando da execução de tarefas pré-definidas para um aprendizado mais dinâmico, adaptativo e autônomo.

Digital: a linha entre o digital e o físico se tornará ainda mais tênue. Os mundos online e offline deixam de se diferenciar entre si para se tornarem uma extensão um do outro, ampliando as oportunidades de negócios digitais.

Malha: é a conexão dinâmica de pessoas, processos, coisas e serviços por meio de ecossistemas digitais inteligentes. A malha se expande e evolui, impactando a experiência do usuário e as plataformas e arquiteturas de segurança.

Confira neste infográfico cada uma das 10 tendências estratégicas apresentadas (Clique na imagem para ampliar):

http://news.sap.com/brazil/files/2016/12/INFOBR_Artigo-4_v1.png 

 Fonte News SAP Brasil




terça-feira, 6 de dezembro de 2016

SAP e PayPal anunciam parceria para facilitar acesso de PMEs a soluções de gestão na nuvem

Pequenas e médias empresas poderão contratar soluções em nuvem e pagar com PayPal

 
São Paulo, 02 de dezembro de 2016 – O PayPal – líder mundial de pagamentos digitais móveis – e a SAP se uniram para simplificar o acesso ao Business One, solução da SAP que otimiza os processos de negócios na nuvem, assegurando um crescimento rentável e de sucesso.

“Em um momento no qual as empresas buscam aumentar produtividade e descomplicar processos – e assim se manterem competitivas-, a utilização de um sistema de gestão em nuvem reduz custos operacionais, agiliza a análise de dados em tempo real, integrando todos os setores da empresa e permite o ajuste da estratégia”, explica Priscila Jones, diretora de vendas da solução Business One na SAP Brasil. “Com a possibilidade de adquirir a solução e pagar via PayPal torna o processo ainda mais ágil e simples, como as pequenas e médias precisam”.

A parceria entre duas empresas inovadoras na área de tecnologia da informação mostra o quanto o SAP Business One pode viabilizar modelos de negócios de clientes na nuvem.

“Comprar uma solução em nuvem e pagar diretamente via web faz todo o sentido”, afirma Paula Paschoal, diretora Comercial do PayPal Brasil. “Nosso objetivo com a parceria é oferecer simplicidade e pagamentos seguros para os usuários se preocuparem com o que realmente importa: a gestão dos seus negócios. As pequenas e médias empresas que utilizarem a solução irão perceber rapidamente os benefícios e praticidade ao fazer negócios via web”, declara Paula.

O acesso para o usuário final só estará disponível a partir do primeiro trimestre de 2017 e poderá trazer escalabilidade com a adesão de novos usuários.

Fonte: SAP News Brasil

terça-feira, 25 de outubro de 2016

SAP América Latina duplica negócios de nuvem pelo segundo ano consecutivo

Empresa obteve o melhor resultado de sua história no segmento nuvem no terceiro trimestre de 2016





São Paulo, 24 de outubro de 2016 – A SAP anunciou os resultados da América Latina no terceiro trimestre de 2016. A companhia registrou seu melhor desempenho histórico na região, com crescimento de dois dígitos da receita de software e soluções de nuvem. Além disso, a empresa teve um crescimento de três dígitos em novas assinaturas de nuvem, levando a região a duplicar seus negócios nesse segmento. Os países que se destacaram em resultados foram México e Brasil, ambos com crescimento de três dígitos em novas assinaturas de nuvem e aumento sólido em soluções on-premise.

A nova geração de família de ferramentas de gestão SAP S/4 HANA também esteve acima do desempenho geral, alcançando um crescimento significativo de dois dígitos.

“Acreditamos firmemente que a transformação digital é o caminho imediato que as empresas da região devem seguir para se tornarem mais competitivas e continuarem crescendo”, afirma Claudio Muruzabal, presidente da SAP para América Latina e Caribe. “Os resultados do terceiro trimestre fiscal de 2016 demonstram que as empresas latino-americanas estão comprometidas com o processo de inovação, contando com a ajuda da SAP. Isso transcende as variações em alguns mercados e em algumas economias e reforça nossa estratégia”, acrescenta.

Com mais de 22 anos de operações na América Latina, a SAP oferece soluções de nuvem, combinadas com sua plataforma integrada, posicionadas como a opção de preferência de muitas empresas, incluindo líderes de mercado em segmentos como o bancário, que reportou crescimento de dois dígitos. Além disso, esse setor se caracteriza por estar avançando em seus processos de transformação digital de forma acelerada e, com frequência cada vez maior,  escolhe  SAP S/4HANA para conquistar mais vantagens competitivas.

Entre os clientes que se destacaram nesse período está a CPFL Energia, principal grupo de geração e distribuição de energia do Brasil. A SAP acompanha o processo de transformação digital dos modelos de negócio da CPFL Energia com base em várias soluções, incluindo SAP S/4HANA e SAP HANA Cloud Platform, sistemas de recursos humanos da SuccessFactors SAP e de gestão de compras da SAP Ariba. O objetivo da empresa é aumentar os níveis de eficiência, reduzir o TCO e incorporar inovação.

A Altos Hornos do México, um dos principais produtores de aço do mundo, adotou o SAP SuccessFactors para administrar as necessidades de treinamento e aumentar o comprometimento dos funcionários com a organização a partir de um novo sistema de gestão de desempenho. A empresa espera melhorar a gestão e o processamento de dados relacionados a talento humano e também incrementar a produtividade.

Também com sede central no Brasil, a Stara, líder em máquinas agrícolas, escolheu a SAP HANA Cloud Platform e soluções para Internet das Coisas (IoT) com o objetivo de ajudar os agricultores a monitorar suas atividades de cultivo em tempo real por meio de sensores em equipamentos.

“Esse foi um trimestre excepcional para a SAP América Latina. Com uma estratégia coerente, a SAP superou a média do mercado com um equilíbrio na região que nos coloca no caminho da liderança. Os indicadores de negócios para julho, agosto e setembro de 2016 marcaram uma forte tendência de crescimento, refletindo uma abordagem robusta de inovação e foco contínuo em nossos clientes”, destaca Anthony Coletta, diretor financeiro da SAP América Latina. “A rápida transição de nossos clientes para a nuvem está elevando o cenário regional a novos patamares. Seguiremos impulsionando esse modelo de negócios que acelera, amplia e descreve um horizonte promissor”, acrescenta.

Globalmente, a SAP reportou no terceiro trimestre do ano fiscal de 2016 um crescimento de 9% da receita de software e da nuvem em moeda constante, enquanto as novas assinaturas de nuvem – um importante indicador do sucesso de vendas das soluções da SAP – aumentaram 24% também em moeda constante.



Fonte SAP Brasil

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Digital Boardroom: o futuro das empresas

A análise de dados é uma grande vantagem competitiva. Mas com o imenso volume de dados atual e seu crescimento exponencial, as empresas veem a necessidade de obter um sistema mais robusto e ao mesmo tempo simples para fornecer aos seus diretores dados precisos, informações contextuais e análises em tempo real. Elas precisam de mais do que uma sala de reuniões onde são feitas apresentações de relatórios, elas precisam de uma verdadeira sala de comando digital.




Essa sala de comando digital será o futuro das companhias. O cérebro da empresa, no qual será possível obter uma visão 360º de todos os setores da companhia em tempo real e de forma completa, organizada e simples, obtendo insights instantâneos. Como um cockpit de um carro de corrida, nesse painel os pilotos têm uma única visão integrada de tudo que está acontecendo no momento com o veículo: velocidade, temperatura, combustível, funcionamento do motor. Dessa forma, além de conseguir tomar as melhores decisões para acelerar seus resultados, o piloto consegue prever os próximos passos da sua jornada. A sala de comando digital das empresas seria um cockpit para o negócio.

Os principais pilares para o sucesso de uma sala de comando digital são:

Transparência: relatórios serão baseados em uma única fonte. A integração das bases de cada setor permitirá cruzar os dados e obter informações concretas, sem duplicação de dados.

Robusto, mas simples: o sistema precisa ter funções de exploração analíticas poderosas, mas apresentar uma interface de usuário simples, intuitiva e interativa para apoiar uma melhor tomada de decisão.

Segurança e colaboração
: recursos de colaboração são essenciais para que toda a empresa caminhe junta. A segurança é outro item no topo da lista de prioridades. Por isso, a sala de comando digital deve ser capaz de atuar no local e na nuvem.

Em 2015, a SAP lançou o SAP Digital Boardroom, um ambiente de análise em tempo real. Nesta sala de comando, gestores conseguem enxergar todo o seu negócio de forma integrada e em tempo real. Durante as reuniões não é preciso perder tempo buscando históricos de relatórios, está tudo ali, bem simples, claro e interativo.

Além disso, no SAP Digital Boardroom é possível criar cenários hipotéticos e testar ideias antes de ajustar o cronograma e colocá-las em prática. O SAP Digital Boardroom pode ser executado em várias telas simultaneamente para exibir informações de bancos de dados distintos, o que permite que mais pessoas trabalhem em um único conjunto de dados de forma mais realista.

Para saber mais sobre como digitalizar sua sala de reuniões e obter uma verdadeira sala de comando digital para o seu negócio, explore as possibilidades do SAP Digital Boardroom.

Fonte: SAP Brasil News

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Realidade Virtual e Realidade Aumentada são o futuro dos negócios

Da medicina digital às agências de publicidade, a Realidade Virtual e a Realidade Aumentada já estão presentes nos mais variados processos e estão sendo cada vez mais amplamente utilizadas.



CIOs, CTOs e executivos do Forbes Technology Council definiram suas previsões sobre as principais mudanças que a Realidade Virtual e a Realidade Aumentada trarão para os negócios nos próximos cinco anos. Confira algumas delas:

  1. Vamos experimentar nossa realidade através da realidade virtual. Cada vez mais as empresas utilizarão RV e RA para a gestão de conhecimento do negócio. Apresentações embutidas em RV transmitirão informações de forma mais envolvente e manual em RA tornarão a aprendizagem mais simples e real para a força de trabalho.
  2. Alcançaremos um novo nível na prototipagem. Com essas tecnologias será possível visualizar projetos de uma forma inédita. A equipe de produção poderá obter uma visão mais realística de um novo produto logo no início do projeto. Isso tudo sem falar na economia de tempo e recursos destinados a prototipação.
  3. Diferentes nichos de mercado serão impactados. A medicina digital se beneficiará dessas tecnologias, seja para proporcionar maior conforto ao paciente, que poderá estar virtualmente na praia enquanto é atendido, até as inúmeras opções para a telemedicina.
  4. Dispositivos móveis de Realidade Virtual serão o próximo grande avanço em computação. Depois dos computadores pessoais, Internet e mobilidade, o próximo passo é a popularização dos dispositivos de Realidade Virtual. A RV vai forçar as empresas a rever a forma como se envolvem com seus clientes.
  5. A RV e a RA terão um imenso impacto sobre o futuro do varejo. Varejistas serão capazes de investir em pesquisa e desenvolvimento de tendências culturais, sociais e de consumo. A RV permitirá ampliar o potencial de previsão da indústria.
  6. Essas tecnologias vão mudar a forma como gerimos talentos. Trabalhadores remotos serão cada vez mais comuns e suas interações tão realistas quanto uma equipe trabalhando presencialmente. As reuniões também vão mudar, e a interação virtual terá um enorme impacto sobre os negócios. Equipes ao redor do mundo poderão se reunir com um clique, o que representará uma economia significativa para o setor de RH.
  7. Para o setor de entretenimento, o uso de RV e RA será um meio para criar novas experiências interativas e móveis, bem como para reduzir os custos. Objetivos difíceis de alcançar com protótipos físicos caros se tornarão reprodutíveis a um custo nominal.

A verdade é que a Realidade Virtual e a Realidade Aumentada vão transformar o futuro dos negócios, às empresas cabe se adaptar para tirar o melhor proveito desse novo mundo virtual.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O que é Social Selling?

 Hoje e sempre, as vendas são nutridas pelas relações sociais. Atualmente, vivendo na era das redes sociais, podemos combinar de maneira eficiente a disciplina de vendas com as novas maneiras de interagir.

Com a tecnologia temos um mundo inteiro a um clique de distância. E é dessa maneira simples que podemos construir relacionamentos sólidos por meio das redes sociais, nas quais as pessoas passam 75% do seu tempo na internet. Então, só depois de trabalhar para criar um relacionamento, pensamos em conseguir uma venda.

Ou seja, Social Selling é a utilização das redes sociais por parte das equipes de venda para identificar, qualificar e estabelecer relações com potenciais clientes.



Mas o que devemos fazer para nos tornarmos bons Social Sellers?

  • Trabalhar as relações pessoais. Se as pessoas costumam dedicar a maior parte do seu tempo na internet com as redes sociais, é importante mudar a mentalidade e começar a estudá-las. Identificar audiências que vão ao encontro do foco do nosso negócio, para então, criar relações comerciais sólidas. E isso só se consegue sabendo e conhecendo os gostos e os temas pelos quais é possível alcançar essas pessoas.

  • Ser autêntico. Ao estudar a audiência, e sabendo quais temas são ideais para aproximar-se de alguma pessoa, é importante nos mantermos naturais e sem exagerar para que a relação se construa de maneira orgânica.

  • Trabalhar as relações e sua imagem. Para construir uma boa relação com alguém é importante, primeiramente, construir a imagem que queremos projetar. Com base nisso, não se esqueça de que as relações pessoais e de trabalho devem ser alimentadas e nutridas com frequência. Estabelecendo uma marca de confiança e integridade com a nossa imagem, para assim facilitar o processo de vendas.


Por Abraham Geifman
SAP News Brasil

terça-feira, 26 de julho de 2016

Comportamento de busca dos novos consumidores



As tendências de marketing são sempre definidas com base no comportamento dos consumidores. São esses comportamentos que definem a abordagem a ser adotada para que as pessoas encontrem nossa marca. E as novas tecnologias de mídia têm um grande impacto na forma como as pessoas estão buscando e consumindo informações sobre produtos e serviços e, consequentemente, descobrindo as marcas.

Em 2015, o Google anunciou que, pela primeira vez, o número de buscas realizadas em sua ferramenta de busca por meio de dispositivos móveis superou os acessos por computadores. Esse comportamento desencadeou outro hábito cada vez mais comum, o chamado efeito ROPO (research online, purchase offline), quando o consumidor pesquisa online, mas compra offline. Segundo um estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 90% dos consumidores pesquisam online antes de comprar em lojas físicas.

Existem também os consumidores que realizam todo o processo digitalmente, porque preferem a facilidade de pesquisar, comparar e comprar através de seus smartphones. Por isso entender os processos lógicos das aplicações de busca em mobile é essencial para desenvolver estratégias e ser encontrado.

Apesar de estar em segundo plano, o desktop ainda é um canal de busca muito importante e também está mudando. Cada vez mais funcionalidades podem estar disponíveis para os consumidores. Basta que o consumidor digite “restaurantes” e ele terá acesso a diferentes conteúdos: mapas, vídeos, imagens, notícias em destaque e avaliações de usuários. Ou seja, otimizar seu site já não é suficiente para se destacar na página de resultados, é preciso produzir conteúdo para diferentes aplicações e canais.

Como as tendências de marketing são definidas pela correlação entre o comportamento do consumidor e o cenário tecnológico atual, a análise de dados do comportamento de busca dos consumidores é a chave para as marcas entenderem e suprirem a demanda do mercado. A análise de termos buscados e perfis de pesquisa pode fornecer uma série de insights sobre o que os consumidores estão procurando ou quais tipos de consumidores estão buscando sua marca e, com isso, levar a melhores estratégias de abordagem digital.

Fonte: SAP News Brasil

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Novo SAP Business One com novas funcionalidades-chave para ajudar as pequenas e méidas empresas entrarem na era digital em tempo real.





WALLDORF - SAP SE (NYSE: SAP) anunciou hoje a disponibilidade geral da versão mais recente da aplicação SAP Business One com novas funcionalidades, incluindo análises inteligentes, gerenciamento de projetos e uma interface app-like para o acesso em tempo real às principais funções de negócios. (confira notícia oficial no site da SAP clicando aqui)

Disponível nos modelos on premise e cloud, SAP Business One, versão para SAP HANA, ajuda pequenas e médias empresas (PME) e filiais de grandes empresas.

"Nós estamos no negócio de comércio de vestuário e nossas soluções ficaram ultrapassadas, era uma solução composta por várias e desconectadas soluções como o Microsoft Excel. Portanto, decidimos implementar nosso primeiro sistema de ERP com SAP Business One ", disse Arun Gupta, fundador e diretor da Nittu Creations. "O benefício é de um sistema centralizado, o que nos dá idéias em todas as funções dentro do nosso negócio."

A nova versão também apresenta um módulo de gerenciamento de projetos, o que ajuda a monitorar o progresso de fases e tarefas, incluindo todas as transações relacionadas com o projeto, documentos e recursos. Os parceiros podem agora também reduzir o tempo ocioso de manutenção, controlando ambas as tarefas de software e parceiros SAP para seus clientes em um único fluxo com uma plataforma de suporte remoto.


SAP Business One: Moldando o novo jeito de fazer negócios no futuro hoje. 


Em 2020, a informação será usada para reinventar, digitalizar ou eliminar 80% dos processos de negócios e produtos de uma década antes, segundo o Gartner.*

Com a última versão do SAP Business One, versão para SAP HANA, os usuários podem prever a demanda de produtos e ganhar uma base para o planejamento de recursos de materiais. Um processo de previsão proporciona visibilidade sobre a história da demanda que ajuda a priorizar oportunidades e canais de posição para enfrentar essa crescente demanda. Suporte crítico agora inclui previsões inteligentes com base em análises preditivas que são exibidos com a funcionalidade rapid dashboarding possível com SAP HANA.

"Nós facilitamos o uso de recursos analíticos para aproveitar a vantagem dos dados em tempo real e informações para empresas menores que também desejam executar seus negócios dessa maneira", disse Luis Murguia, vice-presidente sênior e gerente geral, SAP Business One, SAP.

SAP Business One suporta o Microsoft SQL Server 2014. SAP Business One também pode ser complementado pelo aplicativo SAP Business Sales Mobile App recentemente anunciado, que trabalha integrado com o software e é alimentado pela plataforma SAP HANA.

Fonte SAP News

terça-feira, 28 de junho de 2016

Setor financeiro: sucesso passado não é garantia de sucesso futuro

Muito mais do que uma transformação, vivemos uma revolução digital. Não se trata da adoção de novas tecnologias, mas de uma mudança de mentalidade, de diretrizes de ação, de hábitos e de conceitos de atendimento, muitos deles enraizados. Não há um único segmento à beira da transformação, ou imune às modificações que estão sendo impostas pelo novo cenário econômico-digital. E um dos grandes segmentos afetados, talvez o maior, é o financeiro.



É irreversível que as ferramentas tecnológicas – nuvem, big data, mobilidade, analytics, plataformas poderosas – abram caminhos, ao virar do avesso padrões de atendimento até hoje estabelecidos, permitindo que empresas e instituições cruzem pontes e tracem novas rotas e jornadas. Se não, como atender o novo consumidor interconectado com a velocidade que ele deseja? Como oferecer serviços e propor soluções a problemas que ele nem mesmo se deu conta de ter? Ou levar as empresas a novos patamares de gestão, produtividade e reter talentos?

Para responder a essas demandas, é preciso ir fundo. Há de se incorporar velocidade e flexibilidade a modelos mais tradicionais, como os do setor financeiro, naturalmente complexo pela sua variedade de instituições, composta não apenas por bancos e seguradoras mas, ainda, por operadoras de cartões, empresas de crédito, adquirentes, entre outras. Um grupo financeiro age como uma orquestra regida sob uma regulamentação que mantém a solvência do sistema nacional mesmo ao longo de crises.

Obrigatoriamente, será preciso abrir mão de um passado e um legado pesados, aliados à morosidade “natural” das grandes instituições, para atender os novos tempos e os novos clientes. O segmento financeiro terá de mudar em processos e tecnologia para competir – ou se aliar – aos novos players do mercado: as startups. Não é de estranhar que algumas instituições já fomentem discussões com essas empresas inovadoras em que a principal moeda de troca é a ideia.


O impacto é profundo.


Cadê a TI? – As startups não “têm” área de TI: elas foram concebidas e nasceram em berço tecnológico. São comandadas em sua maioria por millenials, indivíduos que respiram tecnologia. São ágeis, disponíveis, adaptadas, querem o melhor – se já existe, ótimo – das ferramentas tecnológicas que precisam. São disruptivas, velozes, inovadoras, abertas ao mercado, respondem aos desejos dos consumidores e clientes em real time.

As grandes instituições conseguirão fazer o mesmo? Em que velocidade? O sucesso de ontem não é mais, absolutamente, garantia do sucesso no futuro. Lembrou do prospecto do fundo de investimento?

A resposta está na tecnologia. Competidores ou parceiros, instituições tradicionais e startups precisam, mais do que nunca, de ferramentas inovadoras de alta tecnologia e uma revisão de processos. Ambos enfrentam um desafio comum: a regulação. Independente do fato de que também as leis terão de se ajustar aos novos tempos, será preciso lidar com esse cenário de controles e sistemas rígidos.

De um lado, os bancos e outras instituições financeiras terão de simplificar processos e abrir as portas para o novo. De outro, as startups terão de se enquadrar ao modelo legal estabelecido sem perder a leveza e a disponibilidade.

O que a tecnologia pode fazer para ajudar a uns e outros? Disponibilizar ferramentas simples para abrir espaço para a criação de novas soluções, novos conceitos de abordagem, novos usos da inteligência. A tecnologia é a grande simplificadora dos dados que estão em circulação, para sua análise, para o uso direcionado, personalizado das informações em tempo real, online, em benefício de empresas e pessoas. É fazer com que as empresas se tornem vivas, com uma integração digital fluída que permita aos clientes perceber, responder, aprender, adaptar e prever para criar valor.

Sem média – Algumas instituições já percorrem o novo caminho, procurando aproximar-se dos novos consumidores e das empresas, e entender que não existe mais o “perfil médio”, o “desejo médio” ou o “consumidor médio”. Existe “um” consumidor, “um” cliente, com desejos, necessidades e perfil específicos, a ser atendido naquilo que quer, do jeito que deseja, como prega Todd Rose em sua obra “The end of average”. O mesmo é válido para as empresas: cada uma delas com vários departamentos ou “perfis únicos” em sua organização. Empresas ou clientes, todos estão prontos para novas ofertas e serviços, desde que sejam moldadas especificamente para cada um, de forma ágil, veloz, segura e responsável.

Consumidores e clientes buscam respostas e apoio. A tecnologia está pronta. Você está pronto para as respostas que ela oferece?

Fonte SAP News Brasil

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Top cinco tendências tecnológicas na Economia Digital

Estamos vivendo a ascensão da 4º Revolução Industrial, a Era da Economia Digital. Tecnologias inovadoras estão rompendo antigas barreiras e oferecendo inúmeras oportunidades para as empresas reinventarem seus modelos de negócios e irem além.

Essa mudança é inevitável, e seu ritmo é acelerado. Segundo um estudo da John M. Olin School of Business da Universidade de Washington, 40% das empresas que hoje estão na lista da Fortune 500 do S&P 500 deixarão de existir em 10 anos.

Neste novo cenário, cinco tendências tecnológicas foram definidas como pontos-chave no futuro dos negócios dentro da Economia Digital:


















































































Fonte: SAP News Brasil

quinta-feira, 19 de maio de 2016

SAP e Microsoft ampliam parceria com foco na nuvem



SAP e Microsoft anunciaram a integração de alguns dos produtos da multinacional alemã e a suíte de escritório Office 365 nesta terça-feira, 17.

A divulgaçao foi feita em grande estilo pelos CEOs das duas companhias, Bill McDermott e Satya Nadella, durante o Sapphire Now 2016, evento mundial da  SAP que acontece em Orlando, nos Estados Unidos.

Por meio do acordo, o software de gestão de viagens corporativas Concur e de gestão de RH SucessFactors, adquiridos pelas SAP nos últimos anos, serão integrado à agenda do Office 365, por exemplo.

Outra funcionalidade é a integração do Skype com a solução de procurement digital Ariba, o que permitiria fechar negócios diretamente no software de videoconferência. A busca de preços do Bing também pode ser integrada.

Na área de mobilidade, a novidade diz respeito ao uso de tecnologia de segurança para apps do Microsoft Intune, já usados nos apps do Office 365, em aplicações móveis construídas no SAP Fiori.
As novas capacidades estarão disponíveis a partir do terceiro trimestre de 2016, com planos de lançar recursos de integração adicionais no futuro.

Também foi anunciado que o S/4, nova versão do software de gestão da multinacional alemã que roda exclusivamente no banco de dados em memória Hana foi homologado para rodar dos data centers da Azure, o que já acontecia desde 2014 com outros produtos da SAP.

Não é de hoje que a SAP e Microsoft tentam alavancar seu domínio no mercado corporativo (no caso da Microsoft, extensivo também ao segmento de pequenas empresas, onde a SAP faz esforços para aumentar sua presença).

As iniciativas relativas à infraestrutura são historicamente bem sucedidas: um dos primeiros bancos de dados no qual o SAP rodou é o SQL Server. O tipo de acordo focado no usuário final que foi o destaque hoje, no entanto, tem um passado menos bem sucedido.

Ainda em 2005, as companhias lançaram uma iniciativa chamada Duet, focada em integrar melhor os produtos de ERP com a suíte Office. Ela foi ressuscitada em 2011, quando a integração foi oferecida com o Sharepoint. As funcionalidades incluíam login único, ferramentas de monitoramento e suporte. Nenhuma das iniciativas decolou.

Com as duas companhias rodando suas soluções on premise, as integrações exigiam compras adicionais de software e projetos de implantação, o que provavelmente não será o caso no novo modelo (não foram dadas informações de preços).

Nos últimos tempos, isso tem se desdobrado para o contexto na nuvem, no qual a Microsoft parece destinada a ser um dos líderes, junto com Google a AWS. As duas empresas também precisam mais que a estratégia seja bem sucedida do que necessitavam 10 anos atrás, devido à evolução do cenário de tecnologia.

A Microsoft precisa reafirmar no domínio na nuvem que já teve com o Windows e o Office nas versões on premise. A companhia está bem encaminhada nesse sentido, mas o resultado está longe de ser garantido. Um estudo do Gartner apontou que a companhia tem o dobro de share do Google em suíte de escritório 8,5% x 4,7%.

Mas o número se referia somente a empresas de capital aberto na bolsa e os 87% restantes usam soluções de e-mail em nuvem híbrida, hospedada ou privada, gerenciadas por fornecedores menores.
Já a SAP precisa alavancar a visibilidade do seu novo posicionamento como uma provedora de soluções empresariais na nuvem, no qual a palavra chave é “simplificação”.

Um grande passo nesse sentido, aliás, foi dado poucos dias, com a assinatura de outro acordo, dessa vez com a Apple, a companhia que para um usuário final cada vez mais influente no meio corporativo encarna o tipo de conveniências cotidianas que a parceria com a Microsoft promete levar para o segmento corporativo.

A SAP vai vai oferecer um novo kit de desenvolvimento de software para iOS, com os quais os clientes poderão desenvolver apps usando dados armazenados na plataforma de computação em memória Hana.

Além disso, a SAP vai desenvolver aplicações iOS nativas para operações críticas de negócios, usando Swift, a linguagem de programação da Apple combinada com oFiori, a ferramenta de desenvolvimento móvel da SAP. As novas ferramentas serão disseminadas por meio de academias específicas. Em nota, a SAP prometeu ter tudo na rua até o final do ano.

Fonte: Baguete

sexta-feira, 13 de maio de 2016

O que é IoT – a Internet das Coisas?

O interesse em torno da Internet das Coisas (Internet of Things em inglês, ou IoT) vem crescendo exponencialmente, assim como a idealização de projetos que utilizam essa tecnologia. As inúmeras possibilidades de aplicação da IoT colocaram esse recurso no topo da transformação digital nos negócios.



Definição
A IoT pode ser definida como a comunicação máquina a máquina (M2M) via Internet, que permite que diferentes objetos, de carros a máquinas industriais ou bens de consumo como calçados e roupas, compartilhem dados e informações para concluir determinadas tarefas. A base para o funcionamento da IoT são sensores e dispositivos, que tornam a comunicação entre as “coisas” possível. Além disso, é preciso um sistema de computação para analisar os dados recebidos e gerenciar as ações de cada objeto conectado a essa rede.

Aplicações
A IoT pode ser aplicada em diversos setores, seja para otimizar as atividades de uma indústria ou facilitar a vida dos cidadãos. Veja alguns exemplos:

Casa
Um sistema de monitoramento por meio de termostato pode identificar as condições meteorológicas atuais e, com base no seu histórico de preferência, ajustar a temperatura da casa para que esteja agradável quando você chegar em casa.
Mais do que ter um controle remoto da casa, a ideia é torná-la inteligente e proativa. No SAP Forum Brasil 2015, o showcase Smart building mostrou como a IoT pode suportar toda a eficiência de um edifício medindo e controlando a luz do ambiente, a temperatura e os ruídos, além de gerenciar vagas de estacionamento disponíveis e outras instalações.

Agronegócio
Produtores podem integrar seu sistema de irrigação a sensores meteorológicos para controlar melhor a rega da colheita. Com um sistema integrado, o agricultor também pode monitorar remotamente e em tempo real o processo de plantio. Com os dados obtidos, ele pode tomar decisões imediatas garantindo um controle mais eficiente de custos com insumos. A Stara já utiliza sensores embarcados em seus tratores para capturar e transformar dados obtidos em campo em informação para os produtores.

Automotivo e logística

Começamos com carros que estacionam sozinhos e já estamos caminhando para os veículos autodirigíveis. Observando uma realidade mais próxima, temos a otimização do setor logístico, com sensores que acompanham o desempenho dos veículos avisando sobre manutenções preventivas, e a integração da IoT em veículos e vias, permitindo que as entregas sejam feitas de forma mais inteligente e eficiente, evitando congestionamentos. A IoT está entre as principais tecnologias que vão impactar a transformação da logística nos próximos anos.

Smart Cities
Indo mais além, as smart cities (cidades inteligentes) que hoje estão em pauta só serão possíveis graças à IoT. Lixeiras de coleta seletiva que avisam ao caminhão de coleta quando estão cheias podem poupar tempo e dinheiro destinado aos serviços públicos. A cidade de Buenos Aires conseguiu combater o problema das enchentes utilizando dados de sensores em bueiros, que nortearam a limpeza das ruas e dos sistemas de drenagem, evitando inundações. E isso é apenas o começo: quanto mais objetos conectados, mais inteligente poderá ser a gestão da cidade e, consequentemente, da qualidade de vida dos cidadãos.

O futuro da IoT
A IoT já não é mais uma tendência ou uma previsão, é uma realidade que está transformando as indústrias, os negócios e as nossas vidas. O Gartner estima que a Internet das Coisas incluirá 26 bilhões de unidades instaladas até 2020, e com isso fornecedores de produtos e serviços de IoT devem gerar uma receita adicional superior a US$ 300 bilhões até o mesmo ano.

Bem-vindo ao mundo hiperconectado!

Fonte SAP News Brasil